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Lancasther_BR

Trophy Hunter
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Lancasther_BR venceu a última vez em Setembro 12 2018

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Reputação

3.228 Platina

Sobre Lancasther_BR

  • Rank
    Bronze Hunter

Profile Information

  • Location
    Goiânia, Goiás
  • Nome
    Fernando

Contact Methods

  • Skype
    fernandopereira.skype
  1. Duvido que seja com PS3, no máximo será com PS4. Mas oremos. Meu PS3 tá clamando por aposentadoria, mesmo havendo muita coisa para jogar nele ainda.
  2. PLATINA 111 UNCHARTED: THE LOST LEGACY Sempre fiquei curioso em saber como seria Uncharted sem a presença de Nathan Drake. Sim, era apenas curiosidade, já que nunca torci o nariz nem tive desconfiança, pois, afinal, confiamos na Naughty Dog. Sabemos que virá coisa boa desse estúdio. Enfim, eis que lançam esse The Lost Legacy, trazendo ninguém menos que Chloe Frazer, uma das melhores personagens da série. Justo, justíssimo, meus caros. Ela merece. The Lost Legacy traz tudo o que os demais jogos da série têm de bom: uma história bacana, excelentes diálogos, personagens carismáticos, exploração, puzzles e, claro, é visualmente LINDÃSSIMO! A ambientação é de cair o queixo de tão sublime. Você se esquece de prosseguir na aventura só para ficar usando o Modo Foto. Para não ficar só elogiando, senti falta de uma parte mais empolgante, de uma sequência de tirar o fôlego como sempre tem nos demais Uncharted. Até tem, mas são poucos trechos assim, e acabam rapidamente. Outra coisa é a duração do jogo, que, creio eu, foi concebido inicialmente para ser uma DLC, mas decidiram acrescentar uma coisa aqui outra acolá para venderem como um game "cheio". Mas a sensação que passa não é essa. Acaba muito rápido. Mesmo havendo um capítulo que traz um mini "mundo aberto", ainda assim é curto. Ah, e tem o vilão, que é meio "mé". Mas, enfim, só de reencontrar a Chloe novamente já valeu a jogatina. Além disso, a química dela com a Nadine foi perfeita. Se curtiu os games anteriores, vai adorar esse aqui. Quanto à platina, vai de você deixá-la desafiante ou não. Após terminar uma vez, o jogo te dá a liberdade de usar os bônus, que não interferem em nada na obtenção dos troféus. Aliás, facilitam um bocado. Caso o faça, é um passeio no parque em uma manhã de domingo.
  3. Já me dá dor de cabeça só de lembrar a época que consegui juntar seis caras para Assassin's Creed: Brotherhood, imagine juntar 20...
  4. Imaginem só a Rocksteady fazendo um jogo do Aquaman totalmente (ou em sua maior parte) jogado no oceano!
  5. PLATINA 110 FINAL FANTASY VII Meu primeiro contato com Final Fantasy se deu no oitavo título da franquia, há uns 15 anos. Aquele game me encantou de tal maneira que até hoje vem as musiquinhas na cabeça. Perdia horas só no joguinho de cartas. Sou fã, não há como negar. Se FF8 me introduziu na franquia, foi FF9 que me deixou completamente apaixonado. Melhorou o que tinha de bom no anterior e adicionou outros elementos dignos de aplaudir de pé. Tempos depois, ensaiei jogar FF10 e FF12 no PS2, mas só recentemente consegui finalizar o primeiro no PS4. E com perspectivas de fazer o mesmo com o segundo brevemente. Mas e o 7, tido como o mais importante (e melhor por alguns) da série? Bom, finalmente está feito. Eu meio que sabia o que encontrar aqui. Já estava carregado de spoilers, sabia da morte daquela personagem, mas, fora isso, nada que tenha estragado tanto a experiência. Sim, FF7 envelheceu mal, mas apenas no quesito gráfico. Como um jogo de RPG, isso pouco importa no quesito mecânica. Vez ou outra me vejo jogando alguns títulos de SNES e me divirto pra burro. Ah, Chrono Trigger... Como você merece um remake... Ou não. Visualmente é até compreensível a crítica. Quem está acostumado com os gráficos ultrarrealistas atuais meio que se espanta com os personagens que mais parecem ter saído dos jogos LEGO. Mas, gente, trata-se de um game de 1997! E por falar em um jogo feito há duas décadas, notem que o que a Square fez aqui foi revolucionário e marcou um novo rumo que a indústria tomaria. De fato, esse jogo foi um divisor de águas. Fora essa questão revolucionária, FF7 ainda é um baita RPG. É muito detalhe, muita coisa a se fazer. Um sistema de fácil assimilação, que permite uma boa variedade de maneiras e estratégias de avançar, de batalhar, de evoluir, enfim... A história talvez seja a melhor da série. Sephiroth, de fato, mostra por que é considerado um dos maiores vilões dos games. Todos os personagens da party são carismáticos. Você cria afeição por cada um, diferentemente dos títulos posteriores, que sempre tinha alguém que despertava alguma antipatia. E listar todos os pontos positivos aqui deixaria este texto ainda maior que já está. Talvez eu o tenha jogado na época errada. Pode ser que se o tivesse feito décadas atrás, teria gostado ainda mais. Mas Final Fantasy é igual a namorada, a primeira sempre deixará um sentimento diferente. Por isso, não posso considerar FF7 o meu favorito, mas é com certeza um dos melhores. Vale a experiência para ficar no hype para o remake. Sobre a platina, tentei ao máximo não usar os hacks. Confesso que utilizei para acelerar grinds, evoluir mais rápido, mas, contra bosses, encarei na estratégia mesmo. Confesso que apelei um pouco contra a Emerald Weapon... Eita bicho demorado de morrer! Pronto, falei! Talvez teria sido mais rápido se tivesse ligado o botão do “dane-seâ€, deixando todas as ajudas ligadas, mas preferi ir pelo lado mais difícil da coisa, só para melhorar a experiência. A quem for se aventurar, só recomendo tomar cuidado com os troféus perdíveis e abusar dos slots de save para se garantir.
  6. God of War pode ser incrível, mas o nível de detalhes de RDR 2 o tornam espetacular. Não há como dar outra se não o "GTA de Cowboys".
  7. Não basta a Classificação Indicativa? Barrar jogos é uma babaquice sem explicação.
  8. Só um adendo em relação ao troféu See the Light. Para obter o Mythril, os dois últimos dígitos do número de lutas que fez têm de ser ímpares (X11, X33, X55, X77 ou X99). Se for par, você ganha um Bolt Ring.
  9. Detalhe: jogo brasileiro. Quero jogá-lo ainda algum dia.
  10. PLATINA 109 BASTION Desde os tempos de PC gamer, eu ensaiava jogar esse game. Na minha conta da Steam até tenho ele, mas sempre apareciam outras prioridades na frente. Via análises, gameplays e batia a vontade, mas postergava. Enfim, eis que decido iniciá-lo e percebo que tudo o que ouvi de bom se confirmou. De fato, Bastion é um grande jogo. É meio que um Diablo (muito pela câmera isométrica e gameplay) com uma proposta diferente. Visual lindíssimo que salta aos olhos até hoje, tendo em vista que já se trata de um game "antigo". Jogabilidade muito gostosa, fluida. E a trilha sonora, Senhor?! Um primor à parte. Só sinto que termina muito rápido, mas vale todo segundo jogado. Apesar de a campanha levar umas cinco horas para ser concluída, caso queira a platina terá de zerar quase três vezes, o que estende o tempo de gameplay. A missão de platinar esse jogo tem seu desafio, mas na medida certa. Não digo que seja fácil nem tampouco difícil. Moderada, digamos. Recomendo demais!
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