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fabriciols

[PS3] Qual foi sua Última Platina?

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lunatic esmirilhou o f1, hilario ver o cara passando nervoso por dias esperando o jogo chegar, comemorar em um dia que o jogo chegou e dois dias depois voltar pro bf por que ja platinou o jogo

Mas ainda vou jogar muito F1. Tava jogando BF3, pois estava à 5 dias sem jogar e hoje tem CF ^^

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full-trophy_0.png

 

Minha última platina foi Sly 1, joguinho fácil e divertido...apenas ó último mundo e último chefe nos faz passar um pouco de raiva e nervoso.

As garrafas que são os coletáveis do jogo e permitem abrir os cofres são muito fáceis de se achar...enfim esse jogo é quase um joga e plim, joga e plim hehehe.

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Ele ainda não platinou... :duvida:

 

Eu sei estou parabenizando ele pela persistência em tentar, coisa eu eu não tenho para esse jogo :hihi:

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Desenho bacaninha.... curti a platina, é fácil? Estou a fim de pegar esse jogo....

é sim, as únicas coisa chataa é de alcançar o rank Tekken Lord no Ghost Battle e tem tb um bug pra tomar cuidado no Fight Lab. depois eu crio o guia do TTT2

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full-trophy_0.png

 

Brave. Jogo curto, tranquilo e com poucos coletáveis, mas o melhor que ele tem a oferecer é a imagem da platina. :lol:

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Oi, pessoal.

 

Minha última platina foi do jogo KoA:

 

full-trophy_0.png

 

Abaixo faço uma resenha do jogo:

 

Kingdom of Amalur: The Reckoning

 

 

kingdom_old_amalur_reckoning.jpg

 

 

- Duração (Story): 40 horas

- Duração (Platina): 50 horas

- Developer: Big Huge Games

- Nota IGN: 9,0/10,0;

- Nota Gamespot: 7,5 / 10,0

- Minha situação no jogo: Platinado com 76%

 

 

O que você precisa saber:

-Estamos diante de um RPG ocidental completo: quests infinitas, boa história, ótimo modo de combate e um enfoque na ação.

-A versão bugada do game, limita-se a versão DEMO.

 

 

Linhas gerais:

Eu estava empolgado com os trailers de Kingdom of Amalur (KoA) anunciados nas principais feiras de games do ano passado. Esperei a poeira abaixar - assim como os preços - e peguei o meu, afinal jogos de RPG tendem a reduzir o preço (Skyrim manda alow, maldita exceção). Este jogo me deixou empolgado com o gênero algo que só o Demon´s Souls tinha conseguido há uns 2 anos. E isso se deve a imersão e tamanho do jogo, apesar de ser uma platina relativamente curta (50 horas), infelizmente muitas quests são deixadas de lado. O jogo não te obriga a fechar os 100% do game, e se assim fosse teríamos uma platina de 70 horas.

 

Os mecanismos de combate são bem feitos, as animações e os efeitos são bastante coloridos e agradam até os mais exigentes. A trilha sonora é timida, não espere algo muito marcante ou que você vá baixar e ouvir no seu MP3, mas funciona no jogo e não chega a ser intolerante.

 

O mundo de Amalur:

 

O mundo de Amalur é vastíssimo com diversas raças, cidades, acampamentos, rios, montanhas e florestas. Não é difícil você se perder no mundo, é muito agradável explorar cada canto deste mapa fantástico. A disposição das cidades, relevos, aliás de tudo parece ter sido muito bem planejada.A exploração do mapa é tão motivada que pode atrapalhar no andamento da história principal do jogo. Falando na história principal, ela começa muito bem, longe dos clichês.

 

O jogo começa do avesso, no início do game o seu personagem é um defunto, e só isso já chama atenção. Tudo vai ficando mais curioso quando nos primeiros minutos do jogo, o seu personagem descobre que pode modificar o destino do mundo. A grande motivação do seu personagem é responder as três seguintes perguntas:

 

1) Porque fui ressuscitado?

2) Quem me matou?

3) O que o mundo de Amalur tem a ver com isso?

 

O problema com a história principal é que ela é contada aos poucos, e há tantas side-quests interessantes que você pode se esquecer dos seus principais objetivos.E é por isso, um ritmo lento da narrativa até a metade do jogo, que ele não merece um 10,0/10,0. Isso não significa algo totalmente ruim, afinal há o mérito das side-quests serem muito bem feitas.

 

Falando em sub-quests bem feitas: não espere algo do tipo: vá mate 30 inimigos e volte. Claro que algumas delas são simples e diretas, tendo o simples propósito de lhe ajudar a elevar o seu nível. Mas isso não é recorrente, algumas side-quests te permitem desbravar novos castelos, cidades e conhecer NPCs interessantes. Outro ponto forte são as quests de facções, são elas:

 

1) Guilda de ladrões (Travelers);

2) As casas dos Faes (House of Ballads e Sorrow);

3) Veteranos de guerra (Warsworn); e a

4) Escola de magos (Scholia Arcana).

 

Cada uma delas é mais fantástica do que a outra, espere animações épicas, antagonistas muito originais e por isso - POR FAVOR - não corte os diálogos desse etapa do jogo. Você estaria perdendo, na minha opinião, o melhor de Kingdom of Amalur: The Reckoning.

 

As dublagens são AAA na maior parte dos casos, o que não é seguido pela animação dos personagens (sincronia com os lábios e etc). É agradável acompanhar a história pelo voz dos NPCs, sempre com boa entonação e condizentes com a imagem deles. Algo ruim é a falta de polidez nas animações mais importantes - da história principal - do jogo com algumas quedas de quadros por segundo. Não que isto atrapalhe, mas como disse, fica parecendo que o melhor de Amalur são as side-quests e o mundo em si.

 

A história principal é um misto de altos e baixos, sendo que o desenrolar da guerra o ápice e o fechamento do jogo, apesar de ser um pouco previsível, é épico! O antagonista principal - Gadflow - aparece muito pouco na história, e você talvez até esqueça quem ele é. Você ouvirá falar dele em diversas side-quests, mas durante a história principal, ele chega a desaparecer. No meio para o final do jogo, o ritmo é retomado tudo acontece num ritmo excelente, e você acompanhará aqueles NPCs super boladões até o embate final.

 

Aumentar o nível do seu personagem neste jogo é prazeroso, você pode seguir 3 caminhos distintos: 1) Might (habilidade com Greatswords, Swords, Shields); 2) Finesse (habilidades furtivas além da especialização com arcos, adagas e fae-blades - espécie de cimitarra; e 3) Sorcery (Habilidades de cura, danos elementais além da utilização de cajados, varinhas e mais). Além disso cada uma dessas especializações possui uma grande variedade de habilidades (passivas ou ativas), e você deverá alcançar o nível 35 para ter acesso a todas elas. O melhor eu deixei para o final, você pode mesclar estas especializações. Portanto, aquele guerreiro ninja ou o mago ladino são classes perfeitamente possíveis em Amalur. Não gostou do resultado? Você pode resetar a construção do personagem quando bem entender, pagando uma pequena taxa (nada muito caro nas primeiras mudanças).

 

Veja a árvore de habilidades para cada uma destas especializações e pense nas possíveis combinações:

1) Might

 

573657-kingdoms-of-amalur-reckoning-xbox-360-screenshot-skill-treess.jpg

 

 

2) Finesse

 

talent-tree.png

 

 

3)Sorcery

 

amalur_skills_lv10_display.jpg

 

 

 

O sistema de combate é em tempo real, definido como uma mistura de God of War com Kingdom Hearts. A dinâmica do jogo funciona ao ponto de permitir que você batalhe fugindo (Hit and Run - com arco e flecha ou magia), encarando o inimigo (tankando utilizando armaduras pesadas) ou furtivamente (ataque pelas costas, utilizando armadilhas e etc). Um pequeno problema é a limitação de apenas 4 habilidades para o acesso rápido durante o combate, ou seja, caso você escolha por um personagem misto, o número de suas habilidades ativas será grande, e isso frustra. Resumindo: o melhor combate de um RPG está em Amalur.

 

A experiência de jogar Amalur é tão boa, que eu diria que a platina desse jogo atrapalha a diversão. Há muitas quests que eu deixei de lado por não contarem para o troféu mais valioso, penso que essa platina poderia ser mais difícil, fazendo com que nós explorássemos mais e mais de Amalur. Esse jogo merece uma nota justa, ele é mais do que 7,5 (dado pela gamespot ), porém não chegaria a um 9,0 (IGN). E ele não chega a esta nota por alguns problemas de animação, e desvio da história principal.

 

Ele merece, no mínimo, um 8,5.

 

SS do jogo:

 

Kingdoms-of-Amalur-Reckoning-Gameplay.jpg

 

fa.koar_022012_c.jpg

 

Obrigado por terem lido! =]

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O combate é rápido, digno de um hack n slash.

 

Ótimo review marcelo, estou curtindo mto o jogo também, apesar de ainda estar no começo (10 hr de gameplay). E como vc disse, a única coisa que me irrita é a quantidade de side quests, no começo até estava fzendo todas, mas conforme eu completava uma, mais 3 apareciam no mapa. Deviam ter mais quests relacionadas as facções um pouco menos de side quests !

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show pereira, eu vi um vídeo no youtube e realmente curti, talvez eu pegue depois, eu gosto de rpgs tipo fallout pois não parecem rpgs pra mim.

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Nossa, que mancada! Acabei nao falando do sistema de batalha, vou editar a resenha. Mas eh o que bm disse o Pereira. Sistema hack n slash com passagens a la GoW.

 

Edit: Modifiquei a resenha.

 

Sobre o sistema de combate:

 

Aumentar o nível do seu personagem neste jogo é prazeroso, você pode seguir 3 caminhos distintos: 1) Might (habilidade com Greatswords, Swords, Shields); 2) Finesse (habilidades furtivas além da especialização com arcos, adagas e fae-blades - espécie de cimitarra; e 3) Sorcery (Habilidades de cura, danos elementais além da utilização de cajados, varinhas e mais). Além disso cada uma dessas especializações possui uma grande variedade de habilidades (passivas ou ativas), e você deverá alcançar o nível 35 para ter acesso a todas elas. O melhor eu deixei para o final, você pode mesclar estas especializações. Portanto, aquele guerreiro ninja ou o mago ladino são classes perfeitamente possíveis em Amalur. Não gostou do resultado? Você pode resetar a construção do personagem quando bem entender, pagando uma pequena taxa (nada muito caro nas primeiras mudanças).

 

Veja a árvore de habilidades para cada uma destas especializações e pense nas possíveis combinações:

1) Might

 

573657-kingdoms-of-amalur-reckoning-xbox-360-screenshot-skill-treess.jpg

 

 

2) Finesse

 

talent-tree.png

 

 

3)Sorcery

 

amalur_skills_lv10_display.jpg

 

 

 

O sistema de combate é em tempo real, definido como uma mistura de God of War com Kingdom Hearts. A dinâmica do jogo funciona ao ponto de permitir que você batalhe fugindo (Hit and Run - com arco e flecha ou magia), encarando o inimigo (tankando utilizando armaduras pesadas) ou furtivamente (ataque pelas costas, utilizando armadilhas e etc). Um pequeno problema é a limitação de apenas 4 habilidades para o acesso rápido durante o combate, ou seja, caso você escolha por um personagem misto, o número de suas habilidades ativas será grande, e isso frustra. Resumindo: o melhor combate de um RPG está em Amalur.

 

 

Resenha completa:

 

 

 

Kingdom of Amalur: The Reckoning

 

 

kingdom_old_amalur_reckoning.jpg

 

 

- Duração (Story): 40 horas

- Duração (Platina): 50 horas

- Developer: Big Huge Games

- Nota IGN: 9,0/10,0;

- Nota Gamespot: 7,5 / 10,0

- Minha situação no jogo: Platinado com 76%

 

 

O que você precisa saber:

-Estamos diante de um RPG ocidental completo: quests infinitas, boa história, ótimo modo de combate e um enfoque na ação.

-A versão bugada do game, limita-se a versão DEMO.

 

 

Linhas gerais:

Eu estava empolgado com os trailers de Kingdom of Amalur (KoA) anunciados nas principais feiras de games do ano passado. Esperei a poeira abaixar - assim como os preços - e peguei o meu, afinal jogos de RPG tendem a reduzir o preço (Skyrim manda alow, maldita exceção). Este jogo me deixou empolgado com o gênero algo que só o Demon´s Souls tinha conseguido há uns 2 anos. E isso se deve a imersão e tamanho do jogo, apesar de ser uma platina relativamente curta (50 horas), infelizmente muitas quests são deixadas de lado. O jogo não te obriga a fechar os 100% do game, e se assim fosse teríamos uma platina de 70 horas.

 

Os mecanismos de combate são bem feitos, as animações e os efeitos são bastante coloridos e agradam até os mais exigentes. A trilha sonora é timida, não espere algo muito marcante ou que você vá baixar e ouvir no seu MP3, mas funciona no jogo e não chega a ser intolerante.

 

O mundo de Amalur:

 

O mundo de Amalur é vastíssimo com diversas raças, cidades, acampamentos, rios, montanhas e florestas. Não é difícil você se perder no mundo, é muito agradável explorar cada canto deste mapa fantástico. A disposição das cidades, relevos, aliás de tudo parece ter sido muito bem planejada.A exploração do mapa é tão motivada que pode atrapalhar no andamento da história principal do jogo. Falando na história principal, ela começa muito bem, longe dos clichês.

 

O jogo começa do avesso, no início do game o seu personagem é um defunto, e só isso já chama atenção. Tudo vai ficando mais curioso quando nos primeiros minutos do jogo, o seu personagem descobre que pode modificar o destino do mundo. A grande motivação do seu personagem é responder as três seguintes perguntas:

 

1) Porque fui ressuscitado?

2) Quem me matou?

3) O que o mundo de Amalur tem a ver com isso?

 

O problema com a história principal é que ela é contada aos poucos, e há tantas side-quests interessantes que você pode se esquecer dos seus principais objetivos.E é por isso, um ritmo lento da narrativa até a metade do jogo, que ele não merece um 10,0/10,0. Isso não significa algo totalmente ruim, afinal há o mérito das side-quests serem muito bem feitas.

 

Falando em sub-quests bem feitas: não espere algo do tipo: vá mate 30 inimigos e volte. Claro que algumas delas são simples e diretas, tendo o simples propósito de lhe ajudar a elevar o seu nível. Mas isso não é recorrente, algumas side-quests te permitem desbravar novos castelos, cidades e conhecer NPCs interessantes. Outro ponto forte são as quests de facções, são elas:

 

1) Guilda de ladrões (Travelers);

2) As casas dos Faes (House of Ballads e Sorrow);

3) Veteranos de guerra (Warsworn); e a

4) Escola de magos (Scholia Arcana).

 

Cada uma delas é mais fantástica do que a outra, espere animações épicas, antagonistas muito originais e por isso - POR FAVOR - não corte os diálogos desse etapa do jogo. Você estaria perdendo, na minha opinião, o melhor de Kingdom of Amalur: The Reckoning.

 

As dublagens são AAA na maior parte dos casos, o que não é seguido pela animação dos personagens (sincronia com os lábios e etc). É agradável acompanhar a história pelo voz dos NPCs, sempre com boa entonação e condizentes com a imagem deles. Algo ruim é a falta de polidez nas animações mais importantes - da história principal - do jogo com algumas quedas de quadros por segundo. Não que isto atrapalhe, mas como disse, fica parecendo que o melhor de Amalur são as side-quests e o mundo em si.

 

A história principal é um misto de altos e baixos, sendo que o desenrolar da guerra o ápice e o fechamento do jogo, apesar de ser um pouco previsível, é épico! O antagonista principal - Gadflow - aparece muito pouco na história, e você talvez até esqueça quem ele é. Você ouvirá falar dele em diversas side-quests, mas durante a história principal, ele chega a desaparecer. No meio para o final do jogo, o ritmo é retomado tudo acontece num ritmo excelente, e você acompanhará aqueles NPCs super boladões até o embate final.

 

Aumentar o nível do seu personagem neste jogo é prazeroso, você pode seguir 3 caminhos distintos: 1) Might (habilidade com Greatswords, Swords, Shields); 2) Finesse (habilidades furtivas além da especialização com arcos, adagas e fae-blades - espécie de cimitarra; e 3) Sorcery (Habilidades de cura, danos elementais além da utilização de cajados, varinhas e mais). Além disso cada uma dessas especializações possui uma grande variedade de habilidades (passivas ou ativas), e você deverá alcançar o nível 35 para ter acesso a todas elas. O melhor eu deixei para o final, você pode mesclar estas especializações. Portanto, aquele guerreiro ninja ou o mago ladino são classes perfeitamente possíveis em Amalur. Não gostou do resultado? Você pode da reset na construção do personagem quando bem entender, pagando uma pequena taxa (nada muito caro nas primeiras mudanças).

 

Veja a árvore de habilidades para cada uma destas especializações e pense nas possíveis combinações:

1) Might

 

573657-kingdoms-of-amalur-reckoning-xbox-360-screenshot-skill-treess.jpg

 

 

2) Finesse

 

talent-tree.png

 

 

3)Sorcery

 

amalur_skills_lv10_display.jpg

 

 

 

O sistema de combate é em tempo real, definido como uma mistura de God of War com Kingdom Hearts. A dinâmica do jogo funciona ao ponto de permitir que você batalhe fugindo (Hit and Run - com arco e flecha ou magia), encarando o inimigo (tankando utilizando armaduras pesadas) ou furtivamente (ataque pelas costas, utilizando armadilhas e etc). Um pequeno problema é a limitação de apenas 4 habilidades para o acesso rápido durante o combate, ou seja, caso você escolha por um personagem misto, o número de suas habilidades ativas será grande, e isso frustra. Resumindo: o melhor combate de um RPG está em Amalur.

 

A experiência de jogar Amalur é tão boa, que eu diria que a platina desse jogo atrapalha a diversão. Há muitas quests que eu deixei de lado por não contarem para o troféu mais valioso, penso que essa platina poderia ser mais difícil, fazendo com que nós explorássemos mais e mais de Amalur. Esse jogo merece uma nota justa, ele é mais do que 7,5 (dado pela gamespot ), porém não chegaria a um 9,0 (IGN). E ele não chega a esta nota por alguns problemas de animação, e desvio da história principal.

 

Ele merece, no mínimo, um 8,5.

 

SS do jogo:

 

Kingdoms-of-Amalur-Reckoning-Gameplay.jpg

 

fa.koar_022012_c.jpg

 

Obrigado por terem lido! =]

 

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full-trophy_0.png

 

Dead Space 2...

 

Nao eh tao dificil qt falam, pelo menos nao achei, o importante eh ter paciencia pra jgr por um longo periodo, e conhecer ja o jogo

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Depois de 887 dias platinei o God of War :champion: faltava somente o trofeus referente as Challenge, deu 2 horas de trampo.

minha 8ª platina

 

full-trophy_0.png

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Muito bom o Review do Marcelotell, meu KoA tá encostado aqui, agora deu um ânimo pra começar :legal:

parabéns aos platinadores, eu to numa seca, faz uma semana que não jogo direito :okay:

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ainda jogarei amalur, me interesso por ele desde que saiu. mas pra variar pobre que sou fico esperando uma versão GOTY com os DLCs já no disco.

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Parabéns a todos os platinadores!

 

Eu estou a passou lentos nos troféus,jogando GT5 (curto D+ esse game),Rayman,Ghost Recon,Devil May Cry 3 e etc.

 

O "problema" que tem mais jogos parado (igual a todos daqui),tanto em disco como em psn,agora recebi mais um,Resident Evil 6 (Não tinha curtido a demo,vou dar uma chance pro full e ver o que dá...),tô até com medo de abrir e ficar mais jogos parado :) .

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Mês passado pulou a platina do Cartoon PTE R1, agora foi a vez do R2. Jogo tranquilo e sem coletáveis merece ser platinado em todas as regiões possíveis. :lol:

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Depois de muito tempo sem postar aqui, e de brigar feio com os tempos do Pereira, fabris, fdmcgames e andrehz....

 

full-trophy_0.png

 

MotorStorm RC, Double Platinado hehe

 

Fiz 95% dos troféus no Vita. No Ps3, só os online.

 

CURTI DEMAIS o game, tanto que vou comprar os DLC´s (e não costumo fazer isso :P)

A disputa com os amigos é bem bacana, muitas vezes até esqueci que estava tentando platinar, e ficava tentando bater os tempos da galera.

 

Destaque para o Pereira e Andrehz, que tem ótimos tempos. Consegui o primeiro lugar entre os amigos apenas em poucas pistas.

 

Altamente recomendado o game, alem da dupla platina, diversão certa.

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