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[Combo Infinito] Death Stranding: Kojima comenta sobre a definição de “Walking Simulator”

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Hideo Kojima aborda críticas referentes à Death Stranding

Death Stranding parece ter se tornado um sucesso mesmo antes de ser lançado oficialmente. Nas redes sociais, boa parte do público se mantém debatendo detalhes do game – seja de forma positiva, ou negativa. Mas recentemente Hideo Kojima – fundador da Kojima Productions e idealizador de Death Stranding – abordou alguns comentários feitos pelos espectadores nos últimos meses. Inclusive, ele se pronunciou sobre a questão de compararem o game com o formato “Walking Simulator“.

Afim de contextualizar, Walking Simulator seria um gênero descrito para jornadas que envolvem unicamente o ato de “caminhar” – ou percorrer grandes distancias. Neste caso, o gameplay seria baseado apenas no storytelling, não oferecendo outras alternativas como combates, customizações e derivados.

Dito isso, Kojima está ciente das comparações que Death Stranding vem sofrendo nas redes, mas garante que este não é o caso. Ao comentar a impressão do público com relação ao que vimos até agora, ele afirma que está em uma situação similar à chegada de Metal Gear Solid.

É o mesmo se comparado a quando eu trouxe o primeiro jogo stealth. Se 100 pessoas jogarem e 100 pessoas disserem que é divertido, significa que o gênero ou o game já existe. Mas é um novo gênero – tal como o stealth pela primeira vez, e haverá pessoas que não entenderam. Levará um tempo até que as verdadeiras avaliações apareçam.”

De certa forma, Kojima já está ciente das impressões em torno de seu novo título. Mas, apesar de parecer primoroso aos olhos de muitos, outros consideram o game como algo monótono, e faz parte da recepção ter opiniões divergentes.

O lançamento de Death Stranding ocorrerá no dia 8 de Novembro. Até o momento, o game é cotado como exclusivo do PS4, mas rumores circulam sugerindo uma possível versão para PC’s.

 

Fonte: Combo Infinito

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Kojima, você tem consciência que metal gear (1987) é perturbadoramente parecido com Castle of Wolfenstein (1981) e que você, nem Sillas Warner inventaram o gênero Stealth, correto?

Enfim, eu li a entrevista inteira na gamespot e sem sacanagem? Poucas vezes eu vi algo tão irritante, narcisista e desconcertante sendo proferido, culminando na hilariante afirmação de que "sim, ele é basicamente um diretor frustrado que quer fazer filmes mas por falta de talento fica no mundo dos games." Quem deu esse titulo para David Cage, por favor, corrija.

 

Voltando ao assunto, essa conversa vaga sobre "se não gostar é porque não entende, quem sabe daqui a 10 anos elas passem por uma experiência na vida e finalmente entendam" tem nome, se chama esnobismo de jumento e me lembra Dan Fogelman tentando defender sua porcaria pretensiosa, pedante, estúpida e horrorosamente escrita chamada de "Life Itself", enfim, tem muita coisa bizarra na entrevista como ele se proclamando como um ser divino que faz tudo sozinho, demonstrando um total desconhecimento do que mentor significa e por ai vai, mas admito, uma coisa boa saiu de lá.

Ele explicou o que diabos foi o "I have no idea" que todo mundo difundiu como ele não ter entendido o jogo, na verdade, ele entende, mas o que ele fez é tão magnifico, único e fantástico apesar de lembrar um certo jogo de pc do finzinho dos anos 90 começo dos anos que ajudou a definir os sandbox, que ele não tinha uma palavra para descrever o seu gênero recêm inventado, logo, ele disse não saber sobre o que era o jogo e o nomeou de "Strand" game

Assim como quando ele inventou o "lighting bolt action, a visual novel, o stealth, o adventure, os jogos de mecha, os hack'n slash e assim por diante.
Como todos nós sabemos: Kojima inventou tudo, e se você discorda, foda-se ele fez e fim de conversa.

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O grande legado do Kojima é trazer essa parte cinematográfica para o mundo dos games... Ele que trouxe isso de uma forma mais bem elaborada e tal... Nem é tanto o stealth (que pra mim, ele criou), o Castle de 1981 não é stealth pra mim, mas isso não se discute...

 

Sobre DS... vamos esperar sair pra julgar

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1 hora atrás, Toushi-san disse:

O grande legado do Kojima é trazer essa parte cinematográfica para o mundo dos games... Ele que trouxe isso de uma forma mais bem elaborada e tal... Nem é tanto o stealth (que pra mim, ele criou), o Castle de 1981 não é stealth pra mim, mas isso não se discute...

 

Sobre DS... vamos esperar sair pra julgar

 

Eu não tenho a menor ideia de como você pode não considerar o jogo que apresentou praticamente todas as bases do gênero inclusive um não incentivo a combate, utilização de passaporte para enganar guardas, roubar uniforme para se disfarçar, mas enfim... existem outros exemplos  eu só falo wolfenstein porque Metal gear é basicamente a evolução dele....

 

Sobre o resto: Acho que isso é um caso mais complexo, afinal, jogos cinematográficos sempre tiveram uma vida bem bizarra nesse nosso mundo, existindo desde pouco depois dos primórdios da indústria de uma forma bem estruturada e focada em escrita, como por exemplo, portopia (pq eu não posso passar um tópico que fale de história e escrita em jogos sem falar de Yuji Horii). Seguimentos como o período FMV (Road Avenger), a evolução dos adventures, a evolução dos rpgs cinematográficos com Captain Tsubasa a Tengai makyo Makushiroku, a Masaya empurrando narrativa complexa com ambiguidade moral em jogos de ação e principalmente, a própria tecmo criando cutscenes em Ninja Gaiden para narrar uma história e desenvolver clima de filme de Ninja com Franco Nero, são elementos bem antigos que precederiam tais créditos atrelados a quem por algum motivo, todos optam por aplaudir cegamente.

Porém, é inegável que ele tem sim uma parcela relevante não na construção (apesar de adorar Snatcher), mas na popularização dessa ideia para as massas com um certo Delay, mais especificamente em Metal Gear Solid que fez o pessoal olhar para trás, lembrar que Snatcher existia, não necessariamente os outros, mas pelo menos Snatcher o povo sabe.
Ninguém vai tirar isso dele e muito menos diminuirá a importância ou impacto cultural das obras que ele esteve envolvido, o problema para mim é singularizar uma informação incorreta na pessoa que representa erros de virtude de toda a companhia. Nos não estamos falando do inventor de nada e jurando depé junto que ele inventou, ao ponto da mentira ter ganhou 5 pernas e o próprio maluco já acredita em suas lorotas, inflando ainda mais um ego narcisista e danoso.

 

Temos centenas de casos assim na industrial de games, de louvores a mediocridades que descarrilaram trens, a absurdos momentos como o pessoal acreditar piamente que Igarashi salvou castlevania com o incrível sucesso de Symphony of the night (um jogo que ele assumiu no meio do caminho, não mudou muita coisa e comicamente: foi um fracasso de vendas que quase enterrou de vez a serie.) ou talvez o mais icônico e desconcertante, Keiji Inafune, um dos vários desenhistas de megaman, é o criador do jogo "because marketing", jogando Akira Kitamura (section Z, Megaman e Willow) para escanteio e criando a ilusão de Mighty Number 9 \8

Sejamos sinceros, isso é muito, mas muito perigoso a curto e longo prazo...

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assisti à alguns gameplays e não parece um gênero novo e  na verdade ainda tenho muitas dúvidas sobre o game,  mas sempre achei o kojima um cara muito excêntrico que quer vir com umas questões filosóficas seja para parecer inteligente seja para dar embasamento  para o seu ponto de vista

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[IGN PT] Death Stranding: Kojima diz que o jogo só se torna divertido depois de completares metade da história

 

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Algumas pessoas dizem que é como o filme Alien, onde te vais inteirando gradualmente do que se está a passar nesse mundo. Talvez se torne divertido apenas quando completares 50% do jogo.

O jogador, em shooters e outros géneros, entra no jogo conhecedor de algumas regras básicas e acredita que sabe sobre o que trata o jogo. Eu não quero que tenham essa sensação. Quero que todos comecem do zero. Sem saber como jogar. Quero que o que te mostro te deixe confuso, mas quero que faça sentido quando jogas

 

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