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washsou

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  1. Ehehehehehe, calma calma. Desculpe, mas não resisti em lhe provocar uma resposta melhor. Mas esta certo, a questão da reposta "não houve um único designer não faz sentido principalmente porque depois vem: "Houve exemplos de desenvolvedores montando seus próprios estúdios e tendo sucesso; no entanto, existem muitos exemplos de desenvolvedores montando novos estúdios e falindo." Eu fui ver a entrevista original e passei para uma pessoa que traduziu e ficou com duvida nessa mesma frase porque a frase parece ter mais de um sentido. Sobre ele se virar sozinho, bem, ele esta referindo apenas na aquisição do prédio e outras verbas para abrir seu estúdio. Sobre a confecção do jogo, de fato ele obteve muito ajuda, tanto por parte da Guerrila(engine de desenvolvimento) como da própria Sony.
  2. Jura? Bom saber. Saiba também que existem vários lugares que a conexão não passa de 2 megas. E principalmente onde não tem cabeamento de fibras, que ainda é a maioria dos lares. 4g? Existem tantos lugares que o sinal é tão inconstante que o sinal alterna para 3g direito.
  3. Os produtores esclarecem que ele não será o primo pobre de O Senhor dos Anéis. Como parte da entrevista concedida a revista francesa Première na edição de setembro, os produtores da série The Witcher para Netflix, Andrew Laws e Lauren Schmidt Hissrich revelaram que reduziram o uso de efeitos computadorizados ou CGI durante as filmagens e pós-produção da série, a fim de ajudar os atores e, assim, garantir a imersão do público. "Não gosto de ver o ator agir na frente de uma tela verde ou conversar com uma bola verde", disse Laws. "Queríamos algo real, mesmo para sequências de combate", acrescentou, embora tenha esclarecido que elas não serão "o primo pobre de O Senhor dos Anéis ou Game of Thrones", pois a Netflix tem sido generosa em termos de orçamento, mas cuidou para que o padrão de efeitos fosse uniforme, a fim de não distrair o público da história. "Se você criar um excelente CGI em uma cena, precisará manter o mesmo nível de qualidade para todas as outras. (...) Filmamos cenas gigantes e atribuímos à nossa série um padrão de produção digno da tela grande". Lauren Schmidt Hissrich, produtora executiva e roteirista principal da série concordou, mas também explicou que não queria se parecer com o videogame. "Era importante que a série tivesse um estilo autêntico. Já existe um excelente jogo e não queríamos que a série se parecesse com ele." Após meses de especulações, a Netflix revelou a série The Witcher na Comic-Con de San Diego durante o mês de julho de 2019. O ator britânico Henry Cavill terá o papel principal e espera-se que data de lançamento, deva aparecer ainda este mês. Fonte: 3dJuegos
  4. A próxima versão do PSVR pode ter muitas surpresas Com o PlayStation 5 no horizonte, a Sony pode estar procurando atualizar as opções de realidade virtual do console. Embora a Sony tenha dito no passado que todo o hardware atual do PSVR funcionaria com o novo sistema, isso não os impediu de olhar para o futuro, de acordo com uma patente recente originalmente encontrada pela LetsGoDigital. Essas patentes, que foram originalmente registradas em fevereiro, parecem mostrar algumas grandes mudanças que podem estar ocorrendo em um PSVR atualizado. A mudança mais notável é a adição de novas câmeras viradas para fora, duas na parte frontal e uma na parte traseira, além de uma câmera nos próprios controladores. A patente também menciona brevemente a ideia de que o PSVR poderia funcionar sem fio, através do Bluetooth. Esse recurso certamente ajudaria a se destacar em um campo muito movimentado de aparelhos VR com fios. Ainda no mesmo documento em uma das imagens o óculos é descrito da seguinte maneira: “o usuário é visto utilizando uma ou duas das chamadas luvas táteis ... que podem dar feedback táctil a ele ... e os trajes táteis também podem ser utilizados”. Esses produtos, as luvas e o traje não estão registrados no mesmo documento, mas é no mínimo, curioso e abre perguntas para o que devem estar planejando. Temos certeza que vamos ouvir mais sobre os planos de realidade virtual da Sony à medida que a data de lançamento do feriado de 2020 do PlayStation 5 se aproxima. Fonte: Polygon
  5. Bloodborne 2 está na lista de desejos de muitos fãs de games, mas infelizmente a continuação da série ainda não passou de expectativas que se esfriaram desde que a From Software lançou Sekiro: Shadows Die Twice no ano passado. Sobre esse assunto, o diretor Hidetaka Miyazaki comentou que, infelizmente, a decisão de continuar a série não está nas suas mãos. Em conversa durante a Brasil Game Show 2019 com o GameSpot Brasil, Miyazaki deu algumas risadas ao relembrar do assunto, mas foi bem claro depois disso. "Bloodborne 2… Infelizmente não sou eu que decido", explicou ele para o veículo brasileiro. Apesar disso, o jogo está presente entre os favoritos do diretor japonês. Posteriormente na entrevista, ele respondeu que é "muito difícil" responder qual foi o jogo favorito que ele já fez. "Mas se eu fosse dizer qual mais ficou no meu coração, é o Bloodborne. É o que mais me marcou. Acredito que o fiz do meu jeito, do jeito que eu quis", completou Miyazaki. Bloodborne foi lançado em março de 2015 exclusivamente para o PlayStation 4. No final do ano passado, o diretor comentou que "não estava em posição" de falar sobre Bloodborne 2, mas pelo visto seu posicionamento mudou um pouco desde então. Fonte: Voxel
  6. Em dezembro de 2015, Hideo Kojima anunciou que estava montando seu próprio estúdio, a Kojima Productions. Ele havia fechado um acordo com a Sony. Tudo parecia tão fácil, mas será que foi? Aparentemente não. Mas ajudou que ele fosse Hideo Kojima. No final de uma entrevista à Famitsu, Kojima falou sobre as dificuldades que enfrentou ao montar seu próprio estúdio. "Faz três anos e nove meses que eu me livrei", disse Kojima à Famitsu. "Naquela época, eu tinha 53 anos. Essa é uma época em que você se aposentaria, certo? Os membros da minha família também foram contra a idéia [de eu montar um novo estúdio]. Eu era um homem de meia idade de 53 anos, não tinha dinheiro ou muito mais, e era só eu dizendo que ia fazer esse jogo de mundo aberto." Kojima poderia ter dinheiro, mas provavelmente não o suficiente para financiar o tipo de projetos que ele estava acostumado a fazer. Segundo Kojima, havia quem duvidasse que o jogo seria bom. "A razão para isso é que não houve um único designer de jogos mundialmente famoso que obteve sucesso depois de se virar sozinho". "Mesmo quando fui ao banco, não podia pedir dinheiro emprestado". Houve exemplos de desenvolvedores montando seus próprios estúdios e tendo sucesso; no entanto, existem muitos exemplos de desenvolvedores montando novos estúdios e falindo. Entretanto, aos poucos parece que ele está reescrevendo essa história. Quando Kojima saiu da Konami, lembro-me de que o consenso geral parecia ser que as pessoas estavam felizes por ele poder criar um novo estilo de jogo e, considerando como ele era tratado, havia um desejo de vê-lo ter sucesso. Isso não significa que montar seu próprio estúdio foi uma caminhada fácil, especialmente no Japão, que muitas vezes pode complicar as coisas aparentemente fáceis. "Mesmo quando fui ao banco, não podia pedir dinheiro emprestado", continuou ele. "Eles disseram: 'Sabemos que você é renomado, mas você não tem nenhum resultado real'. Esse é o tipo de país que o Japão é." Pode ser bastante difícil conseguir um empréstimo no Japão, especialmente se você não estiver trabalhando para uma grande empresa. Kojima estava por conta própria nesse momento, portanto, financiar seu estúdio para conseguir um contrato de locação e contratar funcionários pode ter sido mais difícil do que você imagina. Além disso, fazer jogos de Metal Gear era caro e demorava muito tempo. Esses jogos sempre parecem ter se saído melhor fora do Japão. Tudo isso pode explicar a relutância por parte dessa instituição financeira. "Mas então, havia um banqueiro no maior banco [no Japão] que era um grande fã meu, e eu recebi o financiamento". Embora tenha sido difícil para ele conseguir um empréstimo, ele ainda é o Hideo Kojima, o que ajuda! Ele finalmente perguntou: "O que é a Kojima Productions?" Para dar confiança às famílias da equipe que ele estava contratando, Kojima queria montar o estúdio em um prédio agradável. Dessa forma, ele disse, pareceria que a empresa seria bem-sucedida e os maridos e esposas de seus funcionários estariam menos inclinados a se preocupar. Mas, geralmente, sempre que ele encontrava um bom prédio, era perguntado: "O que é a Kojima Productions?" No Japão, Kojima não é tão famoso quanto alguém como Hayao Miyazaki, então parece que muitos proprietários não estavam familiarizados com a iteração anterior do estúdio e seu trabalho. Mas fora desses locais desejáveis, ele mais uma vez teve a sorte de encontrar um fã e conseguiu mudar para o local atual do estúdio. O Japão corporativo isola os funcionários. Portanto, desafios como obter um empréstimo ou um arrendamento, que a maioria das pessoas no Japão experimenta ao tentar criar sua própria empresa, certamente não eram o que a Kojima estava acostumado. Mas, diante desses desafios, ele não desistiu. Ele reconheceu que tinha oportunidades por causa de sua carreira na Konami. "A razão pela qual sou quem sou agora é por causa dos 30 anos que tive na Konami", disse Kojima à Famitsu. "Sou grato à Konami e não posso negar essa conexão." Esta não é a primeira vez que Kojima agradece à Konami. Parece que ele não apenas chegou a um acordo com seu ex-empregador, mas também sente que a experiência fez dele quem ele é. Fonte: Kotaku
  7. Com um acessório mais caro que o produto principal, vai ser difícil qualquer game para VR vender bem... alias nem o próprio.
  8. BRASÍLIA — Um grupo de governadores avalia taxar jogos eletrônicos para destinar mais recursos à segurança pública. A ideia foi discutida durante o Fórum de Governadores, realizado nesta terça-feira em Brasília. Segundo uma estimativa preliminar, seria possível arrecadar até R$ 18 bilhões com a medida. A proposta foi apresentada pelo governador do Piauí, Wellington Dias, e foi bem avaliada pelo governador de São Paulo, João Doria. Já Wilson Witzel, do Rio, não apoia o projeto, por entender que o problema da segurança não é de falta de recursos, mas sim de gestão. — Houve uma sugestão para aplicação de imposto sobre jogos eletrônicos. Nos pareceu uma sugestão bem-vinda, já que os jogos eletrônicos através da internet não são taxados. Todos os jogos pagam imposto, não é razoável que o jogo eletrônico através da internet, sobretudo realizado fora do Brasil, aconteça sem a aplicação de impostos. Um dos governadores fez essa sugestão, ela foi bem percebida pelos demais governadores — disse Doria, após o encontro. Witzel, por sua vez, vê a ideia com cautela. — Isso entrou em discussão. Nós já gastamos demais com segurança. Se continuarmos discutindo as mesmas coisas, nós vamos continuar colocando mais dinheiro na segurança pública e não vamos obter resultado — afirmou o governador. — O problema é de gestão. É preciso fazer maior integração das políticas, melhorar a qualidade da investigação, criar varas especializadas como estamos criando no Rio de Janeiro. Tudo isso vai dar mais efetividade. Não adianta querer gastar mais dinheiro em cima de algo que está ruim. O debate sobre segurança pública foi um dos principais temas tratados na reunião. Os estados criticaram a dificuldade de acessar os recursos do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e defenderam a flexibilização de exigências feitas pelo governo federal para liberar as verbas, que consideram insuficientes. Durante a reunião, os governadores também emitiram uma carta aberta de apoio ao projeto que prevê o aumento dos repasses do Fundeb, que financia a educação básica. A ideia é ampliar os repasses, em 11 anos, de 10% para 40%. Fonte: O Globo
  9. Netflix e Prime Video teriam que pagar até 4% de contribuição sobre o faturamento bruto e oferecer conteúdos brasileiros Um projeto de lei do Senado (57/2018) que cria novas regras para plataformas de streaming como Netflix e Amazon Prime Video entrou em audiência pública nesta segunda-feira (7). O texto estabelece que os serviços deverão pagar uma contribuição de até 4% sobre o faturamento, respeitar uma cota de conteúdos nacionais e investir um percentual da receita na produção de obras brasileiras. De autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), o PLS 57/2018 é baseado em uma proposta da Ancine (Agência Nacional do Cinema) que tinha o objetivo de “garantir estabilidade e segurança jurídica” ao mercado audiovisual brasileiro a partir da criação de uma legislação específica para regulamentar os serviços de vídeo sob demanda (VOD). O texto define que os provedores de vídeo sob demanda, ou seja, serviços como Netflix, Amazon Prime Video e Hulu, são obrigados a oferecer conteúdos audiovisuais brasileiros de forma permanente no catálogo, em um percentual a ser definido posteriormente pelo Executivo. Desses, metade devem vir de produtoras nacionais independentes. Imposto de até 4% mira em YouTube e Netflix As empresas ficam obrigadas a pagar a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), em uma alíquota que parte de 0% para companhias com faturamento bruto anual de até R$ 3,6 milhões, até 4% para a parcela da receita que exceder R$ 70 milhões. Essa regra também vale para o que é definido no texto como “plataforma de compartilhamento de conteúdo”, como o YouTube. Pelo projeto de lei, os serviços de mídia poderão obter até 30% de desconto no recolhimento da Condecine caso destinem a verba para aquisição de direitos de obras de produtoras estabelecidas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Independente do benefício fiscal, a Netflix, o Amazon Prime Video e outros provedores de vídeo sob demanda seriam obrigados a investir “anualmente percentual de sua receita bruta na produção ou aquisição de direitos de licenciamento de obras audiovisuais brasileiras”. A obrigatoriedade de investimento é progressiva e tem os mesmos percentuais da Condecine, chegando a 4% para empresas com faturamento anual superior a R$ 70 milhões. Caso as plataformas de mídia não cumpram a lei, podem receber multa de R$ 2 mil a R$ 50 milhões por infração cometida. As sanções incluem ainda cancelamento do registro do serviço de streaming e “suspensão das transferências de recursos monetários entre residentes no Brasil e agentes econômicos residentes ou domiciliados no exterior”. Por fim, o texto estabelece que o Poder Executivo regulamentará a lei, “onde constará a obrigação de disponibilização de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Linguagem Brasileira de Sinais – Libras nos conteúdos audiovisuais”. Na justificativa do projeto, o senador Humberto Costa aponta que empresas globais, como Netflix, Hulu e Vimeo, “vêm ganhando mercado rapidamente e competem com outros segmentos da mídia audiovisual, a exemplo da televisão aberta e dos serviços por assinatura, sem estar sujeitas a obrigações equiparáveis”. Cota de conteúdo nacional prejudica consumidores, diz Netflix O projeto de lei foi debatido na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nesta segunda-feira (7) em audiência pública com membros da indústria de streaming, cinema e TV por assinatura. A diretora de Relações Governamentais e Políticas Públicas da Netflix, Paula Pinha, diz que a cota de conteúdos nacionais pode prejudicar consumidores e não produz os mesmos efeitos que nos setores de cinema e televisão. “Se um dos pilares do projeto é garantir a presença de conteúdo brasileiro nesse novo segmento de mercado, a discussão de medidas alternativas de fomento à atividade seria o caminho mais acertado”, afirma Pinha. Já o presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, Rojer Garrido de Madruga, é favorável à medida e aponta que “é muito mais fácil simplificar toda a burocracia cobrando em cima do faturamento”, citando que países como Espanha e Itália tributam a atividade das empresas de streaming em 5%. O representante da Motion Picture Association of America (MPAA), José Maurício Fittipaldi, diz: “Não há dados, não há experiência a demonstrar que esse caminho é o melhor. O único dado que existe sobre a experiência europeia é do mesmo mês em que a medida foi implementada, e o relatório não considera qualquer tipo de efeito dessa diretiva. Estamos num cenário desafiador, dentro de um contexto de crise econômica, onde fica claro que esse projeto é altamente intervencionista e excessivo”. Fonte: Tecnoblog
  10. Evento especial levará o jogo a 10 países antes do seu lançamento Hideo Kojima quer, realmente, conectar o mundo com Death Stranding. O lendário produtor japonês anunciou, via Twitter, uma turnê global do jogo para as próximas semanas. Não há muitos detalhes ainda sobre o que será revelado nesses eventos, mas ele vai levar o game para 10 diferentes localizações no mundo. Infelizmente, nenhuma delas no Brasil. A “World Strand Tour” passará por Paris, Londres, Berlin, Nova Iorque, San Francisco, Tóquio, Osaka, Singapura, Taipei e Seul. Ela começa na França, no dia 30/10, cerca de uma semana antes do lançamento oficial do jogo, que acontece em 8 de novembro. Mais detalhes sobre essa turnê serão revelados “em breve”, segundo a Kojima Productions. É uma pena que a World Tour de Death Stranding não venha ao Brasil. Como o seu criador já veio ao país, para a Brasil Game Show, alguns anos atrás, criou-se a expectativa de que ele poderia ser uma atração da edição 2019 do evento, mas isso não aconteceu. Um palpite provável para esse primeiro dia de turnê é a revelação do trailer de lançamento de Death Stranding. Hideo Kojima voltou a dizer que estava trabalhando nele e, normalmente, os vídeos desse tipo saem aproximadamente uma semana antes de o jogo chegar. E como houve rumores de que os reviews da imprensa especializada sairão dia 01/11, faz todo o sentido. Também é possível que haja algum tipo de demonstração de gameplay nesses dias de evento. Quem sabe outros vídeos destacando alguns personagens ou mecânicas de jogo que nós não tivemos a oportunidade de ver até agora. Mas só nos resta mesmo aguardar esses 21 dias, e torcer para que Kojima nos mostre, outra vez, algo especial. Um mês para Death Stranding A contagem regressiva para o jogo mais misterioso da geração já começou. Falta um mês! A aventura de Sam Porter Bridges tentando reconectar a América chega em 8 de novembro, e os fãs não poderiam estar mais ansiosos. A expectativa é de que Death Stranding seja uma obra que divida opiniões. Muita gente vai, definitivamente, amar. Outras pessoas irão odiar. No fim das contas, torcemos apenas para o título ser mais um exclusivo de respeito do PS4 (mesmo que temporário). Fonte: meuPS4
  11. Sim, eu sei que você tem os dois pés atrás com o jornalismo gamer. Meu gosto pessoal, e meu bolso claro, são os impulsos principais que definem se adquiro ou não um jogo. Mas para mim a critica especializada serve como um norte, algo para ficar de olho. E quando ela aponta para uma direção, eu logo vou atrás da opinião do publico, se os dois baterem é uma boa referencia. Infelizmente o jornalismo de games tem esses problemas de serem influencias por amizades e outro$ motivo$... Mesmo assim eles acertam algumas vezes como em 2018 com God of War melhor jogo do ano e Celeste como melhor indie; em 2017 com The Legend of Zelda melhor jogo do ano e em 2015 com The Witcher 3 como melhor jogo do ano. E as vezes erram como em 2016 com Overwatch como jogo do ano estando concorrendo diretamente com Uncharted 4: A Thief's End e em 2014 Dragon Age: Inquisition como jogo do ano e estava concorrendo com Bayonetta 2, Dark Souls II (não que Dragon Age: Inquisition não seja ótimo mas em minha opinião, Bayonetta 2 ou até Dark Souls II seriam escolhas melhores). Ah, bom saber que vai jogar Horizon. Sem tempo pro com WI-U? É melhor nem pensar no Switch então ehehehe... eu não deveria rir, tenho problemas semelhantes de tempo...
  12. Hehehe, imaginei que fosse para mesmo para Killzon. Mas espera ai, Horizon como disse não é nenhuma obra prima da narrativa, mas esta mais próxima a isso do que à uma narrativa falha. Mas claro, a muito a ser melhorado ali, principalmente em se tratando de NPCs, nenhum se destaca... pesando melhor tem dois... Esse jogo ganhou o Outstanding Technical Achievement (Desempenho Técnico) e Outstanding Achievement in Story (História) na 21º edição do D.I.C.E. Awards (Academia de Artes e Ciências Interativas). E só não ganhou como jogo do ano porque tinha o Zelda Breath of the Wild, que não posso opinar se é melhor ou não porque não o joguei. Tem muitos jogos em na lista de espera e não sabe o que jogar? Gosta de jogos estilo The Witcher 3 com muitas coisas a fazer e uma excelente historia de fundo? Então confie em mim e coloque esse na frente, vale o seu tempo.
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