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Os melhores jogos do PS4 (que já joguei)

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Jogos de PS4 avaliados até o momento (74):

 

Total PS3 + PS4 = 240

 

(para encontrar o review do jogo que você procura, use CTRL + F no seu navegador, e depois digite o nome do jogo listado nesta postagem)

 

(prestigie também o tópico para os jogos do PS3, encontrado neste link)

 

A

 

Assassin's Creed: Syndicate

Assassin's Creed: Unity

 

 

B

 

Battleship

Boggle

 

 

D

 

Disc Jam

Dungeon Punks

Dying Light

 

 

E

 

Everybody's Gone To The Rapture

 

 

F

 

Far Cry 4

Far Cry Primal

Filthy Lucre

Firewatch

 

 

G

 

Game of Thrones

Grand Theft Auto III

Grand Theft Auto: San Andreas

Grand Theft Auto: Vice City

Grim Fandango

Grow Home

Guns, Gore & Cannoli

 

 

H

 

Home

Homefront: The Revolution

 

 

I

 

Infamous: First Light

Infamous: Second Son

 

 

J

 

Just Cause 3

 

 

K

 

Killzone Shadow Fall

King's Quest

 

 

L

 

LA Cops

Lara Croft And The Temple of Osiris

Life Is Strange

 

 

M

 

Mad Max

Metal Slug 3

Monopoly Deal

Monopoly Family Fun Pack

Monopoly Plus

 

 

N

 

Never Alone

 

 

O

 

Odin Sphere Leifthrasir

 

 

P

 

Paparazzi

Plants vs Zombies: Garden Warfare 2

 

 

R

 

Risk

Risk: Urban Assault

Rocket League

 

 

S

 

Saints Row: Gat Out of Hell

Scrabble

Sniper Elite 3

Sniper: Ghost Warrior 3

Splice

Submerged

Super Toy Cars

Switch Galaxy Ultra

 

 

T

 

Table Top Racing: World Tour

Tales From The Borderlands

Tembo The Badass Elephant

Tennis In The Face

The Bridge

The Crew

The Fall

The Order: 1886

The Vanishing of Ethan Carter

Three Fourths Home

Tom Clancy's Ghost Recon: Wildlands

Tom Clancy's Rainbow Six Siege

Tom Clancy's The Division

Toren

Trine: Enchanted Edition

Trine 2: Complete Story

Trine 3: The Artifacts of Power

Trivial Pursuit Live

 

 

U

 

Unmechanical: Extended

Uno

 

 

V

 

Viking Squad

 

 

W

 

Watch Dogs

Whispering Willows

 

 

Z

 

Zombie Army Trilogy

Zombie Vikings

 

  • Curti 8

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Dying Light

 

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Platina # 25 no PS4 / # 85 no geral / platina + 100%

 

Excelente jogo de ação em 1a pessoa, com elementos de parkour. Muita correria, porradaria e sangue pra ninguém botar defeito.

 

Jogamos como um agente que é enviado à uma cidade isolada onde um vírus causou uma epidemia, transformando quase toda a população em zumbis. Inicialmente a nossa missão é infiltrar-se e localizar um chefão do crime e conseguir uma amostra da vacina que está em poder dele. Porém, com o tempo vamos nos afeiçoando aos sobreviventes, suas dificuldades e batalhas, e com isto a história muda de rumo.

 

Gostei muito da jogabilidade, nível elevadíssimo. A adição do parkour ao "arroz com feijão" dos jogos em 1a pessoa foi uma grata surpresa, trazendo novos ângulos de estratégia que podem ser usados no decorrer do jogo.

 

Ganha destaque, também, o ciclo de dia e noite presente no jogo: de dia você enfrenta zumbis normais, até que fracos; quando a noite cai, se você ficar vivo mais de 15 minutos já é um milagre... o jogo muda drasticamente.

 

A platina é demorada e requer que você faça praticamente tudo que existe pra ser feito. É como fazer o 100% nos GTAs, Red Dead Redemption ou Assassins's Creed 3: algumas missões da história principal, dezenas de missões secundárias (muito boas, por sinal), dezenas de coletáveis, vários troféus de kills X, Y e Z, upar o personagem até level X, e por aí vai. Não existe nada que seja muito difícil, porém leva trabalho e dezenas de horas até se fechar tudo.

 

As 3 DLCs são bacanas também: uma é um modo história num mapa completamente diferente, criado do zero, uma das melhores DLCs que já joguei; a outra é composta por desafios de parkour, ou seja, completar uma corrida de A à B em determinado tempo, jogando de dia e também à noite; e a última é uma espécie de modo coop em que até 4 pessoas são forçadas à um desafio estilo "Jogos Mortais", tentando sobreviver 20 ondas com objetivos diferentes. As duas últimas são bem trabalhosas, e representam a maior dificuldade ao 100% do jogo.

 

Jogo recomendadíssimo, um dos melhores do PS4 que joguei até o momento.

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade do 100%: 6/10

Tempo pro 100%: 75 horas

 

 

Filthy Lucre

 

 

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Platina # 32 no PS4 / # 101 no geral

 

Temos aqui um jogo com uma proposta bem diferente do que se geralmente é encontrado: com elementos de stealth e ação, "Filthy Lucre" é uma mistura do "Splinter Cell" com a câmera do "Diablo".

 

No início, somos procurados por um chefão do crime organizado que, traído por seus cúmplices, busca vingança. Assim, precisamos realizar roubos, assassinatos, plantar evidências e tudo aquilo que um verdadeiro espião no melhor estilo do gênero consegue fazer. Como auxílio, temos armas de fogo e apetrechos no melhor estilo "Missão Impossível", como bombas de fumaça, geradores de ruído, minas sonoras e disfarces

 

As missões podem ser jogadas no modo furtivo, o que é recomendável: entre e saia sem matar ninguém ou, caso preferir, faça uma ou outra eliminação furtiva, sem chamar atenção. Caso isto aconteça, os níveis de alarme aumentam pouco a pouco, o que traz reforços policiais e um drástico pico de dificuldade ao processo.

 

A platina requer um certo trabalho, pois precisamos realizar todos os objetivos primários e secundários de cada uma das 15 fases. Por exemplo, não basta apenas entrar num banco e roubar o cofre, mas além disso cumprir outras metas que vão quebrar a sua cabeça. Ah, e se você fracassar e/ou morrer, precisa começar do zero nesta fase, não há checkpoints dentro dela. Isto vale sobretudo para um objetivo em comum que existe em todas, que é passar pela fase sem alertar ninguém. Este troféu aumenta a dificuldade da platina. Além dele, há vários outros troféus que requerem treino, paciência e dedicação.

 

O jogo foi tão, mas tão subestimado, que comecei a jogar ele há 1 ano e meio atrás, peguei alguns troféus e deixei a platina engatilhada, e aí quando voltei à ele, mais de 600 dias depois, ainda assim peguei o pioneiro. É o tipo de jogo que se um dia sair na Plus vai ter um monte de gente por aí dizendo "caramba, como não conheci isto antes?".

 

Dêem uma chance a este jogo, não irão se arrepender. Podem me cobrar depois.

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 30 horas

 

 

Grand Theft Auto: San Andreas

 

 

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Se é verdade eu não sei, mas quem acredita, compartilha.

 

Platina # 31 no PS4 / # 98 no geral

 

Fechando a trilogia clássica (aliás, repararam quantas "trilogias clássicas" surgiram ultimamente?) do PS2, temos aqui o tão famigerado GTA: San Andreas, jogo que ficou conhecido por gerar uma infinidade de memes, canais de YouTube dedicados a desvendar mitos e teorias conspiratórias, e toda uma legião de fãs de jogos de mundo aberto, putaria e tiroteio. Além de dar aquele rolê de carro ouvindo um som, é claro.

 

O jogo, em seu escopo, consegue a proeza de ampliar ainda mais (!) o padrão RockStar de qualidade, muito bem comentado nos dois reviews anteriores (GTA 3 e GTA: Vice City). Desta vez, nos é apresentada uma linha narrativa com mais de 100 (!!) missões principais, além de centenas (!!!) de missões secundárias e trocentas (!!!!) atividades disponíveis. De um modo geral, a jogabilidade melhorou bastante, com a exclusão da mira invertida nos momentos de ação (o que atrapalhava bastante o dinamismo), além de incrementos pontuais no controle dos veículos, gráficos, IA dos NPCs, design do gigantesco mapa, e por aí vai.

 

Um ponto negativo, ao meu ver, foi a gradual queda de qualidade nas rádios disponíveis: ao invés de focarem em poucas rádios com ótimas músicas no playlist, aumentaram substancialmente o número de rádios, porém com um playlist menos marcante em cada. Infelizmente, também ao meu ver, esta característica manteve-se constante nos dois títulos posteriores da série.

 

Em relação à platina, é com a graça divina de Jesus, Maria e José que agradecemos o fato de NÃO termos que fazer 100% neste jogo, pois este se tornaria um processo de cerca de 150 horas (ou mais), já que há uma transbordância ( ͡° ͜ʖ ͡°) de conteúdo aqui. Por outro lado, a lista elaborada é claramente inferior aos demais jogos, o que pode ser explicado pelo fato dela ter sido feita pela Sony, e não pela RockStar. De qualquer maneira, a listagem cumpre o seu papel de explorar o que o jogo oferece, e não apresenta nenhum ponto fora da curva pra quem buscar a famosa "pratina".

 

No mais, uma excelente pedida para quem procura inúmeras horas de diversão.

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 50 horas

 

 

Grand Theft Auto: Vice City

 

 

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Milhares de vezes.

 

Platina # 30 no PS4 / # 97 no geral

 

Lançado com os outros dois jogos do PS2, em versão remasterizada (?) para o PS4, temos aqui o melhor do trio.

 

A "Vice City" do título, baseada na cidade de Miami, EUA, é a única cidade representada nos jogos da série além das já conhecidas Liberty City (New York) e Los Santos (Los Angeles). E, meus amigos, que belíssima representação: a orla marítima, as luzes de neon quando o sol se põe, as diversas etnias (e sua excelente comédia não-intencional na verborragia do linguajar)... realmente Miami está viva e presente neste jogo.

 

Em relação às qualidades e defeitos do jogo, vale tudo o que disse no review do GTA 3. Sobretudo, aqui a fórmula é mais azeitada: o que é engraçado é ainda mais engraçado, os personagens são ainda mais memoráveis, as missões são ainda mais variadas e criativas, a história é muitíssimo mais bem bolada e se desenvolve de uma maneira espetacular, com grande destaque para as missões secundárias, uma melhor que a outra.

 

Juntamente com este último ponto que comentei, um outro grande destaque é a soberba trilha sonora. Palavras não fazem jus à sua qualidade, incomparável. Quem dirigiu um possante na calada da noite nas ruas de Vice City, ouvindo "Waiting for a Girl like You", "Out of Touch" ou "I Ran (So Far Away)" sabe do que estou falando.

 

Temos também, a participação de vários atores conhecidos fazendo a dublagem de diversos personagens, com destaque para Ray Liotta como o protagonista Tommy Vercetti e o imbatível Danny Trejo como Umberto Robina.

 

Em relação à platina, vale o mesmo que falei no review do GTA 3: fechar a campanha, fechar as missões secundárias, coletáveis, causar destruição, etc. Aquela diversão garantida de sempre.

 

Um adendo especial, por fim, à missão que nos brinda com um dos NPCs mais engraçados da história dos videogames:

 

Are you the man with the big cojones?

 

Nota do jogo: 8/10 (como jogo de PS2 e dentro da história dos videogames é 10/10, porém em diante da evolução dos jogos desde então, fica nisto)

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 40 horas

 

 

Killzone Shadow Fall

 

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Platina # 20 no PS4 / # 79 no geral / platina + 100%

 

Encerrando a saga no PS4 (não tenho o Vita, infelizmente), com todos os 4 jogos platinados e com 100%.

 

Gostei muito deste aqui, a evolução é nítida nos gráficos e na jogabilidade. A história é mais do mesmo (como comentado no post dos jogos do PS3, irmão gêmeo deste tópico), porém diverte e tem muita ação.

 

Considero um jogo até subestimado, pouco comentado por aqui, e um dos melhores do PS4 até o momento.

 

A platina dá um trabalho bem grande, demandando tempo e habilidade, o que é difícil de se encontrar (geralmente pedem uma coisa destas duas).

 

O online do jogo dá pra ser feito praticamente sozinho. Fiz o boost de alguns troféus com um grupo de amigos, no meio do ano passado. Em cerca de 10 horas fizemos os troféus mais simples da platina, e os das 2 DLCs (incluindo aquela que é exclusivamente coop). Depois foram cerca de 40 horas pra limpar o restante (enfatizando, jogando sozinho contra bots).

 

A campanha, apesar de fácil em certos pontos, vai crescendo de dificuldade ao longo dos capítulos. Se nos 4 primeiros mal há tiroteios frenéticos, no 5o a coisa começa a pegar fogo, com o ponto alto no 7o e no 9o capítulos, onde há dois dos maiores confrontos de toda a série. No 1o, você precisa defender um ponto, com intermináveis (50? 60? 80?) inimigos que avançam, flanqueiam e querem teu escalpo. No 2o, o último grande confronto do jogo, que lembra bastante a famosa "última sala" do Radec no Killzone 2, só vem FDP com arma forte e é um lugar com pouquíssimas opções de cover.

 

Neste jogo, por consequência, peguei o que considero um dos 10 troféus mais difíceis no meu perfil até agora: aquele chamado "Eu sou Foda", que é terminar a campanha na dificuldade Elite. Neste modo de jogo você tem apenas 3 vidas pra zerar a campanha toda. Não há checkpoints. Morreu, volta pro início do capítulo. Acabou as 3 vidas, já era a sua chance.

 

Se morrer até que não tem problema, é só apertar o Options bem rapidamente e voltar pro menu principal, e sua morte não é registrada. Porém, você terá que jogar o capítulo todo em que fracassou, desde o início. E, como o jogo tem capítulos bem longos, com 40, 50, 60 minutos de duração, e como também temos diversos momentos em que é fácil morrer com o famoso "one hit kill", e também como temos vários tiroteios em que é você contra dezenas de inimigos, a pressão psicológica é muito, MUITO grande. Precisa ter a cabeça no lugar e não se desesperar. Joguei os últimos momentos do capítulo 9 com o coração na boca, rs.

 

Enfim, valeu muito a pena jogar toda esta saga, recomendo a todos.

 

:legal:

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade do 100%: 9/10

Tempo pro 100%: 80 horas

 

 

Switch Galaxy Ultra

 

 

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PSN # 19 no PS4 / # 91 no geral / jogo base + 100%

 

Muito orgulho de ter fechado este aqui.

 

Primeiro, porque ele é o 3o jogo mais difícil do meu perfil (no PSN Trophy Leaders), somente atrás de 2 NBA.

 

Segundo, porque sou uma das 3 pessoas aqui do MyPST que tem o 100% no jogo. E os outros 2 são amigos de longa data que fizeram os troféus online comigo (um deles até tirou o velocista 100% de mim, rs).

 

Terceiro, porque o jogo é absurdamente subestimado e, de fato, é BOM mesmo. Difícil, viciante. Você fica com a música dele na cabeça por dias.

 

Temos aqui uma espécie de Wipeout, porém não tão frenético como este.

 

Os troféus online são rápidos, porém precisam de boost. Os que podem ser boostados, digo... pois há dois que precisam de habilidade, e meu amigo, que troféus chato do caralho. Você basicamente precisa fazer um trecho de 10 minutos da pista, SEM ERROS. Errou, volta pro começo. E a velocidade só aumenta com o passar do tempo. Foram quase 10 horas de tentativas pra conseguir.

 

Talvez o PSN que tenho mais orgulho de ter fechado.

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade do 100%: 8/10

Tempo pro 100%: 20 horas

 

 

The Bridge

 

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PSN # 17 no PS4 / # 87 no geral

 

Elegante e difícil jogo de quebra-cabeças em que controlamos uma pessoa que vivencia seus sonhos.

 

Precisamos levar ele à porta através de inúmeras fases, a fim de completar cada mapa.

 

A grande inovação do jogo é que você mal caminha com o personagem, girando a tela com a ajuda do controle.

 

Excelente jogo, com admirável trilha sonora. Recomendado aos amantes do gênero.

 

Os troféus são simples em sua essência, porém é necessário paciência pois alguns requisitos são bem específicos em termos de posicionamento da tela para que os puzzles sejam desbloqueados.

 

[o jogo saiu na Plus neste ano de 2018]

 

Nota do jogo: 8/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 10 horas

 

  • Curti 6

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Assassin's Creed: Syndicate

 

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"Dirty old river, must you keep rolling, rolling into the night..."

 

Platina # 7 no PS4 / # 50 no geral / platina + 100%

 

Facilmente um dos melhores da série e, na minha opinião, o melhor desde o "Black Flag" (o que parece uma infinidade de tempo mas não é, já que tivemos apenas dois jogos entre os dois citados).

 

O foco deste título é bem fácil de se explicar: SIMPLIFICAR. Jogabilidade, história, missões, cenários, tudo.

 

Não temos aquela lenga lenga de 5.000 NPCs na tela, que te atrapalham no seu vai-e-vem. A história é eficaz, auto-contida e sem grandes pontas soltas. A jogabilidade é primorosa, com o uso do gancho sendo uma boa adição à série.

 

A platina/100% é no padrão dos jogos da franquia, nada tirado do chapéu. A DLC baseada no Jack, o Estripador é uma das melhores da série, destoando bastante do restante da narrativa.

 

Temos aquele arroz com feijão acompanhado de um belo bife e um combo alface e tomate que, se não é um prato gourmet, satisfaz muito bem nas horas vagas.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 40 horas

 

 

Battleship

 

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PSN # 33 no PS4 / # 119 no geral

 

Este é o famoso "Batalha Naval" que muita gente conhece via jogos de tabuleiro.

 

O curioso, aqui, é que conseguiram enfiar um modo história dentro do jogo. E, mais curioso ainda... ficou bem legal, talvez o mais divertido entre todos estes jogos de tabuleiro que comentei nos posts anteriores.

 

A história é dividida em várias (acho que 40) missões, cada uma explorando muito bem as nuances apresentadas na jogabilidade, e requer muita estratégia e paciência pra chegar ao fim. As missões variam bastante de dificuldade, algumas você passa de primeira, sem o menor problema, mas tem umas 3 ou 4 que são bem encardidas, precisando de diversas tentativas.

 

Peguei o velocista neste jogo bem bacana e altamente recomendado.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 10 horas

 

 

Everybody's Gone To The Rapture

 

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Sente-se aqui e pense na vida. Não, realmente PENSE na vida.

 

Platina # 5 no PS4 / # 38 no geral

 

Excelente jogo, um dos melhores dos (poucos) que joguei no PS4.

 

Então por que a nota dele não é tão alta, ô Tales cuzão? A explicação é fácil: este jogo não é pra todo mundo, não é pra qualquer um. Requer um certo estado de espírito para ser jogado. Se você busca ação desenfreada, se busca troféus rápidos e fáceis, ou se busca algo que faça sentido desde que seja esfregado na sua cara, então este jogo não é pra você.

 

Somos inseridos numa situação extraordinária: toda a população de uma vila no interior da Inglaterra em 1984 some de repente. Precisamos desvendar o mistério que levou a isso. Quanto menos você ler sobre a história antes de jogar, melhor.

 

O enredo, os gráficos e a trilha sonora são fantásticos. Pensei que seria um jogo mais puxado pro suspense, mas me enganei feio: é um jogo de exploração, focado fortemente na narrativa. Pra galera chata, um "simulador de caminhada".

 

A platina é tranquila e indolor: na 1a zerada fui de boa, curtindo a história e os personagens, depois fiz uma 2a zerada pra pegar 2 troféus específicos, e uma 3a zerada pra fazer a limpa. Como a história é relativamente curta, não houve problema nenhum da minha parte em realizar tal tarefa.

 

Vou deixar um comentário aqui: reflitam sobre o que vocês joguem. Pensem em como estas experiências mudam você como pessoa, como indivíduo dentro de um todo.

 

O jogo é imperdível e fortemente indicado à todos os donos de um PS4. Quem não concorda com o meu review, releia (e rejogue) até entender.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 15 horas

 

 

Far Cry 4

 

 

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Alerta: suas definições de comédia involuntária foram atualizadas.

 

Platina # 36 no PS4 / # 108 no geral / platina + 100%

 

Em mais uma aventura da memorável (só que não) série "Close Cry", desta vez vamos para a Ãndia (sim, apesar de não ser falado é lá mesmo!), onde assumimos o controle de um pobre rapaz (Ajay Ghale) que é pego no meio de um conflito entre o governo e os revolucionários justamente quando vai levar as cinzas de sua mãe de volta ao seu país natal.

 

O vilão da vez, Pagan Min (voz e captura de movimentos de Clodovil Hernandes), novamente dentro da tônica da série, dá as caras logo no começo da história, com aquela aparição "amedrontadora" e que vai te deixar "super empolgado", porém passa o restante da campanha em off, praticamente se comunicando com nosso protagonista via rádio e soltando uma gracinha aqui e ali, para somente retornar na reta final, virando bucha de canhão.

 

Tal parágrafo acima, como já comentado no review do jogo anterior é, sem sombras de dúvidas, o grande ponto falho da série, e também o que a impede de ser um excelente jogo, tanto dentro como fora do gênero a qual pertence.

 

Todos os outros (ótimos) pontos, já comentados em "Choro Distante 3", aqui recebem um banho de loja, com uma nítida diferença neste que é o primeiro título da série para o PS4: a jogabilidade continua primorosa; a campanha tem boa duração e missões variadas; o conteúdo extra (missões secundárias, atividades, etc) também oferece um bom valor à compra. E por aí vai.

 

Em relação à platina, temos aqui mais uma lista de praxe da série, bastando fechar a campanha, pegar um ou outro coletável aqui e acolá, eliminar inimigos de determinado modo, e alguns troféus online (simples e rápidos). Há também uma DLC, uma boa adição, em que vamos ao Himalaia e nos deparamos com os Yeti (quem são eles? o que fazem? é de comer ou de beber?), tentando sair de mais esta enrascada.

 

No mais, um jogo de bom pra ótimo, que poderia ser excelente se feito com um pouco mais de dedicação e sem cair nas fórmulas do gênero.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 40 horas

 

 

Grand Theft Auto 3

 

 

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Platina # 29 no PS4 / # 96 no geral

 

Lançado em forma de port há algum tempo pro PS4, temos aqui o primeiro jogo em 3a pessoa da franquia (e da empresa) que redefiniram o gênero de jogos de mundo aberto.

 

Analisando em retrospecto, vemos diversos elementos que sempre estiveram presentes nos jogos posteriores: o humor peculiar e irônico; a crítica à sociedade e seus hábitos de consumo; a jogabilidade bastante avançada para os padrões da época; a trilha sonora recheada por músicas que todo mundo (de bom gosto) conhece (ou ficará assobiando por dias a fio); e o enredo bem conduzido, eficiente e enormemente povoado por tipos característicos, memoráveis e inesquecíveis.

 

Por outro lado, certos pontos do jogo envelheceram mal, como a câmera em primeira pessoa nos momentos de tiroteio, principalmente pelo uso da mira invertida, que torna os trechos de ação em algo que vai te deixar bem nervoso. Ademais, a física dos veículos também oscila: em certas atividades eles se assemelham a carros de brinquedo, enquanto em outras, de papelão ou cimento. É claro que precisamos levar em conta a época em que o jogo foi produzido, senão é melhor nem encarar o desafio de rodar o aplicativo e se dispor a fechar a platina.

 

Em relação à platina, é uma lista bem formulada e que abrange tudo que o jogo tem a oferecer: fechar a campanha principal, fazer todas as missões secundárias, e diversas outras atividades que englobam absolutamente todas as maneiras de se aproveitar o jogo, como corridas, preencher uma lista de veículos pra roubar e entregar, os típicos coletáveis, etc; aliás, isto é algo em comum em todas as platinas da série, com exceção do San Andreas. Nada muito difícil, porém bem trabalhoso e demorado, e certamente você vai ficar puto com alguma tarefa no caminho ao troféu do 100%.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 40 horas

 

 

Infamous: First Light

 

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Platina # 18 no PS4 / # 72 no geral

 

Uma leve melhora em relação ao anterior, porém ainda com aquela sensação de que foi mais do mesmo, uma bela encheção de linguiça.

 

A história é mais interessante e a protagonista de fato é melhor desenvolvida que o Di Ferrero no Second Son.

 

Pena que o que poderiam tirar de coletáveis e colocar em missões e coisas mais interessantes, não fizeram.

 

Antes de começar o jogo, li na internerds que esta seria a platina mais difícil da série, por causa das arenas. Qual não foi a minha surpresa em platinar esta bodega em pouco mais de 24 horas. Acho que as arenas só são difíceis se você jogar o jogo como ele NÃO foi feito pra ser jogado.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 25 horas

 

 

King's Quest

 

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PSN # 26 no PS4 / # 112 no geral / jogo base + 100%

 

Este aqui é mais daqueles 100% que enganam, tal qual o Hitman do PS4 e o The Walking Dead temporada 2. Não há platina, porém temos 53 troféus.

 

Temos aqui o remake da talvez mais clássica série de jogos point-and-click, que abrange 8 jogos e cujo primeiro exemplar foi lançado em 1984.

 

É um excelente game dentro do gênero, com uma história grandiosa em que controlamos um rapaz humilde que sonha em ser rei, e depois, com o passar do tempo, suas aventuras depois de conquistar este seu primeiro objetivo. Jogamos com ele enquanto jovem, depois adulto, e por fim já na velhice.

 

Entre os pontos altos dos cinco episódios, destaco o primeiro, com a luta contra o dragão sendo o momento mais épico do jogo, e o último, com um final inesperado e agridoce.

 

A "platina" é naquele mesmo esquema dos jogos do gênero: usando um guia, tudo fica fácil. E dá pra ir curtindo a história de boa também.

 

Na minha opinião, este é o melhor point and click do PS4 até o momento. Pelo menos entre os que joguei e tenho conhecimento.

 

Sem querer e nem tentar, peguei o velocista.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 20 horas

 

 

Odin Sphere Leifthrasir

 

 

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"- Vô, o que é um RPG japonês?

 - É um estilo de jogo em que os homens se parecem como mulheres, e as mulheres, como meninas."

 

Platina # 35 no PS4 / # 104 no geral

 

Antes de mais nada, o que é um "Leifthrasir"?

 

 

Comi o brioco do curioso que clicou aqui. Rá! ( ͡° ͜ʖ ͡°)

 

 

 

Na mitologia nórdica, este é um termo que caracteriza um casal designado a repopular o mundo depois de uma catástrofe. Mais informações aqui.

 

 

Existem três certezas na vida de qualquer pessoa: primeiro, você vai pagar impostos durante toda a sua existência; segundo, um dia você vai morrer; e terceiro, a Vanillaware sempre continuará criando jogos artisticamente belíssimos.

 

A mesma empresa que lançou o incrível "Dragon's Crown" (também avaliado no tópico de PS3 da minha assinatura), desta vez, remasterizou/remakerizou um jogo de PS2, o tal do "Odin Sphere". E o trabalho ficou digno de nota, com novas animações, novas músicas, novas fases e inimigos, e tudo mais o que sua imaginação permitir.

 

Comparado ao jogo citado acima, este aqui não permite coop (nem local), o que é um ponto negativo ao meu ver. Ainda assim, temos um game bacana e divertido, de excelente qualidade, com direito aos combos inigualáveis e aqueles bosses gigantes, fortes e musculosos ( ͡° ͜ʖ ͡°).

 

Controlamos cinco personagens, cada qual com suas características, poderes, fraquezas e golpes, que precisam derrotar as forças do mal de um reino encantado qualquer por aí. Em um determinado momento as histórias se entrelaçam, o que é uma sacada bem legal dos produtores, interferindo também nos diversos finais disponíveis.

 

A platina não requer esforço, já que pode ser completada na dificuldade mais fácil possível, porém necessita de um certo grind em alguns troféus, notadamente aquele de degustar todas as (apetitosas) comidas, tal qual como no "Dragon's Crown".

 

Não sou fã de RPGs japoneses, porém este estilo artístico que a empresa propõe, aliado às doses de ação e pitadas de RPG, tornam o jogo algo extremamente prazeroso ao meu ver. Faço votos para que a Vanillaware traga ao PS4 um remake do "Muramasa Rebirth" (somente disponível no Vita até hoje), e aguardo ansiosamente o lançamento de seu próximo título, o "13 Sentinels: Aegis Rim".

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 40 horas

 

 

Tembo The Badass Elephant

 

 

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PSN # 18 no PS4 / # 88 no geral

 

Um jogo com o nome de "Tembo o Elefante Fodão" não tem como ser ruim, certo?

 

Da mesma Sega que produziu a famosa série "Sonic", temos aqui uma mistura de plataforma com ação, protagonizado por um elefante maroto que usa uma faixa vermelha na testa igual à do Rambo.

 

A jogabilidade é primorosa, e o nível de desafio é relativamente alto também: um dos troféus pede para que se mate todos os inimigos e resgate todos os reféns de todas as fases. As batalhas contra os chefes são divertidas também.

 

Foi um jogo bem pouco comentado por aí, tornou-se subestimado. Um dos melhores PSN's do ano passado [2016] pra cá. Recomendado também.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 15 horas

 

 

The Order: 1886

 

 

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Platina # 1 no PS4 / # 34 no geral

 

É a minha primeira platina no Nintendo Sixty-Four, digo, no PS4.

 

E gostei bastante do jogo.

 

Penso que o prejudicou foram 4 fatores:

 

- Campanha excessivamente curta;

- Lista de troféus xarope (mal elaborada);

- Efeito de manada na opinião pública/reviews (meia dúzia fala mal, o resto segue acompanhando sem questionar);

- Pagar o preço cheio.

 

Justificando, respectivamente:

 

- Os gráficos deste jogo são os mais bonitos que vi na minha vida. Não há transição entre cutscene e gameplay, é igual, idêntico. Algumas vezes morri de bobeira pq tava assistindo algo, curtindo a história, e não percebi que tinha QTE e demorei na reação.

 

Segue um share da minha reação aos gráficos:

 

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A jogabilidade é acima da média, com direito a várias armas marotas (pena que aparecem pouco, mas compreensível também, são muito OP).

 

A história, a premissa e o enredo são de uma criatividade elogiável... criou-se uma mitologia que, se melhor desenvolvida, tem pano pra manga pra uma franquia de peso.

 

Porém, a campanha ficou MUITO curta. Eu jogaria facilmente algo com o triplo de duração, principalmente com maior variação no cenário.

 

- Houve, ao meu ver, uma forte preguiça na criação da lista de troféus: deveriam fazer como nos Uncharteds, com troféus menores premiando cada 10, 20, 30, etc coletáveis que vc pegasse, e por fim um de ouro quando completasse. Seria interessante, também, troféus de kills com CADA arma (ao invés daquele de ouro "mate 1 vez com cada arma"). Seria legal, além disso, a existência de uma outra dificuldade, ultra-motherfucker, desbloqueada após você zerar no hard (pra separar os homens dos meninos). E por aí vai... ou seja, fazer o caboclo suar um pouco mais pra fazer a platininha.

 

- A impressão que tive é que MUITA gente não jogou e criticou. Ou jogou porcamente, usando guia de coletáveis logo na primeira zerada, não curtindo a EXPERIÊNCIA de se vivenciar aquilo. Palhaçada demais. Você vê os relatos de neguinho dizendo que zerou em 4/5 horas... como isso, se é impossível de se pular as cutscenes? Joguei no hard e levei 12 horas pra fechar a campanha, isso porquê fui vasculhando cada canto e peguei 57 dos 63 coletáveis. Juntando isto com o motivo anterior, geral passou correndo pelo jogo e depois botou a culpa na qualidade em si.

 

- Sobre o preço: nenhum, NENHUM jogo vale o preço cheio. Talvez o Uncharted 4, e olha lá... agora, uma coisa é pagar 150, 180, 200 aqui, e outra é pagar 65 (o meu caso). Talvez, quem tenha pago preço cheio (próximo do lançamento) se sentiu no direito de criticar (com certa razão, até mesmo pq cada um faz o que quer com o seu dinheiro). Porém, penso que, com as expectativas ajustadas, é mais fácil pra se perceber o nível de satisfação com um produto que adquirimos.

 

A platina é tranquila, dá pra pegar os troféus praticamente sem perceber. O jogo não registra o que falta em termos de coletáveis... gastei 3 horas pra pegar os 6 que faltavam, mas é tranquilo também, nada do outro mundo.

 

Torcendo aqui pra RAD ouvir a opinião de quem curtiu o jogo, estudar o mercado... aqui temos potencial pra vir uma continuação com aquele pulo gigantesco de qualidade igual foi do Uncharted 1 pro Uncharted 2.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 15 horas

 

 

The Vanishing of Ethan Carter

 

 

 

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Esta imagem representa a soma das suas curiosidades.

 

PSN # 16 no PS4 / # 86 no geral

 

Divertido, breve e caprichado jogo de investigação em 1a pessoa.

 

A história tem um plot twist fantástico nos últimos minutos, dos melhores que já vi. Por esta razão, é melhor não revelar nada mais sobre o enredo.

 

Os gráficos são sensacionais. É um jogo comparável em tom e qualidade ao seu primo rico, o "Everybody's Gone to the Rapture".

 

Recomendado.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 3 horas

 

 

Tom Clancy's Ghost Recon: Wildlands

 

 

 

 

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Platina # 28 no PS4 / # 95 no geral / platina + 100%

 

Temos aqui um jogo de tiro em 3a pessoa, com pitadas tático/estratégicas, em mundo aberto (grande diferencial em relação aos anteriores da franquia).

 

Gostaria de destacar que a história é muito bem conduzida e desenvolvida. Um esquadrão de agentes americanos (claro, sempre eles) é enviado à Bolívia para desmantelar um esquema de narcotráfico de proporções gigantescas, que praticamente tomou conta do país. Na época do lançamento do jogo, notícias disseram que o governo boliviano se sentiu ofendido com a temática do jogo, chegando até a processar a Ubisoft. Imaginem se a Alemanha decide tomar alguma providência em relação aos inúmeros jogos que envolvem nazistas. Como faz? Enfim, mais um motivo que torna a América Latina o "cemitério de idéias", termo criado por algum escritor bem conhecido.

 

Voltando à história, as cutscenes são um show à parte. Você realmente sente como e de que maneira as drogas são um negócio (como qualquer outro), seus propósitos financeiros, seu impacto social direto e indireto. Um verdadeiro ponto alto do jogo.

 

O fato de se colocar um mundo aberto vasto, inimaginável de tão grande (eu diria que o mapa deste jogo é 3 vezes maior que o do GTA 5), mas se colocar missões muito parecidas torna a experiência em si algo muito cansativo e enfadonho. Vá até tal lugar, limpe a área, vasculhe por "informações importantes" (sempre aquele pedaço de papel ou arquivo num HD que contém revelações "bombásticas"), depois vá até tal lugar, limpe a área, fale com tal pessoa, leve X até Y, volte até a PQP pra falar com Z, etc. Enfim, multiplique isto por 105 missões ao longo de 21 regiões e você tem a dimensão de como menos, as vezes, é mais.

 

O jogo anterior da franquia, Ghost Recon: Future Soldier, um dos mais subestimados do PS3, tinha como grande ponto positivo a variedade das missões. Aqui, neste jogo, é tudo igual. O fato de haver um deslocamento muito grande de um ponto para outro do mapa (mesmo usando helicópteros ou aviões) é outro ponto que depõe contra, indo diretamente ao que falei no parágrafo acima.

 

A se destacar, porém, a bela trilha sonora do jogo (feita por ex-integrantes do Queens of the Stone Age), e o altíssimo grau de comédia não-intencional nas conversas e diálogos dos NPCs. Diversas vezes cheguei numa base/acampamento, fiquei a 200 metros do lugar, deitei no chão, soltei o drone, comecei a marcar os inimigos e já ouvia um NPC comentando, "necessitamos de um descanso, carajo" (entre outras pérolas).

 

A platina em si é tranquila, porém demorada e chata pelo fato de ser necessário pegar 100% das centenas de coletáveis. Bem, aquilo que já conhecemos dos jogos atuais.

 

As DLCs são 8 ou 80: a 1a ("Narco Road") é simplesmente uma das piores DLCs que vi na vida, uma confusão em termos de história e foco. Não combina com o estilo das franquias Tom Clancy's e Ghost Recon. Uma piada a cada 5 minutos (horríveis, nenhuma se salva), um plot twist no final da campanha que você vê a 500 kilômetros de distância e, por incrível que pareça, conseguiram enfiar cerca de 250 coletáveis ("atividades") pra se fazer numa DLC em que temos menos de 20 missões na campanha. E que atividades são estas: fazer drift com o carro, subir no morro, fazer saltos, piruletas com o avião, transportar um maconheiro (pro carro mudar de direção a cada 10 segundos, claro). Porra, um dos pontos fracos do jogo é a fraca jogabilidade dos veículos. E os caras me inventam de fazer uma DLC focada nisso? Uma total falta de contato com o público-alvo do jogo.

 

A 2a DLC é excelente: somos enviados novamente à Bolívia, desta vez para desmantelar uma operação de um grupo estrangeiro (claro, chamado "Los Extranjeros") que tomou conta do lugar após a derrocada do cartel. Temos aqui quatro novos tipos de inimigos, cada um mais filha da puta que o outro, excelentes missões focadas na proposta do jogo, jogabilidade mais refinada, nada de coletáveis... enfim, a galera se redimiu.

 

No geral, mais um jogo que poderia ter sido melhor aproveitado, se focado em sua essência. Quando querem inventar muito para agradar a um público muito amplo, dá nessa salada.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 80 horas

 

Ao fechar este jogo, além de obter o velocista, também peguei a badge Tom Clancy's Multi.

 

Pelo que li no meu perfil, sou a única pessoa a ter a platina (no meu caso, o 100% também) de todos os 11 jogos da série Tom Clancy's no MyPST.

 

 

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Tom Clancy's The Division

 

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Foto meramente ilustrativa. Não representa os gráficos reais do jogo. Serve só pra atiçar você a comprá-lo.

 

Platina # 27 no PS4 / # 94 no geral / platina + 100%

 

Este é um jogo de tiro em 3a pessoa com pitadas de RPG, ambientado na cidade de Nova York, afetada pela chamada "gripe verde", transmitida em cédulas de dinheiro.

 

A história é interessante, original e peculiar, porém como em diversos jogos desta atual geração, nos deixa com uma sensação de que muitas pontas ficaram soltas. Gráficos, som e jogabilidade na medida, nada muito espetacular, nada que atrapalhe ou incomode demais também.

 

O negócio é meter bala na bandidagem, e pra isso, meu amigo, haja bala... este jogo é um grind fortíssimo.

 

Enquanto fazia a platina (jogando apenas aos finais de semana) já estava enjoado com ele, quando fui fazer as DLCs o cansaço bateu forte. É repetição atrás de repetição: vá até determinado lugar, mate fulano, pegue "informações importantes", saia da área. Multiplique por um zilhão de vezes. Mas jogando com amigos a coisa fica mais divertida, e um pouco menos cansativa.

 

A platina é tranquila e relativamente rápida (pra um jogo deste porte). O problema é o 100%: a 1a DLC te coloca numa área nova (Subterrâneo), e adivinhe, lá vai você repetir 200.000.000 vezes as mesmas missões.

 

A 2a DLC é bem difícil (por sinal, o PDM deste 100% é bem enganoso, NMO): você cai de helicóptero em rumo ao sei lá o que e precisa se virar pra encontrar itens, sobreviver ao frio (pode até morrer disto), e partir até a "Zona Cega", onde seu objetivo é extrair 6 itens, matando uma espécie de chefão quando chama o helicóptero pra te resgatar. E o troféu pede para que você extraia 100. Se você jogar muito bem, um "run" praticamente perfeito, que leva de 60 a 90 minutos, consegue extrair 6. E precisa de 17 "runs" assim. Haja paciência (e grind).

 

A 3a DLC é uma espécie de PvP de 8 contra 8, um negócio muito desbalanceado e sem graça. Só pra quem curte os mata-mata mesmo. O tipo de jogo é focado em objetivos (controlar áreas), aí a galera se encontra num canto do mapa e ficam 20 minutos trocando tiro. Outro grind sem graça também.

 

Enfim, é um jogo que NMO prometia muito, com uma premissa interessante, mas no final torna-se muito cansativo não apenas em termos de troféus (e do que eles pedem que você faça), mas sim em termos de conteúdo oferecido também.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 7/10 (principalmente devido à 2a DLC)

Tempo pro 100%: 120 horas

 

 

Trine 2: Complete Story

 

 

Veja "Trine: Enchanted Edition" logo abaixo.

 

 

Viking Squad

 

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PSN # 24 no PS4 / # 101 no geral

 

Assim como o Dungeon Punks (também postado neste tópico), este aqui é um beat 'em up ao melhor estilo Golden Axe, Chronicles of Mystara e congêneres, com algumas pitadas de clássicos modernos como Castle Crashers e Scott Pilgrim vs The World.

 

Temos 4 personagens, ao melhor estilo das Tartarugas Ninja, onde um é o equilibrado, outro é o fortão, outro é o ágil, e o último é a mistura dos dois últimos.

 

Com temática viking, temos um sistema de progressão em que os tesouros coletados nas fases (aventuras) é convertido em melhorias para os personagens e seus equipamentos.

 

E o jogo tem um excelente online, para 3 pessoas. Muita zoera garantida, ainda mais com o uso dos direcionais, em que cada um faz uma saudação marota.

 

Somente 3 pessoas até agora no MyPST tem o jogo. E eu tive a felicidade de pegar o pioneiro e velocista, este último acredito que facilmente batido por alguém mais dedicado.

 

O 100% é tranquilo, embora um pouco demorado devido ao grind para os 2 troféus de 10.000 inimigos mortos e moedas coletadas.

 

Recomendadíssimo.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade pro 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 25 horas

 

 

Watch Dogs

 

 

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O jogo é ridiculamente recheado de piadas, trocadilhos, memes e congêneres da cultura pop.

 

Platina # 3 no PS4 / # 36 no geral / platina + 100%

 

Na minha opinião, a qual acredito que muita gente NÃO vai concordar, este jogo foi uma grande bola dentro da Ubisoft.

 

Personagens marcantes, história intrigante, excelente jogabilidade, praticamente zero bugs. Tem como uma receita dessas resultar em fracasso?

 

Tem sim, se você tiver criado uma expectativa altíssima pro jogo. O hype, aliado ao fato de se ter pago 150, 180, 200 reais, faz com que você se sinta no direito de exigir algo que não corresponde à realidade. E é aí, meus caros Watsons, que as decepções acontecem.

 

Dá pra se notar ecos do Ghost Recon: Future Soldier na jogabilidade, como também do Splinter Cell: Blacklist e dos Assassin's Creed. Enfim, a Ubisoft encontrou aqui uma fórmula que, se melhor explorada em versões futuras, promete criar uma outra franquia de sucesso.

 

A platina e a DLC são relativamente fáceis e tranquilas, porém deveras trabalhosas. O troféu do jogo da bebedeira, depois do patch, deve ter sido reduzido drasticamente de dificuldade: fiz TUDO de primeira, nem acreditei quando terminei. "É só isso mesmo?".

 

Ressalto também que 3 dos 6 troféus online não podem ser feitos via boost, porém são fáceis e rápidos. Se o filho chorar, a mãe não irá ouvir...

 

Destaco dois pontos negativos no jogo: a dirigibilidade dos carros remete ao do GTA 4 (e isso é péssimo), e a absurdamente alta quantidade de missões secundárias. Pelas minhas contas, na busca do 100% você fará cerca de 200 destas. É muita coisa, é muita encheção de linguiça. E isso sem contar os coletáveis, é claro. Penso que 100 estariam de bom tamanho, e "descontar" o restante em uma maior variedade nas missões principais da história.

 

No mais, por enquanto foi o melhor jogo que joguei no PS4 [em Outubro de 2015, vale frisar.]

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 50 horas

 

 

Zombie Army Trilogy

 

 

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"Se vira nos 30, fera!"

 

Platina # 33 no PS4 / # 102 no geral

 

Um dos jogos mais divertidos do PS4, este spin-off da franquia "Sniper Elite" nos brinda com um grupo de combatentes que vai para a Alemanha nazista enfrentar uma horda interminável de zumbis.

 

Da mesma maneira que a série de jogos referida acima, temos aqui um jogo de tiro em 3a pessoa, aliado à famosa "bullet cam", aquela mesma que faz uma câmera lenta marota quando executamos algum headshot à distância, proporcionando uma imensa sensação de satisfação.

 

O jogo é composto por 2 campanhas originalmente feitas no PC (masterrace), mais uma feita posteriormente para os consoles da atual geração. No geral, temos 15 estágios, onde o objetivo final é derrotar as forças do mal capitaneadas pelo temível (quem mais poderia ser?) Hitler.

 

Se por um lado a jogabilidade não é extremamente refinada como nos melhores títulos do console, por outro não compromete, sendo ligeiramente acima da média em todos os demais aspectos técnicos e de valores de produção.

 

Sobretudo, o fato de podermos jogar a campanha em coop com até 4 pessoas torna a experiência algo extremamente divertido: o jogo tem bastante sangue, desmembramentos e um certo ângulo macabro na maneira como é conduzido, e é fonte de risadas e comentários engraçados quando compartilhado com amigos.

 

A platina vai na mesma toada de diversos jogos: feche a história na dificuldade mais alta, mate inimigos de determinada maneira X, Y e Z, faça combos, alguns troféus online básicos e rápidos, etc. Ademais, temos também o modo sobrevivência (aqui chamado de "hordas"), onde a equipe precisa se manter viva com onda após onda de inimigos vindo pra cima de vocês. Tal modo é bem divertido, alongando a vida útil do jogo.

 

O online também é bem frequentado, basta você criar uma partida e logo aparecem os famosos aleatórios pra rachar uns tiros. Por isto, facilmente a platina é feita sem boost intencional.

 

No mais, um bom jogo que atende às expectativas.

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 30 horas

 

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Dungeon Punks

 

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Platina # 16 no PS4 / # 67 no geral

 

Excelente jogo beat 'em up que, infelizmente, passou MUITO batido por aí.

 

Temos 6 classes de personagens (lobisomen porradeiro, anão maroto, cavaleiro equilibrado, djinn mágico, lagartixa voadora, egípcio sei-lá-o-que zoero, etc), e precisamos prosseguir por 12 fases para terminar a história, encarando aquele chefão final em cada uma delas, junto com diversas side-quests e sub-chefes opcionais.

 

É um jogo bem naquele estilo clássico, tipo Golden Axe, Chronicles of Mystara que muita gente gosta. Jogabilidade refinada e trilha sonora muito boa. O enredo tem referência a diversos memes da atualidade. Pena que não tem online, seria uma ótima pedida.

 

Infelizmente, no seu lançamento, o jogo estava com diversos troféus bugados, incluindo alguns relacionados à história. Tudo já devidamente consertado via atualização.

 

Acho que somente 3 ou 4 pessoas, até agora no MyPST, fecharam o jogo. Passou bem batido mesmo. [posteriomente o jogo saiu na Plus]

 

Recomendo fortemente a todos, é qualidade e diversão garantida. E a platina é rápida e indolor.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 20 horas

 

 

Far Cry Primal

 

 

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Se é verdade eu não sei, mas quem acredita, compartilha.

 

Platina # 37 no PS4 / # 109 no geral

 

No último (ou seria primeiro?) jogo da saga, entramos diretamente no túnel do tempo e voltamos para o saudoso período pré-histórico em que, como diz a poesia, "homem é homem, menino é menino, macaco é macaco"...

 

Meus caros, aqui não tem muito segredo: se você está lendo esta resenha, provavelmente já conhece (e já jogou) algum jogo da série. É tudo na mesma toada, com a exceção que desta feita não temos armas de fogo.

 

A história é basicamente aquilo que você já está acostumado com a série: você cai de paraquedas num lugar desconhecido e inóspito, e tal qual o "enviado pelos céus", o "predestinado", precisa limpar o local das forças maléficas do mal (sim, um pleonasmo!) até que, no fim de sua jornada, você percebe que tudo não era aquilo que você estava pensando.

 

Em termos de valores de produção, temos um aperfeiçoamento na (já ótima) jogabilidade da franquia; o mapa, apesar de não tão grande, atende bem às expectativas; as missões (como sempre) são diversificadas e interessantes; e por aí vai, na mesma toada dos anteriores. É realmente um game gostoso de se jogar, tudo flui muito bem, você passa horas lá naquele mundo e não vê o tempo passar.

 

Muita gente torceu o bico porque não temos aqui dublagem (em qualquer língua que seja). Mas o que vocês querem, povo de Deus? O jogo se passa centenas (milhares?) de anos antes da invenção da língua escrita e falada... vocês queriam o que, todo mundo fluente em inglês coloquial?

 

Em relação aos troféus, é tudo seguindo o padrão dos jogos da série: feche a história, apanhe os coletáveis, faça uma ou outra eliminação de modo X, Y e Z, e por aí vai. Jogou um, jogou todos. Fechou um, fechou todos.

 

A impressão que fica, finalmente, é que este jogo, apesar de ser um exemplar menor dentro do catálogo da franquia, é de certa forma até mesmo subestimado e (foi) desacreditado por alguns. Mas não se enganem, é um jogo de boa qualidade, e certamente proporciona dezenas de horas de diversão.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 25 horas

 

 

Game of Thrones

 

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"Não fale mal de mim pelas costas."

 

Platina # 9 no PS4 / # 58 no geral

 

Um dos melhores entre os inúmeros jogos da TellTale. Como já falado em outros reviews, é um arroz com feijão aliado à um bifão maroto e salada; algo básico, porém que atende às suas necessidades de quando em quando, sem comprometer.

 

A história constantemente cria uma expectativa de que as coisas vão piorar... e, meus amigos, como elas pioram. Temos alguns "plot twists" bem bolados, especialmente aquele no final do 1o episódio. Aparentemente não teremos uma continuação dos temas abordados, o que é uma pena, já que este spin-off teve uma certa dose de criatividade bem explorada.

 

A platina é no estilo dos jogos da produtora: dê o controle ao seu cachorro, e assista-o.

 

Infelizmente não é possível enfiar uma espada no meio do peito do Ramsay Bolton.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 2/10

Tempo pra platina: 12 horas

 

 

Grim Fandango

 

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Platina # 14 no PS4 / # 63 no geral

 

Este jogo é genial. Tive ele no PC, na época.

 

Hoje o pessoal chora muito pelos troféus, e por outro lado, com a Internet, torna-se extremamente simples de se zerar um game como este, com os diversos guias e passo-a-passo que encontramos por aí.

 

Mas, se tentasse jogar na época, iria quebrar a cabeça. O jogo não tem a menor lógica, e é nisto que reside a sua genialidade.

 

A dublagem ficou sensacional, talvez a melhor de todos os jogos do PS3/PS4 neste quesito, com destaque para o impecável senso de humor dos personagens (algo típico dos jogos da saudosa LucasArts).

 

Ressaltamos que um jogo deste gênero é gosto adquirido; não é para qualquer um, precisa ter a cabeça aberta para aproveitar.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 2/10 (com guia), 10/10 (sem guia)

Tempo pra platina: 15 horas

 

 

Grow Home

 

 

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Sim, você começou lá embaixo.

 

PSN # 5 no PS4 / # 74 no geral

 

Controlamos um robô que aterrissa num planeta, onde precisa colher sementes e enviar à sua nave. O problema é que a nave fica a 2 mil metros de altura: você vai adubando uma espécie de caule que cresce conforme você faz as ligações com os pontos de energia do planeta. 

 

A princípio a premissa é boba e o jogo parece ser xarope, além dos controles ruins em termos de jogabilidade... porém, com o tempo, você percebe a grande sacada do jogo: a verticalidade. O jogo todo é subir, escalar mais um pouco, descobrir outra região, e por aí vai... nunca para. Pra quem tem vertigem este aqui não é recomendado!

 

O 100% não é fácil. Não é a toa que o jogo tem quase 2.000 pontos de PDM no site: alguns troféus são trabalhosos, e outros precisam de certa habilidade. Os coletáveis são muito bem bolados, tem alguns que ficam na parte de baixo de uma montanha suspensa (você precisa ir escalando até achá-los; se cair no meio do caminho, boa sorte e tente novamente).

 

Olha, achei um dos melhores jogos da PSN até agora. E de graça ainda... galera vai no efeito de manada pra esses jogos da Plus: um fala mal sem conhecer praticamente nada, o resto da boiada vai atrás repetindo os argumentos.

 

Altamente recomendável, principalmente pelo estilo de jogo que destoa totalmente do que se vê por aí.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 8 horas

 

 

Guns, Gore & Cannoli

 

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PSN # 9 no PS4 / # 78 no geral

 

Divertido jogo de tiro estilo "siga em frente e mate tudo", um singelo "beat 'em up" com mecânicas de tiro. Peguei o velocista sem querer.

 

Muito bacana de se jogar devido à sua ação frenética e descompromissada, e também permite coop local.

 

Tem alguns troféus um pouco trabalhosos de se obter, porém no geral é um PSN rápido e ligeiro.

 

Recomendo a todos, é um dos melhores PSN's do PS4, e bem subestimado também, pelo que percebi.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 5 horas

 

 

Infamous: Second Son

 

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Platina # 17 no PS4 / # 71 no geral

 

Visualmente o jogo é belíssimo, um poder mais sensacional que o outro, mas duas coisas me desanimaram quanto à este jogo: a campanha é extremamente curta, e o personagem principal é muito fraco em suas motivações.

 

Será que estes dois fatores estão ligados? Mas é claro que sim. Uma campanha curta significa menos tempo para se desenvolver os personagens.

 

A se pesar, também, que é um mapa de mundo aberto bem pequeno, com poucas coisas para se fazer. O que colocaram, de fato, é bastante repetitivo e rápido.

 

Muito potencial pra pouca realização.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 25 horas

 

 

Mad Max

 

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Platina # 15 no PS4 / # 64 no geral

 

Bom jogo de mundo aberto, espécie de spin-off da franquia de cinema.

 

O Max aqui é mais porradeiro, porém continua monossilábico como nos filmes.

 

Em que se pese a campanha curta e a infinidade de coletáveis, é um jogo bem agradável e divertido pela experiência que proporciona de estarmos num mundo apocalíptico e devastado.

 

Temos elementos de Sombras de Mordor, Assassin's Creed, Batman, GTA e diversos outros. Enfim, um jogo bacana e que aparentemente foi despercebido por muitos.

 

Peguei o velocista dele sem querer, batendo por algumas horas o antigo recordista. O tempo pode ser perfeitamente ultrapassado por alguém mais dedicado. [e foi.]

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 40 horas

 

 

Monopoly Family Fun Pack

 

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PSN # 27 no PS4 / # 113 no geral

 

Quem nunca jogou um "Banco Imobiliário"? Digo, além dos banqueiros e seus parentes.

 

Pois bem, este é um dos três jogos que existem no PS4.

 

É uma mistura do Deal e do Plus (ambos comentados neste tópico), tendo ambos modos de jogo, e uma mescla da lista de troféus.

 

O 100% é bem rápido e descomplicado, super rápido de se fazer. E o jogo é muito divertido.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 5 horas

 

 

Plants vs Zombies: Garden Warfare 2

 

 

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Platina # 34 no PS4 / # 103 no geral / platina + 100%

 

Temos uma das franquias mais engraçadas e populares da atualidade, e que também soube se reinventar fortemente depois do jogo original, que era uma espécie de "tower defense" de grande qualidade e muito bem bolado.

 

O estilo de jogo, aqui, é o de tiro em 3a pessoa. Há um modo campanha, que serve basicamente como um tutorial (embora não seja tão curto assim), e nos é oferecido também os famosos modos competitivos (mata-mata, conquista de território, morte confirmada, etc) e também o excepcional modo coop (demonstrado pela foto acima), em que precisamos combater ondas de inimigos num grupo de até 4 pessoas.

 

Há diversos personagens disponíveis, tanto pelo lado das plantas como pelo dos zumbis, cada qual com suas características particulares. Sobretudo, é conveniente sempre jogar em equipe, pois as habilidades de um complementam às dos outros.

 

A platina tem uma lista de praxe para os jogos do gênero, abrangendo diversos aspectos da jogabilidade. Mais interessante, porém, é que praticamente não há necessidade de se jogar o modo competitivo para se platinar o jogo, o que é um ponto forte na minha opinião. A DLC, por sua vez, requer paciência, estudo e pesquisa, pois engloba eventos sazonais que, se não forem feitos em determinado final de semana (quando estão disponíveis), podem te deixar várias semanas esperando até o próximo do tipo. Há, também, um ligeiro aumento de dificuldade nos troféus extras, mas nada do outro mundo se feitos em um grupo dedicado.

 

Este é um dos jogos mais divertidos que conheço, frequentado por pessoas de todas as faixas etárias, como pode ser muito bem comprovado nos microfones abertos nas partidas públicas. É uma ótima pedida para algumas horas de descontração.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 30 horas

 

 

Risk: Urban Assault

 

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PSN # 32 no PS4 / # 118 no geral

 

Este é nada mais que o famoso jogo de tabuleiro "War", porém sem a licença do mesmo.

 

Como fiz 100% no outro "Risk", este aqui foi relativamente tranquilo de se fazer também.

 

Porém, nesta versão temos algumas dinâmicas acrescentadas na jogabilidade, e também a IA do CPU é bem mais forte. Estes dois fatores fazem com que o jogo seja mais difícil de se fechar.

 

A lista de troféus dele também é mais puxada: é preciso jogar 24 horas acumulativas, recrutar 1.000 tropas, ganhar 7 partidas consecutivas, e por aí.

 

Entretanto, o pior dos troféus, de longe, é um repeteco do outro "Risk": vencer a Liga dos Generais. Trata-se de um campeonato online em que você só enfrenta os cobras do jogo (afinal, somente eles jogam isso online, rs). Mesmo fazendo boost é difícil, primeiro porquê cada partida pode incluir até 5 participantes e, segundo, porquê mesmo se alguém sair durante o jogo, o CPU entra no lugar e aí é um Deus nos acuda. E são diversas partidas também.

 

Assim como no "Boggle", peguei o pioneiro e o velocista, e por enquanto sou a única pessoa a ter o jogo fechado aqui no MyPST.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 25 horas

 

 

Rocket League

 

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Platina # 13 no PS4 / # 62 no geral / platina + 100%

 

Peguei ele na época que tava grátis e joguei agora, aproveitando o embalo do anterior comentado. Grande pedida.

 

Muito, MUITO divertido jogando com os amigos. Um dos melhores jogos neste quesito até agora.

 

A platina é tranquilaça, em 3 noites fiz tudo, isto porque na 1a noite eu joguei bastante o online pra curtir, e na 3a deixei o PS4 rodando o jogo pela madrugada pra fazer o troféu de kilometragem.

 

(comentários adicionais feitos na época do lançamento da 5a DLC; desde então, o jogo recebeu mais 4)

 

A DLC mais recente é disparada a mais demorada e difícil de todo o jogo. Tanto que quase dobra o tempo do 100% e a dificuldade do mesmo.

 

No geral, 4 dos 7 troféus são fáceis, dá pra se fazer em 15/20 minutos, mas os outros 3... pra quem chorou do drop aleatório de tesouros no online do Uncharted 3, este segue a mesma toada: precisamos não somente encontrar um item raro, mas sim um "raro entre os raros" e, pior ainda, pegar DOIS deles e, pior AINDA assim, upar um destes até o nível máximo.

 

Por muita sorte, após pegar o item ultra raro, me veio um que pedia somente defesas. E lá fui eu fazer 100 defesas. Imaginem quem pegou o item que pedia 100 gols de ré, 100 gols aéreos, etc.

 

Tirei o velocista 100% do Marcel, e perdi o mesmo após alguns dias.

 

(comentários sobre as DLCs 6/9)

 

Basicamente vale o que falei para a platina. Grande parte pode ser feito sozinho, ou em alguns casos com a ajuda de mais uma pessoa, e são troféus rápidos e fáceis, sem maiores dores de cabeça.

 

Enfim, atualizando:

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 35 horas

 

 

Sniper Elite 3

 

 

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"Vou acertar naquele cara de roupa bege, peraí."

 

Platina # 2 no PS4 / # 35 no geral / platina + 100%

 

Seu sonho é atirar nas bolas de um nazistinha? Não daqueles nutellinha que tem canal de YouTube, mas no de raiz mesmo, os antigos? Então jogue Sniper Fodão 3.

 

Neste jogo maroto controlamos um soldado da infantaria americana (ou seria inglesa?) cuja missão é brecar os avanços nazistas na Ãfrica (?). Se a frase não fez sentido, é isto mesmo que você pensou: o negócio que importa é matar os nazistas, o resto não precisa ser coerente.

 

Em que se pese a inexistência da história (e do enredo), a jogabilidade melhorou em relação ao também subestimado Sniper Elite 2: o design das fases é soberbo, com muita verticalidade, mapas gigantes e fortemente diferentes entre si. Na verdade, se o jogo tivesse o dobro de fases, seria ainda melhor (e mais fodão).

 

A platina é de dificuldade média, e relativamente trabalhosa. Um ou outro troféu requer habilidade. Zerar na última dificuldade é tarefa do capeta. Porém, utilizando-se do glitch maroto e também jogando em coop (um revivendo o outro), dá pra conseguir.

 

Os troféus online são fáceis e rápidos. É recomendável o boost, com 3 pessoas (a 3a é só pra algo que leva menos de 10 minutos, o restante se faz em 2). Há de se ressaltar, aliás, que zerar a campanha em coop também é um troféu online necessário.

 

As DLCs são tranquilas, com alguns troféus mais complicados, porém nada do outro mundo. Com paciência e um pouco de habilidade, dá pra se fazer numa boa. Destaque pra DLC onde você precisa matar o cuzão do Hitler em 7 maneiras distintas.

 

Surpreso com o alto PDM e a baixíssima quantidade de pessoas que fecharam o 100% segundo o PSN Trophy Leaders (424 de 17.000, até agora). O jogo tem dificuldade extrema naquele site. [logicamente, dados de Outubro de 2015]

 

Recomendável aos amantes do combo tiro em 3a pessoa + elementos de stealth.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 6/10

Tempo pro 100%: 30 horas

 

 

Table Top Racing: World Tour

 

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Platina # 12 no PS4 / # 61 no geral / platina + 100%

 

Bacana demais este jogo. Divertido, descomplicado, sem nenhum grau escroto de dificuldade, e rápido de se jogar e platinar.

 

Não sou muito exigente em relação à Plus, se vier uns 5 ou 6 destes por ano pra mim já está de bom tamanho.

 

Se soltarem uma continuação deste aqui, jogarei com certeza.

 

(comentário posterior sobre a DLC)

 

Também fechei o 100% do Table Top Racing, DLC Tropical Ice.

 

A atualização 1.04 aumentou consideravelmente a dificuldade do jogo, impedindo a prática dos "zerinhos" para os eventos de drift e, caso não fosse suficiente, diminuindo os requisitos para as 3 estrelas de diversos eventos. É mole?

 

O jogo, cuja dificuldade era de agradável pra chatinha/xarope, agora tornou-se algo ligeiramente acima da média (de 6 pra 7, diria) para se fechar.

 

E a DLC segue nesta toada. Acho que levei quase 20 horas pra fechar todos os eventos com 3 estrelas.

 

Para quem ainda não conseguiu platinar, e/ou pretende fechar a DLC, fica a minha dica: tenham muita, mas muita, mas MUITA paciência. Alguns eventos eu precisei insistir até o jogo me deixar, levando dezenas e dezenas e dezenas de tentativas.

 

Mas uma hora nasce o bezerro, e aí vale a pena.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade d0 100%: 7/10

Tempo pro 100%: 30 horas

 

 

The Crew

 

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E bota "bro" nisso.

 

Platina # 8 no PS4 / # 51 no geral

 

Divertido jogo de corrida estilo arcade. O mapa é imenso, pra ir de um extremo ao outro leva-se cerca de 4 horas.

 

O modo história consiste basicamente em alguma variação de corridas: ou vencer, ou encostar/bater em fulano, ou fazer tal tempo. Os "coletáveis" são do tipo "supere tal desafio", seja uma corrida simples, seja uma escalada rumo à montanha, um zigue-zague pelas estradas, etc. Vocês entendem do riscado: tudo é pretexto pra pisar no acelerador.

 

Por falar em história, a série "Velozes e Furiosos" tem mais profundidade emocional e enredo que este jogo, se é que isto é possível.

 

A platina não é para os fracos: é demorada, exige certa habilidade e muita, mas muita paciência, pois é necessária repetição de vários das centenas de eventos.

 

Os troféus online carecem de boost, sendo necessário um grupo de 4 pessoas em que, se bem organizado, fecha tudo em cerca de 15 horas. Jogar em coop, ademais, facilita em vários outros troféus fora dos "boostáveis", já que os requisitos das missões geralmente não se alteram.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 7/10

Tempo pra platina: 120 horas

 

 

Tom Clancy's Rainbow Six: Siege

 

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Platina # 26 no PS4 / # 89 no geral

 

Trata-se de um jogo de tiro em FPS em que controlamos um esquadrão anti-terrorismo em partidas multiplayer (competitivo), caça-terrorista (coop). Há também um ligeiro, brevíssimo modo história.

 

Este jogo poderia ser um clássico do gênero. Por que não é, então? Por causa de dois motivos.

 

Primeiro, a já citada falta de um modo história de fato. Os tais "cenários", 10 situações que agem como uma espécie de tutorial-piada de mau gosto, com "fases" em que você joga por 3/4 minutos e pronto, já era, já acabou. Ao se fechar estas 10 fases, desbloqueamos uma fase final, esta sim com uma cutscene bem foda antes e depois da jogatina, e uma história embasada em algo que poderia (infelizmente) acontecer nos dias de hoje. Aí fica a pergunta: por quê não capricharam mais no modo história? Será que é tão difícil pedir por uma campanhazinha de umas 8 horas de duração, ainda mais com o tema do jogo sendo algo que (infelizmente, novamente) está enraizado na sociedade moderna?

 

Segundo, ao jogar as partidas multiplayer, vá preparado com 5 kilos de paciência e uma boa dose de tolerância. Existe fogo amigo no jogo. Os caras te matam por qualquer coisa. Certa vez começou uma partida e escolhi um personagem. Um lek vida loka falou comigo no áudio do jogo, "ô mano, libera este Jäger (personagem) pra eu jogar, pô". Aí eu retruquei, "eu não, joga com ele na próxima rodada". Começou a rodada, o cara me matou. Na rodada seguinte, o amigo dele me matou. Na outra, outro cara me matou. Experiência online fantástica adquirida.

 

Jogando com amigos (ou com pessoas civilizadas), este jogo é muito bom: o design de som é espetacular, você sente o peso das armas, o barulho e destruição dos tiros; o aspecto tático/estratégico é certamente atraente e diferenciado em jogos do gênero, tornando cada partida um jogo de xadrez em alta velocidade, algo certamente muito divertido e empolgante.

 

A platina é relativamente tranquila e até que não tão demorada: vários dos troféus você pega pelo caminho, tanto na campanha/tutorial, como no coop e no competitivo. Um ou outro você precisa ler um guia ou ver um vídeo no YT pra pegar a manha de como fazer, mas é algo até que fácil perto de outros jogos.

 

No saldo geral, um jogo que poderia ter sido muitíssimo melhor, se não fosse a ganância das produtoras.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 5/10

Tempo pra platina: 50 horas

 

 

Trine: Enchanted Edition

 

 

 

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Trine: Enchanted Edition - Platina # 22 no PS4 / # 82 no geral

 

Trine 2: Complete Story - Platina # 23 no PS4 / # 83 no geral

 

Trine 3: The Artifacts of Power - Platina # 24 no PS4 / # 84 no geral

 

Você sabe o que é um Trine? Ou, pelo menos, sabe pra que serve um Trine? Eu também não, e olha que platinei os 3 da série.

 

Esta aqui é uma trilogia de jogos no estilo fantasia/medieval, com pitadas de puzzles e beat 'em up. São jogos bem agradáveis, visualmente belíssimos e com trilha sonora orquestrada e muito bonita.

 

Os 2 primeiros podem ser (e foram) jogados em coop, em 3 pessoas. O 3o jogo, que infelizmente me pareceu incompleto (tanto pela pouca quantidade de conteúdo, como pela maneira como a história termina), não possui coop.

 

A grande curiosidade, aqui, é a absurda discrepância de dificuldade entre os 3 jogos: o 1o é moderado, nada muito apelativo, porém um pouco trabalhoso ao pedir para se terminar na dificuldade hard com o modo hardcore ligado. Nesta configuração, se você morrer, só volta pro jogo no checkpoint seguinte. Se estiver jogando em coop e isto acontecer, vai deixar a galera na mão (e vice-versa).

 

O 3o, acredito, é uma das platinas mais fáceis do PS4. Nada de dificuldade relacionada à troféus, e também com campanha curtíssima.

 

O 2o, porém, tem incríveis 10.000+ de PDM, e finalizar na configuração hard + hardcore é teste pra cardíaco: as fases são longas, a campanha é longa também, e diversas vezes você joga a fase toda e se depara com um chefe no fim que te mata numa porrada só. E aí vai você jogar novamente a fase...

 

O coop é essencial pra se platinar o 2. Fica bem difícil jogando sozinho.

 

Acima de tudo, são bons jogos, divertidos e com valores de produção dignos. É uma pena que o 3o ficou capenga e, pelo visto, não teremos tão cedo uma continuação desta franquia.

 

Notas dos jogos:

 

Trine: Enchanted Edition

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 15 horas

 

Trine 2: Complete Story

 

Nota do jogo: 7/10

Dificuldade da platina: 8/10

Tempo pra platina: 25 horas

 

Trine 3: The Artifacts of Power

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 10 horas

 

 

Uno

 

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PSN # 30 no PS4 / # 116 no geral

 

Quem nunca se divertiu jogando o famoso jogo de cartas chamado Uno?

 

Este é certamente um dos games mais bacanas dentro do gênero de jogos de carteado/tabuleiro que foram adaptados para os video games.

 

Para este 100% existem alguns troféus um pouco difíceis, mas se você gostar deste estilo de jogo vai pegar eles numa boa durante o caminho da diversão.

 

Ao longo da jornada para as 10 vitórias online (fiz quase 50, jogando numa boa), recebi até mensagem na PSN me xingando por não deixar os outros ganharem. Mandei um "se fode aí" pro cara, rs.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 10 horas

 

  • Curti 7

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Boggle

 

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PSN # 31 no PS4 / # 117 no geral

 

O que é esse tal de "Boggle"? Trata-se de um jogo de tabuleiro em que temos uma grade de letras, e você precisa encontrar palavras (tal qual a imagem acima). Ganha quem encontrar mais palavras em determinado tempo.

 

Este jogo foi bem trabalhoso de se fechar. Acompanhem comigo no replay os requisitos de alguns dos troféus:

 

- Vencer 100 jogos online

- Participar em 500 (!) jogos online

- Encontrar 3.000 palavras de 3 letras

- Encontrar 2.400 palavras de 4 letras

- Encontrar 1.500 palavras de 5 letras

- Encontrar 600 palavras de 6 letras

- Encontrar 210 palavras de 7 letras

- Encontrar 80 palavras de 8+ letras

 

Por sorte, no modo offline temos como ativar uma ajuda que mostra quais as palavras disponíveis naquela grade. De qualquer forma, você precisa achá-las por si próprio. A ajuda só fala quais palavras podem ser encontradas, mas não as destaca dentro da grade.

 

Ah, e o jogo é em inglês, ou seja, as palavras são da língua inglesa.

 

As 500 partidas/100 vitórias online eu fiz com um gringo, pois não achei ninguém aqui no site.

 

Por sinal, peguei o pioneiro e o velocista do jogo, e até agora sou a única pessoa do site que fechou o mesmo.

 

Nota do jogo: 6/10

Dificuldade do 100%: 6/10

Tempo pro 100%: 70 horas (50 de boost + 20 para limpar o restante dos troféus)

 

 

Firewatch

 

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PSN # 34 no PS4 / # 120 no geral

 

Este jogo é mais um daqueles "simuladores de caminhada", contando com uma história que começa morna, mas tem um final inesperado e tocante.

 

Controlamos um cara de meia-idade que, após sofrer uma decepção com sua esposa, consegue um emprego como guarda florestal e começa a se envolver com a rotina do parque onde vem a trabalhar, onde nada é o que parece ser.

 

Os troféus são fáceis se seguir um guia; porém, tive dois problemas com o jogo: o lugar indicado pelo guia para se encontrar uma tartaruga de estimação (um troféu pra isso) não funcionava, a tartaruga simplesmente não estava lá. Pesquisando no Google, vi que haviam diversos locais, e o respawn do animal era aleatório.

 

O segundo problema, bem mais grave, aconteceu quando joguei cerca de metade da campanha e deixei pra finalizar no dia seguinte. Quando voltei pra carregar o save, não acontecia nada no jogo, ele não saia desta tela. Novamente, pesquisei por aí e percebi que era um problema bem comum e recorrente, o save corromper. Tive que apagar a instalação, o save, baixar tudo de novo, e jogar ele de cabo e rabo, sem interrupções, pegando todos os troféus, pra não acontecer novamente. A sorte é que o jogo é bem curto, em uma noite se faz tudo com calma.

 

Particularmente, para um indie tão comentado, achei que ficou um pouco abaixo das minhas expectativas. Em termos técnicos, de jogabilidade e de história, o jogo é bem legal (problemas à parte). Porém, é MUITO curto. Se tivesse o dobro da campanha, seria um dos melhores indies.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 5 horas

 

 

Lara Croft and the Temple of Osiris

 

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PSN # 14 no PS4 / # 84 no geral

 

Divertido jogo de aventura, spin-off da série "Tomb Raider", em perspectiva isométrica (aquela mesma popularizada pelo "Diablo").

 

Pena que é curto e requer diversas repetições para se fazer o 100% (troféu de ouro). Os demais troféus vem no caminho deste, nada muito complicado ou firulento.

 

O jogo é bem mais curto e fácil que o anterior (de PS3).

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 10 horas

 

 

Life is Strange

 

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Platina # 11 no PS4 / # 60 no geral

 

Confesso que esperava mais deste jogo. Não achei ele fraco ou ruim, apenas mal conduzido.

 

Começou bem legal, empolgante e tal, mas ao longo do tempo foi ficando muito arrastado. Os 2 últimos episódios são muito longos, quase 3 horas cada, em boa parte porque existem muitas cenas com diálogos exageradamente repetitivos. O plot twist eu vi à 2 km de distância.

 

A sensação é que a história foi um pouco alongada, e isto prejudicou sua eficiência. Em termos artísticos e técnicos, o jogo é bacana em comparação à similares do gênero.

 

É um jogo bem produzido e que tem momentos tocantes, porém não me senti emocionalmente ligado ao enredo.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade da platina: 3/10

Tempo pra platina: 20 horas

 

 

Metal Slug 3

 

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PSN # 4 no PS4 / # 73 no geral

 

Port da clássica série de jogos do saudoso Neo Geo. Pra quem já jogou Contra, este aqui é na mesma toada: corra pra frente (ou seria pra direita?), desvie dos tiros inimigos e mate tudo que estiver à sua frente. Simples assim.

 

O 100% é tranquilo, porém um pouco trabalhoso: precisa usar todos os veículos, jogar todas as rotas, fazer 3 milhões de pontos, matar um chefe estando na forma de zumbi (onde se morre com um tiro), etc. Mas o jogo é bem divertido e relativamente rápido, então não é algo que te desanima.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 4 horas

 

 

Monopoly Deal

 

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PSN # 28 no PS4 / # 114 no geral

 

Este aqui é uma variação do "Banco Imobiliário" que todos conhecemos. São diversas regras diferentes, tornando a partida mais ágil e dinâmica.

 

Inicialmente este era um jogo totalmente online, com alguns troféus bem casca grossa. Porém, a Ubisoft lançou uma atualização que permitiu a jogatina offline. Os troféus, por consequência, tornaram-se muito mais fáceis.

 

Contudo, um deles ainda foi bem difícil de ser feito contra o CPU. Entrei numa partida online, pedi ajuda pra um cara e ambos fizemos o troféu.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 5 horas

 

 

Monopoly Plus

 

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PSN # 29 no PS4 / # 115 no geral

 

Esta aqui é a versão tradicional, e também a mais fácil e rápida de todas.

 

Continua o mesmo jogo divertido de sempre. Até deixei ele no HD pra jogar com amigos e parentes que visitam.

 

Os troféus são todos tranquilos: fechei em 1 hora e meia, e acho que tem gente que fez em muito menos tempo.

 

Ao fechar este jogo, fiz todos os 4 Monopoly existentes. Temos outros 3 do PS3, mas eles são repetições dos mesmos 3 que postei aqui.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 2 horas (sempre arredondo pra cima)

 

 

Never Alone

 

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PSN # 1 no PS4 / # 70 no geral / jogo base + 100%

 

Jogo baseado no folclore de um povo que vive ao norte do Alasca, basicamente isolado do resto do mundo, numa região com temperatura extremamente baixa. Premissa interessante, agradável.

 

Trata-se de um mezzo plataforma, mezzo puzzles, em que você controla uma garotinha que, acompanhada de uma raposa marota, procura desvendar um mistério lá no local.

 

O jogo é bem simples, porém os controles são sofríveis... negócio bem chato mesmo, de passar nervoso. Você luta CONTRA o personagem, ele engancha na parede, pula e não "encaixa" o salto, morre diversas vezes... lá pro terço final da história, não vi a hora de terminar logo isso, porque estava me desgastando bastante.

 

Tive também um glitch, um dos mais chatos que já vi por sinal... na última fase havia uma árvore com um bloco de gelo ao redor. Quebrei o bloco, subi na árvore e nada... aparecia uma nevasca e me matava. Fiquei 2 horas neste trecho, quebrando a cabeça, e não conseguia encontrar uma maneira de seguir adiante. Vi uns videos no YouTube e o resultado era diferente do que acontecia comigo: a pessoa quebrava o bloco, subia na árvore e ela começava e se mover sozinha. Tentei mais vezes, e nada, a árvore ficava parada.

 

Por sorte, depois do 4o video que vi no YT, nos comentários uma pessoa falou isso que relatei... aí outra respondeu que era um glitch no jogo, que bastava fechar o aplicativo e reiniciar e pronto, que voltava ao normal. Tentei e foi de primeira.

 

O 100% é tranquilo, praticamente todos os troféus são relacionados à história... existem coletáveis, mas eles estão na sua frente, basta ter calma que se pega todos de primeira. Os videos que você precisa assistir (pra fazer o troféu de ouro) são mais interessantes que o próprio jogo em si.

 

O DLC é mais do mesmo, porém com 3 capítulos ao invés de 10.

 

Achei uma atitude nobre a do pessoal em desenvolverem um jogo pra divulgar esta cultura tão esquecida, porém a experiência seria do nível Journey/Valiant Hearts caso fosse mais caprichado.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 4 horas

 

 

Risk

 

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PSN # 21 no PS4 / # 95 no geral

 

Este é o famoso "War", porém com outro nome, provavelmente devido aos direitos autorais.

 

O 100% deste jogo eu acredito ser um dos de maior PDM no site (para um jogo 100% PSN, claro).

 

16 dos 20 troféus do jogo você conquista naturalmente... o problema são os outros 4, que pedem pra se alcançar o nível mais alto da liga online dele.

 

Mesmo com boost este é um exercício de paciência, pois os servidores são PÉSSIMOS. Já fechei quase 170 jogos no perfil que uso, e nunca, NUNCA vi servidores piores que este aqui.

 

As partidas são interrompidas no meio, você perde todo o progresso. Todos os jogadores são expulsos da sala de forma aleatória. E por aí vai.

 

O jogo em si é muito legal, bem caprichado e tal, mas o lance dos servidores foi uma mancada sem tamanho da... Ubisoft, claro.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade pro 100%: 6/10

Tempo pro 100%: 25 horas

 

 

Scrabble

 

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PSN # 20 no PS4 / # 94 no geral

 

Peguei junto no pacote chamado "Hasbro Family Fun Pack", em que vem este jogo, Monopoly Plus, Risk e o Trivial Pursuit Live.

 

Este jogo é um de tabuleiro bem famoso, pena que esqueci o nome aqui no Brasil.

 

Joguei um pouco na raça e um pouco usando guia. De qualquer forma, os troféus são relativamente fáceis, se souber inglês pra formar as palavras.

 

Um 100% rápido e indolor.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade pro 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 5 horas

 

 

Sniper: Ghost Warrior 3

 

 

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"Solta o porco... digo, o drone!"

 

Platina # 40 no PS3 / # 115 no geral

 

Um grande retrocesso em relação aos dois jogos anteriores da série (especialmente o 2o, um dos jogos mais subestimados e bacanas do PS3), "Atirador de Elite: Guerreiro Fantasma 3" (leiam este título com a voz do narrador do "Sessão da Tarde") trouxe grandes mudanças à fórmula da franquia, resultando em algumas boas e várias péssimas lembranças.

 

A alteração de um jogo linear para um de mundo aberto foi extremamente prejudicial para a qualidade do produto, tirando o foco da essência dos anteriores, que era a campanha principal. Aqui, temos a substituição de uma narrativa centrada em poucos (sucintos) aspectos por um sistema de "fetch quests", em que você se locomove ao seu QG, fala com alguém ao rádio, recebe instruções, e depois precisa segui-las, indo até ponto A pra fazer atividade X, depois indo até ponto B pra falar com fulano, e por aí vai. Tal método invoca uma repetição e cansaço extremos da fórmula apresentada ao longo da narrativa, o que te deixa anestesiado e corta fortemente sua empolgação em prosseguir.

 

Temos aqui a história de um atirador de elite (bem, não pensavam que ele seria um... bombeiro, certo?) que precisa cumprir uma missão na Europa Oriental e, no meio disso, ir atrás do irmão, há muitos anos perdido. O enredo é bem no estilo "vamos atirar pra todos os lados", e não acerta praticamente quase nada.

 

Um grande ponto negativo, também, são os absurdos tempos de carregamento do jogo, talvez os maiores que já vi no PS4: ao se iniciar o aplicativo levam-se quase 10 minutos (!!!) pro mapa ser carregado; quando você precisa trocar entre as 3 regiões dentro do mapa do jogo, idem. Isto é algo que fica bem difícil de se defender, com a atual tecnologia dos consoles.

 

Mas tudo não são críticas, também: a jogabilidade continua excelente, primorosa; os gráficos são ótimos, não devendo nada pra um "Far Cry" da vida; o mapa tem um design interessante e há uma boa quantidade de atividades secundárias para se participar.

 

Em termos de platina, este é definitivamente o jogo mais fácil da série: não há troféu para se fechar em dificuldades avançadas, não há troféus online, os coletáveis são poucos e de fácil localização, e os troféus aleatórios (diversos) pedem por uma quantidade bem baixa de determinada atividade para serem desbloqueados (por exemplo, o troféu de se andar X km usando veículo é desbloqueado logo nas primeiras horas da campanha). No mais, uma platina rápida (pra um jogo de mundo aberto) e indolor.

 

Muitas vezes, menos é mais. Espero que um dia as produtoras mais "humildes" entendam isto, e sobretudo aprendam a focar no que o seu público-alvo quer.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo da platina: 25 horas

 

 

Tennis In The Face

 

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PSN # 2 no PS4 / # 71 no geral

 

Jogo absurdamente divertido em que você controla o ex-astro do tênis Pete Pagassi (quem bolou este nome merece um prêmio!). Ele busca vingança contra os vícios do passado que o derrotaram.

 

A jogabilidade é bem simples: você tem algumas bolas de tênis e precisa acertá-las para matar os zinimigos. Parece algo simples, mas é muito engraçado, pela maneira como você encaixa os golpes.

 

Não é preciso terminar o jogo para se chegar nos 100%, mas terminei mesmo assim, de tanto que gostei e me diverti.

 

Em relação aos troféus, é bem simples e rápido. O troféu de ouro é o mais xarope, foram diversas tentativas, mas nada que te faça ficar puto da vida também.

 

Trilha sonora bem legal, vários riffs marcantes de guitarra, com destaque para o do menu inicial.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 4 horas

 

 

The Fall

 

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PSN # 12 no PS4 / # 81 no geral

 

Apesar da nota relativamente baixa, não se enganem: este jogo é uma grata surpresa. Um dos melhores PSN's do PS4 até agora.

 

Lembra um pouco o "The Swapper" em sua temática e jogabilidade.

 

A história intrigante: você é uma espécie de astronauta que sofre um acidente e é deixado à deriva num lugar inóspito, e a partir daí precisa se virar pra chegar a um certo lugar e pedir ajuda. O plot twist, em seu final, é algo genial e surpreendente: deixarei em spoiler para quem quiser ler.

 

 

É revelado que o astronauta morreu no acidente citado no início do jogo. Você passa o jogo todo controlando o traje dele, com o corpo dentro.

 

 

A jogabilidade muito boa para um game do gênero, oferecendo controles precisos. Parece que vai ter continuação. [e teve.]

 

Peguei o velocista, também sem querer. O tempo pode ser batido facilmente, pois precisei fazer praticamente duas jogadas por não ter obtido 2 troféus perdíveis na 1a zerada. E por falar em troféus, o jogo tem vários perdíveis, necessitando da ajuda de um guia maroto ou desde o início, ou pra famosa posterior limpa dos "troféis".

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 4 horas

 

 

Zombie Vikings

 

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Platina # 21 no PS4 / # 81 no geral

 

Lembram daquela votação ao estilo "escolha o jogo do mês" que tivemos na Plus, no final de 2015, em que o "Grow Home" ganhou? Pois bem, este jogo foi um dos concorrentes naquela ocasião.

 

Desde então, fiquei de olho nele, e aproveitei uma das promoções da Store no ano passado e peguei ele bem barato.

 

É um divertido jogo ao melhor estilo "beat 'em up", com coop pra até 4 pessoas. Jogando com mais 2 amigos, foi bem engraçado e prazeroso.

 

A campanha é bem longa, com 27 fases e vários chefes. Os personagens são bem diferentes entre si, cada um com seu poder e itens exclusivos. Há também uma loja em que podemos comprar espadas e runas pra incrementar o nosso poder de fogo.

 

O ponto interessante é que, se você quiser jogar em coop, não há sistema de busca no jogo. A única maneira é ou ligando outros controles (caso você tiver), ou convidando pessoas que você tiver na lista de amigos. Não há como você entrar em qualquer jogo aleatório, e isto certamente prejudicou a popularidade e vendas do jogo.

 

A platina é fácil e rápida, porém em vários pontos da campanha é preciso estar em coop, já que há locais que não dá para alcançar sozinho, é preciso fazer como na foto acima, em que uma pessoa vai empilhando a outra para acessar determinado ponto.

 

Pra quem tem molecada em casa e gosta de jogar algo junto com eles, é uma ótima pedida.

 

Nota do jogo: 5/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo da platina: 15 horas

 

  • Curti 5

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Assassin's Creed: Unity

 

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250 milhões de possibilidades, todas elas ao alcance do mesmo botão. Sim, é de propósito.

 

Platina # 6 no PS4 / # 49 no geral / platina + 100%

 

Realmente é um dos piores da série, pau a pau com o "Assassin's Creed 3".

 

Visualmente é magnífico, porém as alterações na jogabilidade prejudicaram demais o jogo. O protagonista Arno (insosso como só) pendura e trava em todos os lugares possíveis; pra um jogo que requer precisão de controles em momentos de ação e perseguição, exigindo reflexos rápidos, isto atrapalha demais.

 

A história, típica de uma novela da Globo, também não ajudou. Além disto, a história por trás das cortinas (ou seja, a parte da Abstergo) não evolui em nada, um verdadeiro retrocesso em termos narrativos (e que se tornou padrão nos jogos posteriores).

 

A platina (e o 100%, por tabela) são de certa forma simples, porém prejudicados pela já mencionada jogabilidade ruim. Há de se citar, também, a incrível quantidade de quase 500 coletáveis (provavelmente o jogo com maior quantidade que fiz nestes tempos de PS3 e PS4), algo que prejudica tremendamente a diversão na jornada pelos troféus. E o pior: não são coletáveis simples: você precisa entrar numa casa pela janela, subir uma escada, lutar contra 3 inimigos, resolver um mini-puzzle pra abrir um baú, tudo isto pra pegar... um singelo coletável. Uma verdadeira maldição.

 

Um adendo importante: não tive bugs de nenhuma ordem durante a caminhada pro 100%, o único problema foi que sempre que pausava o jogo, o cooler do PS4 parecia uma turbina de avião. Li no fórum da Ubisoft que este é um problema do jogo, nunca consertado, devido à engine destravar o FPS (taxa de quadros por segundo, não aquele tiroteio que você adora) durante esta ação, forçando demais o processador. Tomem muito cuidado com isto, quem ainda estiver pra jogar ele.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 5/10 (acrescentado um ponto extra pela jogabilidade porca)

Tempo pro 100%: 60 horas

 

 

Disc Jam

 

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PSN # 25 no PS4 / # 111 no geral

 

Jogo bacana que saiu na Plus alguns meses atrás. Divertido e sem muitas firulas.

 

É uma espécie de queimada cibernética, em que você arremessa um disco para o outro lado do campo, e o adversário não pode deixar ele cair no chão, pegando o mesmo de volta e arremessando para o seu lado da quadra. Ganha quem fizer mais pontos, algo bem rápido, empolgante e viciante. Você joga diversas partidas e mal vê o tempo passar.

 

Os troféus são tranquilos, quase todos vem no caminho. Existe um troféu de 50 vitórias online; ajudei um amigo a fazer o boost deste troféu para o lado dele, e quando deixamos para fazer as vitórias do meu lado, no dia seguinte, não conseguimos nos encontrar no matchmaking. Resolvi fazer as 50 na raça e foi bem legal e rápido, jogando normalmente mesmo.

 

Típico jogo pra relaxar entre uma platina e/ou boost mais demorados.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 15 horas

 

 

Homefront: The Revolution

 

 

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Quem vê, pensa.

 

Platina # 38 no PS4 / # 110 no geral / platina + 100%

 

Neste último capítulo da série "Far C... não, peraí, falha no engano.

 

Temos aqui mais um FPS de mundo aberto chupinhadíssimo, adivinhem vocês, da franquia "Choro Distante": desta vez, controlamos um personagem que cai de paraquedas num EUA utópico, controlado pela Coréia do Norte (caramba, os caras são criativos mesmo, hein?) em torno de alguma sanção econômica que saiu do controle. Cabe a nós, pobres jogadores, destruir tudo e todos e restaurar ordem ao caos, "pelo povo"! Baita povo que não sabe o que fazer das coisas, isso sim.

 

Como em diversos títulos deste gênero, o enredo nos é contado, aos poucos, através de dezenas de missões do modo história, juntamente com dezenas de missões secundárias e diversas outras encheções de linguiça, tipo "encontre uma bateria pra ligar a eletricidade da casa do fulano". É tudo na mesma tônica: viu um, viu todos. De uma certa maneira, a história não é um ponto negativo, porém também não empolga, não traz surpresas e reviravoltas e nada do tipo.

 

Em termos técnicos, este jogo teve diversos problemas em seu desenvolvimento, trocando de mãos entre produtoras, refletindo na qualidade geral do trabalho, ligeiramente abaixo da média para jogos do estilo. Há uma sensação de "crtl c, crtl v" em diversas partes do mapa, há uma forte queda de taxa de quadros em momentos mais agitados, e existem alguns troféus bugados também. É necessário, portanto, uma pesquisa prévia antes de se encarar o desafio da platina e/ou 100%.

 

Em termos de platina/100%, é uma lista um pouco diferente da que estamos acostumados, pois há troféus que pedem por ações específicas que só podem ser realizadas em determinados momentos do jogo; se você já passou da missão em questão, já era mermão, toca criar um novo save. As DLCs expandem um pouco a história pré e pós-campanha, e tem uma certa qualidade e jogabilidade diferentes das apresentadas no jogo principal.

 

Há também um modo coop online (com alguns troféus, aliás), bastante divertido, onde jogamos em uma equipe de até quatro pessoas, passeando por uma boa quantidade de fases no estilo "fetch quest": vá até tal lugar, mate fulano, entregue papel pra beltrano, defenda ponto Z; é basicamente isto, porém não deixa de ser bacana.

 

Temos aqui, no frigir dos ovos, um jogo onde um maior cuidado e tempo de polimento ocasionaria numa experiência mais marcante a todos os envolvidos. Como a ganância e a desorganização falam mais alto, sua nota final fica prejudicada.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 5/10

Tempo pro 100%: 50 horas

 

 

Just Cause 3

 

 

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"Como tirar um paraquedas do cu: versão for dummies"

 

Platina # 39 no PS4 / # 112 no geral / platina + 100%

 

Senhoras e senhores, vamos começar por uma pergunta: o que é uma "Justa Causa"?

 

Agora que vocês (talvez) sabem o que torna uma causa... justa, fica a indagação: seria esta nova causa... justa?

 

Sim, em termos: a jogabilidade realmente melhorou bastante de um título para o outro, com arestas sendo aparadas, e gordura sendo retirada; o design do mapa teve um grande upgrade, com maior diversidade entre as regiões; a trilha sonora é mais intrusiva, o que é especialmente benéfico nos momentos de exploração, em que você não está afim de porradaria e tiroteio; a IA dos inimigos sofreu boa mudança, com eles deixando de ser tão pentelhos assim; a jogabilidade dos veículos também melhorou, nada mais daquela sensação de se pilotar um carrinho de autorama; e por aí vai.

 

Infelizmente, alguns vícios ainda continuaram: a campanha principal é curtíssima, e recheada de personagens que tentam ser engraçados e passam bem longe disso; há uma infinidade de coletáveis e linguiças penduradas ( ͡° ͜ʖ ͡°) pelo mapa esperando você ir lá e apertar X em cima pra contar algo pra estatística "final" do jogo; as missões secundárias vão sempre na mesma toada; o mapa AINDA proporciona aquela sensação frustrante de "crtl c, crtl v" que tanto vemos por aí, especialmente nas cidades e vilas; há uma enormidade de "challenges" que inflam a vida útil do jogo (e acredite, você tem que tirar nota máxima em TODOS!); e, principalmente, continua aquela velha porcaria da taxa de quadros cair absurdamente durante os momentos em que muita coisa acontece simultaneamente na sua tela. Este último fator, meus amigos, é algo que se torna indesculpável dar nota alta ao jogo, em pleno 2018.

 

Aliado ao que comentei acima, também, temos vários bugs e glitches presentes, com grande destaque pra uma certa "challenge" que pede para você atingir determinada velocidade com um carro, e depois direcionar ele à um bando de véiculos inimigos e saltar um pouco antes, explodindo tudo. O problema disso é que existe uma parede invisível perto dos inimigos, ou seja, você salta do seu carro, ele explode, e você nem de perto chega na pontuação necessária pra atingir a nota máxima. O tempo que eu gastei pra fazer todas as demais (110?) "challenges", eu gastei o mesmo somente nesta, repetindo uma ação que leva cerca de um minuto. Ou seja, gastei cerca de 12/15 horas apenas pra fazer UMA "challenge", insistindo até que o jogo me deixasse superar a pontuação de 5 estrelas.

 

As três DLCs são uma encheção de linguiça, também: agregam uma ou outra coisa ao jogo, porém nos passam a sensação de que foi um conteúdo cortado da versão final (original).

 

A ideia, a premissa deste jogo é excelente, porém sua execução, principalmente na parte técnica, é um terror, um verdadeiro pesadelo para quem se dispor a encarar a platina e/ou o 100%.

 

E podem apostar comigo: o Just Cause 4 vai sair na Plus daqui um tempo.

 

Resumindo: esta Causa ainda é Justa? Vocês que me digam.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 6/10

Tempo pro 100%: 70 horas

 

 

Splice

 

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PSN # 13 no PS4 / # 82 no geral

 

Interessante puzzler que remete ao "Auditorium" do PS3, porém com outra temática. Aqui, controlamos uma espécie de sistema celular que precisa se encaixar à membrana. Quer dizer, pelo menos foi assim que eu entendi.

 

É algo bem relaxante de se jogar, e recomendado a quem gosta de um jogo mais leve e rápido entre um ou outro demorado e difícil.

 

Os troféus são relativamente simples, não me lembro de ter problemas com nada. Peguei o velocista deste jogo, por coincidência, mesmo não dando importância pra estas coisas.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 3 horas

 

 

Super Toy Cars

 

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PSN # 23 no PS4 / # 97 no geral

 

É uma espécie de primo pobre do Table Top Racing. Gostou de um, gostará do outro.

 

O 100% é igual dos demais jogos de corrida kart: completar todos os eventos com o tempo estilo "3 estrelas", comprar e equipar todos os carros, e por aí vai.

 

Um bom jogo, com alguns problemas no sistema de física e colisões, mas nada que atrapalhe a diversão.

 

Peguei o pioneiro e também (até agora) o velocista, pois ninguém fechou este jogo no MyPST até o momento.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade pro 100%: 4/10

Tempo pro 100%: 15 horas

 

 

Trine 3: The Artifacts of Power

 

 

Veja "Trine: Enchanted Edition" logo acima.

 

 

Trivial Pursuit Live

 

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PSN # 22 no PS4 / # 96 no geral

 

Assim como o Risk e o Scrabble, este jogo veio no Hasbro Family Pack, juntamente com o Monopoly Deal.

 

Trata-se de um jogo de perguntas e respostas, ao melhor estilo "Show do Milhão". É bem divertido se jogado com mais pessoas, na algazarra.

 

O 100% é simples e tranquilo, porém um pouco demorado pela quantidade de vezes para se atingir os requisitos dos troféus. E é obrigatório entender inglês (e de assuntos de países cuja língua-mãe é esta). Mas nada que um guia e um pouco de senso comum não resolvam.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade pro 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 10 horas

 

 

Unmechanical: Extended

 

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PSN # 8 no PS4 / # 77 no geral

 

Agradável joguinho de puzzles dado pela Plus neste mês. [Outubro de 2015]

 

Controlamos um robôzinho que se mete em altas enrascadas e precisa se safar usando apenas de sua inteligência. Portanto, é um jogo estilo quebra-cabeças.

 

O 100% é tranquilo e relativamente rápido. Precisei usar o guia apenas para um dos puzzles. Existem 2 troféus mais chatinhos, mas nada que você não consiga fazer depois de 2 ou 3 tentativas.

 

Ao contrário do ilustre colega de fórum Katsu, não passei mal jogando esta pérola.

 

Nota do jogo: 4/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 4 horas

 

  • Curti 5

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Home

 

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PSN # 6 no PS4 / # 75 no geral

 

Jogo de terror com gráficos estilo 8 bit. A história é meio confusa (precisamos resolver um assassinato e tal), porém diverte pelo que se propõe. Claro, não que se espere muito...

 

O 100% é um dos mais fáceis da PSN até então: com ou sem guia, é tranquilo de se fazer. Com guia dá pra fechar em menos de 2 horas.

 

Nota do jogo: 3/10

Dificuldade do 100%: 2/10

Tempo pro 100%: 2 horas

 

 

LA Cops

 

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Platina # 4 no PS4 / # 37 no geral

 

Temos um jogo de tiro em 3a pessoa que utiliza câmera "giratória" vista por cima (esqueci o termo usado, é tipo a do Diablo, entre outros). [é isométrica, burro.]

 

A base da história é feita em cima dos marotos filmes policiais da década de 70 e 80, onde todo mundo trabalhava em dupla, era de bem com a vida, invencível, machão e cheio das piadas à tiracolo.

 

Você percorre 8 missões principais, mais 5 secundárias, onde precisa meter bala nos meliantes no restaurante, no banco, na mansão do traficante, no cassino, etc. Basicamente, você mete bala em todos os lugares onde existe convivência humana.

 

A platina é recheada de troféus de ouro, e bem rápida de se obter. Porém, você precisa zerar o jogo 3 vezes.

 

A última dificuldade é bem xarope, e me fez encostar o jogo por alguns dias. Morri pra caralho e fiquei puto demais. 1 ou 2 tiros e você bate as botas, e a câmera não ajuda também.

 

Logo depois que fechei o "Watch Dogs", voltei pra este e... terminei tudo em menos de 1 hora. Lei de Murphy à toda prova.

 

Surpreso com o baixo PDM dos troféus, e também com a classificação "easy" no PSN Trophy Leaders. Achei que não representam a dificuldade real do jogo (ou eu que sou ruim mesmo neste tipo de jogo, vá entender uma coisa dessas).

 

Nota do jogo: 3/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 10 horas

 

 

Saints Row: Gat out of Hell

 

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Platina # 19 no PS4 / # 75 no geral

 

Muito tosco isso aqui.

 

É praticamente um jogo de PS2 com texturas de PS4. A jogabilidade, o enredo, a variação de missões, a IA dos inimigos, tudo é absurdamente pobre.

 

Você fecha a campanha em 5 horas e passa o triplo disso pegando coletáveis e linguiças que esparramaram pelo mapa. Até que não ligo pra isso, mas olha essa proporção que colocaram.

 

Daqui a pouco vão lançar um jogo em que as side quests são a missão principal, e que a história principal é pegar coletáveis, rs.

 

Aqui temos a mesma sina dos demais jogos da série, como comentado no tópico correspondente dos jogos de PS3.

 

Finalizando, a sensação que tivemos ao se jogar a saga foi a mesma de quando assistimos a entrevista do roteirista do "Velozes e Furiosos":

 

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Nota do jogo: 3/10

Dificuldade da platina: 4/10

Tempo pra platina: 25 horas

 

 

Tales from the Borderlands

 

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Platina # 10 no PS4 / # 59 no geral

 

Não gostei muito deste jogo. Achei a história um pouco arrastada, se alongando mais do que deveria e, sobretudo, as piadas bastante sem-graça, no melhor (melhor?) estilo "A Praça é Nossa".

 

Provavelmente cometi o pecado de ter jogado sem antes experimentar a série original (em que foi baseada este jogo), porém ainda penso que uma história deveria se manter em pé por si só, sem precisar de muitas interligações ou explicações no melhor estilo "vou desenhar isto aqui, depois vou explicar o desenho, depois vou desenhar uma 2a vez pra você entender o que eu quis dizer".

 

A platina é no padrão dos jogos da produtora: clique para escolher opções que influenciarão fortemente em nada dali pra frente. Muitas vezes, se deixar o controle parado também dará na mesma. Bem, no começo é legal porque é novidade, mas depois começa a cansar, não acham?

 

Nota do jogo: 3/10

Dificuldade da platina: 2/10

Tempo pra platina: 15 horas

 

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Paparazzi

 

 

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PSN # 3 no PS4 / # 72 no geral

 

Temos aqui o clássico jogo de gato-e-rato, em que um jogador tenta despistar o outro ao longo da fase, enquanto o outro tenta pegá-lo.

 

No caso, um é a celebridade, e o outro é o fotógrafo. A celebridade precisa escapar e chegar ao final com sua "dignidade" (rs) intacta, enquanto o fotógrafo precisa tirar fotos.

 

O 100% é simples de tudo, nem há o que se comentar. Com guia e 2 controles é bico demais.

 

Um dos jogos mais fáceis da PSN. Completei ele em 28 minutos.

 

Nota do jogo: 2/10

Dificuldade do 100%: 2/10 (só não é 1 porque você precisa olhar o que fazer nos troféus, eles não pulam automaticamente, como num Walking Dead por exemplo)

Tempo pro 100%: 30 minutos

 

 

Submerged

 

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PSN # 10 no PS4 / # 79 no geral

 

Fraco jogo de exploração em que controlamos uma menina que busca auxílio para seu irmão doente, utilizando um barco para se locomover em meio a um mapa que tem diversos tipos de destroços e vegetação.

 

Esperava bem mais de acordo com o que foi divulgado, que nos remetia a aventuras como "Ico" e "Shadow of the Colossus".

 

É praticamente um game de PS2 em todos os sentidos técnicos. A jogabilidade é precária, horripilante; escalar um prédio é uma verdadeira tortura.

 

Os troféus são fáceis e descomplicados. Tudo feito rapidamente, mesmo que prejudicado pela jogabilidade.

 

Nota do jogo: 2/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 6 horas

 

 

Whispering Willows

 

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PSN # 15 no PS4 / # 85 no geral

 

Curto joguinho de investigação sobrenatural, onde controlamos uma menina e sua alma penada.

 

Simples e indolor, lembra os point-and-clicks antigos da LucasArts.

 

Não empolga e tampouco ofende.

 

Nota do jogo: 2/10

Tempo pro 100%: 2 horas

Dificuldade do 100%: 3/10

 

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Three Fourths Home

 

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PSN # 7 no PS4 / # 76 no geral

 

O jogo, lançado anteriormente apenas para PC, é uma história interativa curta, em que fazemos o papel de uma moça que procura seu lugar no mundo.

 

Ela está em seu carro, dirigindo na estrada, em chuva forte (não falarei mais pra não spoilear o enredo aos amigos), e no caminho de casa vai conversando com seus pais e seu irmão.

 

Além desta história principal, temos também um epílogo, onde é mostrado em que lugar ela estava antes de pegar o carro (e a estrada), e também uma outra história, ainda mais curta, em que mostra ela num ponto de ônibus, conversando por telefone com sua mãe.

 

É algo bem simples, porém a história é interessante, te faz refletir sobre a vida. E é praticamente o único ponto forte do jogo, infelizmente.

 

O 100% é rápido e indolor, fechei em menos de 40 minutos.

 

Por tabela, peguei o pioneiro e o velocista. Esta peça rara saiu há 2 semanas e ninguém mais jogou ele no MyPST além de mim, até agora. :hehe: [em Outubro de 2015, obviamente.]

 

Nota do jogo: 1/10

Dificuldade do 100%: 2/10

Tempo pro 100%: menos de 1 hora

 

 

Toren

 

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PSN # 11 no PS4 / # 80 no geral

 

Caramba, que decepção este jogo. Sei que o jogo foi produzido por brasileiros, mas de nada adianta o patriotismo cego: se não funciona, se não é minimamente bom, pra que forçar a amizade?

 

Temos aqui a jornada de um personagem (no caso, uma menina) em luta contra as forças do mal. Bem, quantos zilhares de jogos, filmes e livros já tiveram esta temática, não? E quantos deles tornaram-se clássicos? Enfim, o que importa é a execução, e aqui ela ficou devendo bastante.

 

Nada funciona no jogo: os controles são ruins, um verdadeiro suplício; a história é mal contada e pula de um lado pro outro sem a mínima explicação, mesmo sutil; a jogabilidade é truncada, dificultando trechos que seriam simples; e por aí vai.

 

Além de tudo, e principalmente, é um jogo muito, muito curto. Mesmo tomando cuidado com os troféus, você fecha ele em menos de duas horas. Fica difícil defender um produto que não tem um ponto fora da curva em pelo menos um sequer dos aspectos técnicos.

 

Nota do jogo: 1/10

Dificuldade do 100%: 3/10

Tempo pro 100%: 2 horas

 

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Passou a tarde toda esperando pra reservar posts né? :hehe:

 

O negócio aqui vai ser brabo...

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Passou a tarde toda esperando pra reservar posts né? :hehe:

 

O negócio aqui vai ser brabo...

 

Pois é, muito chato esse negócio de ter que esperar 15 minutos pra "oficializar" um post, o sistema não aceita um atrás do outro.

 

Brabo nada, a formatação é só alegria!

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Esperar a classificação de estrelas

 

Estou postando aos poucos, pois leva algum tempo pela formatação.

 

Mas o tópico do PS3 tem mais jogos pra consulta, veja o link na minha assinatura.

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Dei uma olhada por cima, e te parabenizo pelas análises a qual se dispôs a inserir.

Eu particularmente não tenho essa paciência para escrever analise de jogos, mas admiro que faz de uma forma bem sucinta e de uma leitura prazerosa.

 

Referente ao Ghost Recon Widlands, ele está no meu radar para platinar, e como vc deixou sua insatisfação na DLC Narco Road, já não pegarei mais kkkkkk.

No mais, continue com o tópico que está show!!!

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Muito bom seu tópico, poderiam até criar um tópico referente a outras plataformas (das antigas) sem criticar o jogo do outro más sim falando da sua experiência com jogo x ou y da plataforma z.

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Como te disse, tá show o tópico, melhor que certos sites e youtubers por ai.
 

Muito bom seu tópico, poderiam até criar um tópico referente a outras plataformas (das antigas) sem criticar o jogo do outro más sim falando da sua experiência com jogo x ou y da plataforma z.

 
Ele é sonysta  :krumel:

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Muito bom seu tópico, poderiam até criar um tópico referente a outras plataformas (das antigas) sem criticar o jogo do outro más sim falando da sua experiência com jogo x ou y da plataforma z.

 

Não tem estrelas negativa pra poder postar outras plataformas...

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Bom eu não sou sonysta,sou gamer jogo desde o Atari más se a idéia ofende de boa , já não está aqui quem propôs kkkkkkkkkkkk.

Como te disse, tá show o tópico, melhor que certos sites e youtubers por ai.

 

 

Ele é sonysta :krumel:

Não no caso do tópico dele más um no qual todos poderiam colocar alguma experiência, más esquece kkkkkkkkkkkk.
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Bom eu não sou sonysta,sou gamer jogo desde o Atari más se a idéia ofende de boa , já não está aqui quem propôs kkkkkkkkkkkk.

Não no caso do tópico dele más um no qual todos poderiam colocar alguma experiência, más esquece kkkkkkkkkkkk.

 

Calma véi, eu to zoando o Tales. kkkkk

Se tiver vontade pode criar um tópico assim, só teria que ver se há uma galera que pode contribuir comentando ou postando suas análises.

Infelizmente eu não poderia, já que não jogo mais no PC e só tenho atualmente um PS3/PS4, poderia analisar joguinhos de celular.  :hehe:

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Como te disse, tá show o tópico, melhor que certos sites e youtubers por ai.

 

 

Ele é sonysta  :krumel:

 

Pior que nem é questão de ser sonysta ou não, é que pulei direto do Super Nintendo pro PS3.

 

Inclusive, fico viajando quando leio os comentários da galera sobre jogos do PS1, PS2, etc. Não conheço praticamente nada.

 

Não tem estrelas negativa pra poder postar outras plataformas...

 

Está gostando do tópico, Banin? Criei especialmente pra você, só que não.

 

Alguma sugestão ou crítica?

 

Bom eu não sou sonysta,sou gamer jogo desde o Atari más se a idéia ofende de boa , já não está aqui quem propôs kkkkkkkkkkkk.

Não no caso do tópico dele más um no qual todos poderiam colocar alguma experiência, más esquece kkkkkkkkkkkk.

 

Ô Cris, é uma boa ideia. Você poderia tomar a iniciativa e criar um tópico desses e deixar ele como aberto pra quem quiser postar, não acha?

 

De qualquer forma, vale o que falei pro Katsu_Gaymer aí acima.

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