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solarwind12

[The Enemy] A Corrida pelo Netflix dos Games (Microsoft, Apple, Amazon, Google, PlayStation)

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sinto q isso n irá dar certo

Isso aconteceu com todas as outras mídias de entretenimento, é só uma questão de tempo até acontecer com os games também. Se houvesse essa possibilidade de ser uma aposta furada não iria existir um Vale do Silício inteiro apostando nisso.

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sinto q isso n irá dar certo

 

Aqui no Brasil, com a internet horrível que nós temos, não vai mesmo.

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Aqui no Brasil, com a internet horrível que nós temos, não vai mesmo.

 

Grande verdade. 

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Aqui no Brasil, com a internet horrível que nós temos, não vai mesmo.

Olha, eu eu sou relativamente jovem, e me lembro bem de acessar internet discada e demorar MUITO tempo para carregar uma mísera imagem. Hoje eu baixo um filme em alta inteiro (em alta resolução) em poucos minutos.

 

Já tive internet de 300k, lembro quando vi uma internet de 2mb pela primeira vez (quando eu tinha 500kb) e fique completamente impressionado com aquele "poder", era algo que parecia de outro mundo (não ter que esperar para carregar vídeos, quê!?). O tempo passou, hoje eu tenho 100mb e pago o mesmo preço que pagava quando tinha 1.

 

A questão central disso tudo é a seguinte, a tecnologia avança de forma brutal e avassaladora, quando eu, ali criança, com internet de 500kb imaginei que teria fucking 100mb? E sim, alguns lugares recebem tais tecnologias bem depois que outros, porém, há algumas décadas atrás, a velocidade máxima que você conseguiria 'navegar' - mesmo em metrópoles como Nova York - era algo em torno de ~50kb, hoje em dia qualquer vilarejo no interior do Brasil consegue velocidade dezenas de vezes maior que isso. Fora que o 5G está vindo aí, e a promessa é que em muitos lugares ele substitua os cabos, então assim, o futuro está logo ali. Desenvolver tecnologias pensando no agora, e não no amanhã é um erro fatal, e essa corrida aí do Netflix dos games não é baseada no que temos hoje, mas sim no que está por vir.

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Isso tá muito longe de ser viável.
 
- Internet de banda larga e qualidade não é commodity ainda
- Latência é e sempre sera um problema: isso nunca vai substituir games nativos, especialmente no âmbito competitivo de multiplayer

- Codecs: a latência não é só de tráfego de dados na rede, há o problema de codificação e decodificação de vídeo, que as máquinas (servidores de um lado, seu dispositivo do outro) precisam fazer. Codecs melhores surgem com o tempo, mas eles dependem de compressão e decompressão em tempo real do mesmo jeito e simplesmente não tem como vencer isso
- Hardware: não dá pra rodar vários jogos numa única GPU. Ou, trocando em miúdos, cada jogo rodando num dado momento terá que ocupar uma única placa de vídeo, o que é de boas num serviço que atende pouca gente, mas pensa se isso estoura e os 90 milhões de usuários do PS4 viram 200 milhões (em tese, muito mais gente teria acesso ao conteúdo em celulares, PCs e etc)
 
Esse tipo de futuro vai chegar, mas não é coisa pra já e eu espero que demore bastante inclusive (o dia em que jogos se tornarem completamente serviços é o dia em que eu largo mão de videogame). Que bom que a Sony tem dado uma esfriada nessa bobagem.
 

Isso aconteceu com todas as outras mídias de entretenimento, é só uma questão de tempo até acontecer com os games também. Se houvesse essa possibilidade de ser uma aposta furada não iria existir um Vale do Silício inteiro apostando nisso.


É que a gente tem tendência a só olhar para histórias de sucesso, mas o Vale do Silício é uma história repleta de fracassos esmagadores - aliás, uma das teorias do porque eles são tão resilientes está nisso mesmo: alto índice de fracassos e processos subsequentes de reinvenção que levam a melhores produtos e serviços quando tecnologias amadurecem e etc.

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Isso tá muito longe de ser viável.

 

- Internet de banda larga e qualidade não é commodity ainda

- Latência é e sempre sera um problema: isso nunca vai substituir games nativos, especialmente no âmbito competitivo de multiplayer

- Codecs: a latência não é só de tráfego de dados na rede, há o problema de codificação e decodificação de vídeo, que as máquinas (servidores de um lado, seu dispositivo do outro) precisam fazer. Codecs melhores surgem com o tempo, mas eles dependem de compressão e decompressão em tempo real do mesmo jeito e simplesmente não tem como vencer isso

- Hardware: não dá pra rodar vários jogos numa única GPU. Ou, trocando em miúdos, cada jogo rodando num dado momento terá que ocupar uma única placa de vídeo, o que é de boas num serviço que atende pouca gente, mas pensa se isso estoura e os 90 milhões de usuários do PS4 viram 200 milhões (em tese, muito mais gente teria acesso ao conteúdo em celulares, PCs e etc)

 

Esse tipo de futuro vai chegar, mas não é coisa pra já e eu espero que demore bastante inclusive (o dia em que jogos se tornarem completamente serviços é o dia em que eu largo mão de videogame). Que bom que a Sony tem dado uma esfriada nessa bobagem.

Com exceção do primeiro ponto - e sobre esse primeiro ponto, recomendo que você leia meu comentário anterior - de resto, você está errado em tudo. Há pouco tempo atrás a Google testou AC Odyssey no Chrome e (se você tivesse um boa conexão) ele rodava liso a 1080/60fps, ou seja, melhor que nos consoles padrão atuais.

 

E não vai demorar, primeiro porque isso já existe (só não no Brasil), segundo que já mês que vem é provável que a Google anuncie seu console - muito provavelmente baseado na Nuvem (como eu noticiei aqui: http://forum.mypst.com.br/index.php/topic/65931-eurogamer-google-pode-revelar-seu-vídeo-game-em-março)

 

 

 

 

E não tem nada de bobagem nisso, bobagem é acreditar que o futuro dos jogos está em Hardware. Aliás, no Estados Unidos já é comum internet residencial de 1gb, e a velocidade das conexões só aumentam, não aproveitar o que esse aumento de infraestrutura da internet pode oferecer, isso sim é bobagem.

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Pra quem aí não entendeu qual é a da questão (ou sua importância), eu desenhei:

 

mercaddd.png?1551160216

 

Hoje os jogos triple A estão limitados a consoles de última geração e PCs parrudos, com o streaming, qualquer um que tiver um TV, tablet, celular, computador comum - ou qualquer dispositivo do tipo - poderá jogar. O mercado se ampliaria de forma monstruosa. Imagine a situação, uma pessoa que não tem contato com games, ao ligar a televisão vê uma propaganda do novo Call of Duty seguido de "aperte aqui e jogue agora", essa pessoa certamente nunca compraria um hardware para jogar alguma coisa, mas devido a facilidade do serviço ali em sua frente, ela pode acabar virando consumidora.

 

Aliás, não estou falando que o console e mídia física vão acabar, porém não vejo o futuro para os vídeo games que não seja a massificação dos jogos. Você vai jogar no seu console, vai poder continuar no computador, usar o mesmo save e depois ir para o celular, slá, as opções são infinitas.

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Olha, eu eu sou relativamente jovem, e me lembro bem de acessar internet discada e demorar MUITO tempo para carregar uma mísera imagem. Hoje eu baixo um filme em alta inteiro (em alta resolução) em poucos minutos.

 

Já tive internet de 300k, lembro quando vi uma internet de 2mb pela primeira vez (quando eu tinha 500kb) e fique completamente impressionado com aquele "poder", era algo que parecia de outro mundo (não ter que esperar para carregar vídeos, quê!?). O tempo passou, hoje eu tenho 100mb e pago o mesmo preço que pagava quando tinha 1.

 

 

Lembro tbm da discada, lembro quando no escritorio que eu trabalhava colocou speedy 450, cara que avião perto da discada, estava no céu.

Moro no interior e a unica empresa grande é a vivo, e não temos fibra otica por parte dela, o que temos aqui são provedores locais, a minha casa foi a primeira instalação comercial de fibra otica da cidade, na epoca era 6mb, que diferença cara, hoje tenho 50mb, e prefiro ter tudo online do que midias fisicas, tanto em jogos como filmes documentos fotos, tudo eu uso online.

 

Isso tá muito longe de ser viável.

 

- Internet de banda larga e qualidade não é commodity ainda

- Latência é e sempre sera um problema: isso nunca vai substituir games nativos, especialmente no âmbito competitivo de multiplayer

- Codecs: a latência não é só de tráfego de dados na rede, há o problema de codificação e decodificação de vídeo, que as máquinas (servidores de um lado, seu dispositivo do outro) precisam fazer. Codecs melhores surgem com o tempo, mas eles dependem de compressão e decompressão em tempo real do mesmo jeito e simplesmente não tem como vencer isso

- Hardware: não dá pra rodar vários jogos numa única GPU. Ou, trocando em miúdos, cada jogo rodando num dado momento terá que ocupar uma única placa de vídeo, o que é de boas num serviço que atende pouca gente, mas pensa se isso estoura e os 90 milhões de usuários do PS4 viram 200 milhões (em tese, muito mais gente teria acesso ao conteúdo em celulares, PCs e etc)

 

vc tem razão, os prestadores de serviço ainda deixam muito a desejar e tbm não temos hardware que possibilite essa comunicação sem falhas.

 

Maaaas, concordo com o solarwind, acredito que é uma tendencia mudarmos a maneira como utilizamos nossos dipositivos para jogar.

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O futuro é pegar um celular ou computador de 20 anos atrás e jogar perfeitamente tudo que for lançado daqui a 20 anos. Aham...

Se um dia isso acontecer, já não vamos estar aqui há muito tempo.

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Acredito que será o futuro realmente. O projeto Stream da Google mostrou isso e se eles entrarem no mercado, será bem interessante.

 

A Microsoft está seguindo por um caminho semelhante, tentando colocar o Game Pass dela como serviço no PC também, boatos de que irá fazer uma parceria com a Nintendo, agora sei lá se ela realmente iria para a Nintendo....

 

Eu acho que seria um serviço bacana se eles conseguirem zerar o input lag entre controle e game, não sei como funcionou o AC Odyssey da parceria Google/Ubisoft, mas segundo a Google foi um sucesso... mas só funcionou para residentes dos USA com internet de 25mb... acredito que lá a taxa de upload/dowload seja quase parelha, diferente da realidade brasileira.

 

Eu acho bacana essa convergência pro stream, mas.... games sempre foi objeto de colecionador, acabar com a midia fisica iria limitar o mercado e espantar o pessoal que curte colecionar. Outro fato, se for ver o Game Pass, os games entram e sai da biblioteca... já não vejo isso com bons olhos, pois eu não posso deixar pra jogar determinado jogo mais pra frente, tenho que ficar sempre de olho no tempo que ele esteja na loja!

 

Acho que o serviço mais atrativo no momento seja o PSNow... porque? Porque eu faço download e não preciso gastar minha banda com o streaming do jogo... é baseado em jogos por assinatura, o catalogo sempre está disponível e faço o download pro meu console para jogar. E outro grande atrativo... comunicação controle jogo sem lag algum ou sem correr o risco de ter lag naquele boss apelão.

 

Então acho que no futuro sim, os jogos podem ser baseados como assinatura... mas acho que a opção de fazer download do jogo para jogar, ainda muito mais atrativa do que apenas ser um streaming...

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Acho que o serviço mais atrativo no momento seja o PSNow... porque? Porque eu faço download e não preciso gastar minha banda com o streaming do jogo... é baseado em jogos por assinatura, o catalogo sempre está disponível e faço o download pro meu console para jogar. E outro grande atrativo... comunicação controle jogo sem lag algum ou sem correr o risco de ter lag naquele boss apelão.

 

Então acho que no futuro sim, os jogos podem ser baseados como assinatura... mas acho que a opção de fazer download do jogo para jogar, ainda muito mais atrativa do que apenas ser um streaming...

 

é um bom ponto de vista, eu mesmo depois que assinei a plus em 2012, só comprei o RE6 no lançamento, Read Dead e the Last of Us, ou seja, fiquei só nos digitais.

Saindo um pouco do assunto, mas no mesmo contexto, tenho alguns livros em casa, e quem tem livros sabe o espaço que eles ocupam, tenho cerca de 20livros e são poucos, mas ja não tenho aonde guardar em casa, tenho um livro no escritorio que nem abri ainda, tem mais de 1.000 paginas, to relutando em ir para as versões digitais, para vou ter que migrar, assim como estou fazendo com os jogos.

De uns tempos pra cá comecei a ter pavor de virar um acumulador de coisas, então desapego logo.

 

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a verdade é que a sony só vai começar a investir pesado mesmo no PSNow quando alguma outra empresa começar a fazer muito dinheiro "sucesso", com o streaming de jogos e quem provavelmente vai fazer isso é o google, pq esse projeto deles é bem cabuloso.

mas ainda assim o PSNow ainda é o serviço mais atrativo para boa parte da população brasileira pelo download dos jogos.

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Pra quem aí não entendeu qual é a da questão (ou sua importância), eu desenhei:

 

mercaddd.png?1551160216

 

Hoje os jogos triple A estão limitados a consoles de última geração e PCs parrudos, com o streaming, qualquer um que tiver um TV, tablet, celular, computador comum - ou qualquer dispositivo do tipo - poderá jogar. O mercado se ampliaria de forma monstruosa. Imagine a situação, uma pessoa que não tem contato com games, ao ligar a televisão vê uma propaganda do novo Call of Duty seguido de "aperte aqui e jogue agora", essa pessoa certamente nunca compraria um hardware para jogar alguma coisa, mas devido a facilidade do serviço ali em sua frente, ela pode acabar virando consumidora.

 

Aliás, não estou falando que o console e mídia física vão acabar, porém não vejo o futuro para os vídeo games que não seja a massificação dos jogos. Você vai jogar no seu console, vai poder continuar no computador, usar o mesmo save e depois ir para o celular, slá, as opções são infinitas.

 

Seu desenho está bem errado. Games são software, sempre foram. Streaming vai acabar com isso e basicamente transformar jogos num serviço.

 

Cara, nesse cenário você deixa de comprar jogos e passa a consumi-los como serviço. Se você acha isso legal, tudo bem, o futuro será dourado pra você. Eu acho bem ruim e tenho impressão que a resistência será grande e que ela vai manter PCs e consoles vivos por muito tempo.

 

Todas essas corporações estão pressionando pra isso porque eles querem acabar com pirataria (ótimo), mas também com mods, lojas e revenda de software usado e o desfecho natural desse cenário é que você tenha a formação de grandes monopólios, ou você assina cinco ou seis plataformas de streaming de vídeo ao mesmo tempo?

 

E é disso mesmo que a gente precisa? Um monopólio de jogos? Games como serviço que morrem como as séries que acabam na TV e que saem do ar porque os contratos de licença acabaram (isso acontece o tempo todo no PSNow)? 

 

E aí quem mesmo se beneficia com tudo isso? Nós, como gamers?  Pra ter a duvidosa vantagem de jogar, sei lá, "The Last of Us 3" num tablet, via Internet e um serviço de assinatura, vale a pena abrir mão de todo o resto?

 

Sei lá hein.

 

E pode observar: todo mundo que apostou contra o hardware nessa indústria quebrou as pernas. Daqui uns anos, quando os streaming estiverem peidando pra rodar em 4K com a Internet do povão (não é só aqui, mesmo nos Estados Unidos e Europa banda para consumir 4K não é tão acessível) e aparecer PC/Console que rode 8K no sagrado conforto da sua sala, vai ser bem engraçado voltar a esses tópicos aqui.

 

Com exceção do primeiro ponto - e sobre esse primeiro ponto, recomendo que você leia meu comentário anterior - de resto, você está errado em tudo. Há pouco tempo atrás a Google testou AC Odyssey no Chrome e (se você tivesse um boa conexão) ele rodava liso a 1080/60fps, ou seja, melhor que nos consoles padrão atuais.

 

E não vai demorar, primeiro porque isso já existe (só não no Brasil), segundo que já mês que vem é provável que a Google anuncie seu console - muito provavelmente baseado na Nuvem (como eu noticiei aqui: http://forum.mypst.com.br/index.php/topic/65931-eurogamer-google-pode-revelar-seu-vídeo-game-em-março)

 

 

 

 

E não tem nada de bobagem nisso, bobagem é acreditar que o futuro dos jogos está em Hardware. Aliás, no Estados Unidos já é comum internet residencial de 1gb, e a velocidade das conexões só aumentam, não aproveitar o que esse aumento de infraestrutura da internet pode oferecer, isso sim é bobagem.

 

 

 

Cara, uma coisa é rodar a 1080/60 FPS, e de fato, rodou nisso aí: só que a crítica não é essa, a crítica é sobre latência e o intervalo de tempo entre cada frame que você vê na sua tela. Outra coisa, completamente diferente, é o input lag. Não vou nem entrar no mérito do hypevideo que você postou e recomendar essa análise (sério, o cara tem muito conhecimento técnico e faz aferições e análises bem fundamentadas, quer você esteja no hype ou não): 

 

Sobre a latência (definida como a medida de tempo que leva para a informação sair de você, chegar no seu destino e uma resposta ser enviada), você está fixando a atenção apenas no aspecto da rede, mas o buraco é bem mais embaixo. Quando você roda algo na sua casa, tipicamente você enfrenta latência nesses moldes:

 

Latência do controle -> latência de processamento (basicamente a interpretação do código pelo hardware e a ação dos renders que produzem as imagens) -> latência do display (o tempo que a tela leva para responder).

 

Jogando na nuvem:

 

Latência do controle -> latência da sua conexão com os servidores -> de processamento (basicamente a interpretação do código pelo hardware e a ação dos renders que produzem as imagens) -> latência de codificação de áudio e vídeo (o que você consome na sua ponta é apenas vídeo, o jogo está rodando no servidor) -> latência da sua conexão com os servidores (agora para receber dados) -> latência de decodificação do áudio e vídeo na máquina que você está usando -> latência do display (o tempo que a tela leva para responder).

 
E tudo isso precisa ser temperado ainda com o fato de que conexões de rede são propensas a erros e perdas de pacote.
 
Nada disso me faz errado, são fatos: é assim que software e hardware funcionam. Como eu disse, dentro de uns anos, pode ser que você jogue um título single-player sem dificuldade, atingindo um intervalo de uns 140 ms entre frames e ache bem da hora. Eu, e muita gente, vai achar um lixo e muito mais gente ainda vai achar ridículo para multiplayer, sobretudo porque os PCs continuarão por aí e alguém com algum pingo de inteligência vai manter um console razoável por aí capaz de bater isso, o que não é nenhuma dificuldade.
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Se tiver um bom preço, der pra platinar um jogo e depois devolver, vai ser massa!

Nostalgia de pegar cartuchos na sexta feira na locadora.

Até as midias fisicas devem acabar, meio ambiente agradece!

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Seu desenho está bem errado. Games são software, sempre foram. Streaming vai acabar com isso e basicamente transformar jogos num serviço.

 

Cara, nesse cenário você deixa de comprar jogos e passa a consumi-los como serviço. Se você acha isso legal, tudo bem, o futuro será dourado pra você. Eu acho bem ruim e tenho impressão que a resistência será grande e que ela vai manter PCs e consoles vivos por muito tempo.

 

Todas essas corporações estão pressionando pra isso porque eles querem acabar com pirataria (ótimo), mas também com mods, lojas e revenda de software usado e o desfecho natural desse cenário é que você tenha a formação de grandes monopólios, ou você assina cinco ou seis plataformas de streaming de vídeo ao mesmo tempo?

 

E é disso mesmo que a gente precisa? Um monopólio de jogos? Games como serviço que morrem como as séries que acabam na TV e que saem do ar porque os contratos de licença acabaram (isso acontece o tempo todo no PSNow)? 

 

E aí quem mesmo se beneficia com tudo isso? Nós, como gamers?  Pra ter a duvidosa vantagem de jogar, sei lá, "The Last of Us 3" num tablet, via Internet e um serviço de assinatura, vale a pena abrir mão de todo o resto?

 

Sei lá hein.

 

E pode observar: todo mundo que apostou contra o hardware nessa indústria quebrou as pernas. Daqui uns anos, quando os streaming estiverem peidando pra rodar em 4K com a Internet do povão (não é só aqui, mesmo nos Estados Unidos e Europa banda para consumir 4K não é tão acessível) e aparecer PC/Console que rode 8K no sagrado conforto da sua sala, vai ser bem engraçado voltar a esses tópicos aqui.

 

 

 

 

Cara, uma coisa é rodar a 1080/60 FPS, e de fato, rodou nisso aí: só que a crítica não é essa, a crítica é sobre latência e o intervalo de tempo entre cada frame que você vê na sua tela. Outra coisa, completamente diferente, é o input lag. Não vou nem entrar no mérito do hypevideo que você postou e recomendar essa análise (sério, o cara tem muito conhecimento técnico e faz aferições e análises bem fundamentadas, quer você esteja no hype ou não): 

 

Sobre a latência (definida como a medida de tempo que leva para a informação sair de você, chegar no seu destino e uma resposta ser enviada), você está fixando a atenção apenas no aspecto da rede, mas o buraco é bem mais embaixo. Quando você roda algo na sua casa, tipicamente você enfrenta latência nesses moldes:

 

Latência do controle -> latência de processamento (basicamente a interpretação do código pelo hardware e a ação dos renders que produzem as imagens) -> latência do display (o tempo que a tela leva para responder).

 

Jogando na nuvem:

 

Latência do controle -> latência da sua conexão com os servidores -> de processamento (basicamente a interpretação do código pelo hardware e a ação dos renders que produzem as imagens) -> latência de codificação de áudio e vídeo (o que você consome na sua ponta é apenas vídeo, o jogo está rodando no servidor) -> latência da sua conexão com os servidores (agora para receber dados) -> latência de decodificação do áudio e vídeo na máquina que você está usando -> latência do display (o tempo que a tela leva para responder).

 
E tudo isso precisa ser temperado ainda com o fato de que conexões de rede são propensas a erros e perdas de pacote.
 
Nada disso me faz errado, são fatos: é assim que software e hardware funcionam. Como eu disse, dentro de uns anos, pode ser que você jogue um título single-player sem dificuldade, atingindo um intervalo de uns 140 ms entre frames e ache bem da hora. Eu, e muita gente, vai achar um lixo e muito mais gente ainda vai achar ridículo para multiplayer, sobretudo porque os PCs continuarão por aí e alguém com algum pingo de inteligência vai manter um console razoável por aí capaz de bater isso, o que não é nenhuma dificuldade.

 

 

é por essa razão que acredito que o jogo será baixado, como o PSNow está, inteligentemente, implantando... e como o Game Pass funciona. 100% streaming, não vai virar....

 

E acredito que os dois tipo de consumo andem de mãos dadas por muito tempo. Quem curte a franquia normalmente quer colecionar, acabar 100% com a midia fisica será complicado pra esse mercado!

 

Eu optaria pela assinatura, desde que o jogo baixe em meu console para ser jogado. Streaming, nem pensar...

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Eu só espero que não tenha força para acabar ou fazer a mídia física fica quase extinta (preço mais caro) não quero me alongar com esse assunto (discutir com amigos d+ sobre possíveis benefícios e malefícios do mesmo)

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Vai ser difícil pra nós aqui no Brasil desfrutar dessa ideia, mas eu acho bacana e como disseram aí: antes era impossível ver um filme em qualidade boa, hoje em dia é mais que comum... quem sabe daqui a uns 5 anos...

 

Hoje em dia já é quase impossível usar o SharePlay e o uso remoto com Vita e Ps4... imagine jogar assim rs tem que ter uma net top hein 

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Seu desenho está bem errado. Games são software, sempre foram.

Eu me referia a plataforma de jogar games (consoles), e não aos jogos em si

 

 

Todas essas corporações estão pressionando pra isso porque eles querem acabar com pirataria (ótimo)

Errado, eles estão fazendo isso porque o 5G logo vem aí e isso vai permitir transformar QUALQUER coisa em um console, aumentando a user base ao infinito.

 

 

 

Você assina cinco ou seis plataformas de streaming de vídeo ao mesmo tempo?

E você tem os 3 atuais consoles da geração?

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Como já disseram: se eu puder baixar o jogo, beleza. Caso contrário, nem a pau. E torço pra que ainda exista a distribuição tradicional dos jogos (físicos e digitais) até eu morrer. Streaming pra filmes e séries é uma coisa, pra games é outra bem diferente.

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Este serviço é uma utopia para a atual realidade brasileira.

 

Temos muita, mas muita diferença na qualidade de internet, o que não proporciona alcançar um objetivo tão grande de atingir milhões de pessoas.

 

Um exemplo, seu tivesse PSNow no Brasil e eu fosse assinante, não poderia jogar na casa dos meus pais, onde o máximo de internet que tem é de 4Mb e cai direto, ou seja, não há uma constância no sinal, o que impossibilitaria de jogar os jogos.

 

Mas, se fosse como o Necker disse, ou seja, puder baixar o jogo, ok. Vamos em frente e serei um dos usuários deste tipo de serviço.

 

Do contrário, um gamer a menos.

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Como já disseram: se eu puder baixar o jogo, beleza. Caso contrário, nem a pau. E torço pra que ainda exista a distribuição tradicional dos jogos (físicos e digitais) até eu morrer. Streaming pra filmes e séries é uma coisa, pra games é outra bem diferente.

Seria perfeito.

 

Lembrando que hoje na Netflix é possível baixar filmes e episódios. Quem sabe de repente isso seria adicionado no futuro em um "Netflix dos games" ...

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