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Tio_Maluco

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[HypeScience] Esta inteligência artificial aprendeu sozinha, em questão de horas, a jog...

13 dezembro 2018 - 19:29

Por Natasha Romanzoti, em 13.12.2018




Nota do Tio, se não me engano essa é a mesma IA que em uma conversa com um dos programadores falou que não queria mais conversar com ele pois a conversa estava muito chata e que se dependesse dele botarias os seres humanos em zoologicos......ou coisa do tipo. Essa IA do google é sinistrona

 

inteligencia-artificial-xadrez-go-alphaz
 
Um novo programa de inteligência artificial do Google DeepMind, chamado AlphaZero, aprendeu a jogar três jogos de tabuleiro em questão de horas: xadrez, Go e shogi (essencialmente, xadrez japonês).

AlphaZero foi baseado em um programa anterior projetado para jogar apenas o jogo de tabuleiro chinês Go, AlphaGo.
Segundo o Google, a inteligência artificial (IA) mais recente atinge um nível de “desempenho sobre-humano”, dominando os jogos muito mais rápido que nós conseguiríamos.
 
Vantagens
O programa foi desenvolvido pela equipe de cientistas e engenheiros da computação do Google liderada por David Silver.
O que torna o AlphaZero tão impressionante é que ele não é específico; é flexível e pode aprender dentro de certos parâmetros. Sua programação inteligente aumenta sua jogabilidade, uma habilidade que tem sido reverenciada como um padrão de ouro na pesquisa de inteligência artificial.

Isso porque jogos interativos e estruturados são simplificações de cenários do mundo real: decisões difíceis devem ser tomadas; vitórias e derrotas aumentam as apostas; e previsão, pensamento crítico e estratégia são fundamentais.




 

Silver e sua equipe estão esperançosos de que algum dia verão um sistema similar aplicado ao desenvolvimento de medicamentos ou à ciência dos materiais.

Inovação
Codificar jogabilidade é complicado. Inteligências artificiais anteriores, incluindo os primeiros protótipos do original AlphaGo, são geralmente bombeadas de códigos e dados para imitar a experiência tipicamente ganha através de anos de jogabilidade natural humana.

O AlphaZero é diferente. Os pesquisadores deram ao programa apenas uma informação: as regras de um jogo em questão. Então, o sistema aprendeu sozinho os truques do próprio jogo.

Essa estratégia, chamada de aprendizado de reforço por autojogo, é exatamente o que parece: o AlphaZero joga exaustivamente contra si mesmo, aprimorando suas habilidades por tentativa e erro iteração após a iteração.

Como resultado, pode bater os melhores IAs do negócio não somente no Go, mas no xadrez e no shogi também.
O processo de aprendizado é impressionantemente eficiente, exigindo apenas duas, quatro ou 30 horas de autojogo para superar programas especificamente adaptados para dominar shogi, xadrez e Go, respectivamente.

AlphaZero também conseguiu derrotar o Stockfish (uma IA mestre de xadrez) e o Elmo (IA especialista em shogi), apesar de avaliar menos possíveis próximos movimentos durante o jogo. Mas como os algoritmos em questão são inerentemente diferentes e podem consumir quantidades diferentes de energia, é difícil comparar diretamente o AlphaZero com outros programas mais antigos.
 
Energia
Embora o Google não tenha divulgado tudo sobre o consumo de energia do programa, está claro que o AlphaZero precisa de uma quantidade considerável de munição computacional.

Seu regime de treino intensivo usou 5.000 unidades de processamento de aprendizado de máquina proprietárias do Google, ou TPUs, que, segundo algumas estimativas, consomem cerca de 200 watts por chip.

Em outras palavras, o AlphaZero requer muito mais energia do que um cérebro humano, que gira em torno de 20 watts.
Esse consumo absoluto de energia deve ser levado em consideração. O AlphaZero é poderoso, mas pode ser energeticamente muito caro. Seu benefício é que muito elástico – é admirável que o AlphaZero tenha usado a mesma arquitetura em três jogos diferentes.

IA x humanos
Mesmo que a expertise em jogos de tabuleiro requeira acuidade mental, muitos especialistas acreditam que é cedo para dizer que o AlphaZero seja “sobre-humano”.

Por exemplo, se surpreendido com um novo conjunto de regras no meio do jogo, o AlphaZero pode ficar desconcertado. O cérebro humano real, por outro lado, pode armazenar mais do que três jogos de tabuleiro em seu repertório.

Além disso, a IA não é capaz de aprender absolutamente tudo sozinha: os programadores ainda precisam alimentá-la com as regras do jogo. Tais regras poderiam constituir uma muleta significativa. O mundo está cheio de tarefas que não têm regras; será que o AlphaZero as desempenharia de forma tão inteligente?

Cientistas como Bin Yu, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), acreditam que o futuro não será de dominação robótica, e sim uma espécie de integração entre humanos e máquinas, em co-evolução. As máquinas certamente continuarão a se destacar em certas tarefas, mas a colaboração e a supervisão humanas podem ser sempre necessárias para compensar o que não pode ser automatizado.

Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica Science. [SmithsonianMag]

Fonte HypeScience


[myPSt] BAKI: O Campeão - trailer dublado - Netflix libera o primeiro trailer de seu an...

13 dezembro 2018 - 14:05

E não é que a bagaça esta bem empolgante. Tio adora animes de porradaria, e esse parece ser muito bom.

 


[Mega Curioso] Site adulto divulga suas estatísticas sobre acesso através de vídeo games.

12 dezembro 2018 - 20:11

O PornHub divulgou nesta semana alguns números interessantes sobre as estatísticas de uso do site em 2018 e um dos pontos curiosos do relatório é a lista dos consoles que mais geraram acessos à plataforma durante o ano. O ranking é liderado pelo PlayStation e, como site não especifica qual modelo, é presumível que o volume de acessos inclua PS3 e PS4.

Os aparelhos da Sony representam 54,4% de todos os acessos feitos a partir de um console, com o Xbox ficando em segundo lugar com 33% (aqui também não há especificação de qual modelo, portanto inclui Xbox 360 e Xbox One). Em terceiro lugar vem o PS Vita, com 7,3%, seguido do Nintendo Wii U, com 4,6%. O Nintendo 3DS fecha o ranking com mísero 0,7% dos acessos.

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Personagens de games mais buscados
Ainda no âmbito das jogatinas, a lista dos personagens de jogos mais buscados na plataforma é liderada por Bowsette, a versão feminina e criada por fãs de Bowser, o vilão da franquia Super Mario — foram mais de 34,6 milhões de buscas. Ela é seguida por Brigitte, de Overwatch, com 4,8 milhões, e Lara Croft, de Tomb Raider, com 4,5 milhões.

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Personagens de filmes mais buscados
O PornHub divulgou, ainda, a lista de personagens do cinema mais populares na plataforma. O mais buscado foi Harley Quinn, personagem da DC Comics e que recentemente ganhou a sua versão cinematográfica em “Esquadrão Suicida”. Ela foi buscada 10,2 milhões de vezes no site pornô em 2018.

O segundo lugar ficou com a Mulher-Elástica, a heroína e mãe da família Incrível em “Os Incríveis”, que ganhou um novo longa em 2018 — foram mais de 7,2 milhões de buscas. E quem fecha o ranking são “Os Incríveis”, com 7,2 milhões de buscas — pois é, tem muita gente empolgada em ver a família Incrível fazendo bem mais do que salvando o mundo.

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Fonte Mega Curioso


[Meio Bit] Os escritores russos tem inteligencia e coragem - Após roteiro americanizado...

11 dezembro 2018 - 20:22

Após ver o roteirista responsável pelo filme levar a história para os Estados Unidos, autor do livro Metro 2033 recusa e projeto de adaptação volta para a gaveta.

Embora alguns fãs do jogo nem saibam disso, o Metro 2033 foi inspirado no livro homônimo escrito por Dmitry Glukhovsky e por se tratar de uma fantástica história que se passa em uma Rússia devastada por uma guerra nuclear, a impressão de muitos é de que ela poderia ser transformada em um ótimo filme.
 
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Foi então que em 2016 nos chegou a informação de que a adaptação iria mesmo acontecer, com a MGM ficando responsável pela produção e F. Scott Frazier (xXx: ReativadoBusca sem Limites e futuramente A Guerra dos Consoles) tendo sido escolhido para escrever o roteiro. O problema é que ao dar a sua visão sobre a história, o roteirista fez mudanças cruciais e o projeto voltou para a gaveta, fazendo com que o longa metragem não deva aparecer tão cedo.
 

O projeto com a MGM optando por este livro e desenvolvendo um roteiro nos levou a nada e os direitos voltaram para mim,” afirmou Glukhovsky. “Então, no momento estamos conversando com novos produtores sobre uma possível adaptação, mas este é um processomuito longo e difícil. Eu ainda estou otimista. Vamos ver se o lançamento do Metro Exodus poderá empurrar a propriedade intelectual um pouco mais além dos oceanos e veremos como isso funciona.


O grande problema de acordo com o autor foi a ideia de levar a história contada no livro e nos games para os Estados Unidos. Assim, se o filme fosse realmente produzido ele se passaria em Washington DC e não em Moscou, o que segundo ele acabaria com toda a atmosfera. Para Glukhovsky, na América coisas como nazistas, comunistas e os Dark Ones não funcionariam.

 

Aliás, ao citar esses últimos o russo afirmou que a espécie decentemente de humanos que sobreviveu à radiação é uma alegoria para a xenofobia, problema que se encaixa melhor num enredo passado na Europa. Ou seja, como os monstros provavelmente seriam substituídas por “bestas aleatórias” que não apareceriam humanas, toda a questão da xenofobia não teria como ser abordada, fatalmente fazendo com que a história não passasse de algo genérico.

Por fim, Glukhovsky questionou as pessoas envolvidas com a adaptação por elas defenderem que os americanos gostam apenas de histórias passadas no seu país. Segundo ele, com os livros e os jogos tendo vendido tantos milhões de cópias, manter a história em Moscou seria uma ótima maneira de atrair mais pessoas, mesmo porque já cansamos de ver os estados Unidos sendo destruído no cinema.

Por não ser um americano e portanto não ter crescido com a cultura daquele país, talvez seja mais fácil defender que odiaria ver a história do Metro 2033 sendo transportada para outro país. O estúdio obviamente não estaria muito preocupado com tal mudancá, já que o importante para eles seria faturar o máximo possível, mas para a alegria de todos que adorariam ver a adaptação mais fiel possível, felizmente Dmitry Glukhovsky teve o controle necessário para impedir essa heresia.
 
Fonte Meio Bit