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WhBlaze

Cadastrado: 24 Jul 2010
Offline Última atividade: Hoje, 11:31

Posts que fiz

No tópico: [myPSt] The Ninja Warriors: Once Again - Trailer - O remake do clássico beat...

Ontem, 22:47

Piuriupiupiu dareda piriupiupiu dareda...

Spoiler

Sendo bem sincero? Eu tenho mais carinho pelo original, sempre achei essa continuação um pouco atabalhoada e arcaica, mas verdade seja dita, eu não jogo o jogo a pelo menos uns 20 anos XD


No tópico: A Casa dos RPG´s [Update: 15/01/2014] - Disgaea 3: Absence of Detention

Ontem, 12:16

Ok, a pedido do zoio eu transcrevi meu review em vídeo de Lost Dimension para ver se revive o tópico com alguma coisa, então, peço desculpas desde já por não estar no padrão do tópico, meio que não tinha como fazer isso sem escrever do zero.
A sim, depois adiciono um banner e imagens do jogo apenas para deixar mais apresentável ;x
 

Lost Dimension


Desenvolvedora: Lancarse
Distribuidora: Atlus (USA), NIS (EUR), Furyu (JAP)
Consoles: PSVITA/PS3/Windows
Tempo de duração: 20~30 horas por campanha

 
Se existe um estúdio com faro aguçado para detectar jogos promissores esse estúdio é a Atlus. De Thounsand Arms (PSX) a Demon’s Souls (PS3), Atlus foi uma das principais responsáveis por dar uma segunda chance para jogos de nicho com ideias promissoras e ao mesmo tempo polarizadas, e é aqui que encontramos Lost Dimension, um RPG desenvolvido pela Lancarse (Etrian Odyssey & Shin Megami Tensei Strange Journey) que talvez tenha sido um pouco ambicioso demais para seu orçamento, mas primeiro, a história.
Escrita por Jun Kumagai, responsável pelas adaptações de Persona 4 (TV) e Persona 3 (Filmes), lost dimension basicamente conta a história de um grupo de pessoas com superpoderes presas a um pilar que surgiu do nada, controlado por um ser fabuloso autoproclamado de the end. Tal grupo por sua vez sofre de amnesia, se lembrando vagamente de seus poderes, fragmentos de sua historia e que estão lá para parar The end, mas fora isso, nada.
Pouco tempo após a jornada, o grupo é surpreendido com a noticia chocante que para chegar no topo desse pilar, eles terão de passar por salas onde toda a equipe votara em uma pessoa para ser deletada da existência, deixando para atrás apenas um cubo misterioso  nesse verdadeiro BBB do hell.
Sim, eu sei, a sinopse parece sofrível e clichê, mas acredite se quiser, o jogo é inesperadamente bem escrito, focando em temas pesados como existencialismo, moral, destino e nosso costume horrível de condenar pessoas casualmente sem jamais cogitas as consequências de nossos atos, todas refletidas perfeitamente na narrativa do jogo, que lentamente cria uma certa paranoia graças a aleatoriedade de quem é o traidor desse andar.
Mais interessante do jogo é que suas mecânicas inesperadamente ressoam com sua gameplay e vice-versa, tornando-o um dos melhores exemplos de consistência ludonarrativa de todos os tempos, apesar de uma estrutura um tanto quanto esquizofrênica, tratando de loop temporal e utilizando sua primeira zerada como uma campanha introdutória de cerca de 20 horas, sempre fadada ao desastre e repetição, enquanto descobrimos o mistérios do pilar, os monstros que o abitam, as matérias do destino e porque tem um guri fantasmagórico falando com o personagem principal.
Infelizmente, apesar de sua historia central surpreendentemente interessante e complexa, o jogo ainda sofre um pouco com problemas nos diálogos secundários, as vezes ruins e cheios de repetição, tornando dificil de criar laços com os personagens, afinal, como eu posso me importar com a possibilidade de deletar um amigo se eu sequer consigo ler os seus diálogos? E isso é uma pena, pois no meio dessa repetição, existem momentos marcantes dignos de apreciação.
Indo para parte técnica, o jogo visivelmente foi afetado pelo seu baixo orçamento, com gráficos passáveis para o vita, mas horrendo para o ps3, lembrando bem um jogo de PSP upscaled, sua dublagem tem lampejos de talento enquanto sua musica é agradável, mas sem identidade, parecendo uma imitação de Megaten, ou talvez uma reciclagem do que foi visto em Strange Journey.

Já a gameplay, é fantástica, nos entregando 11 personagens completamente diferentes um dos outros com arvores de Skill gigantescas e variadas, responsáveis por estraçalhar permanentemente o conceito de arquétipo, ao ponto do personagem mais forte fisicamente  ser detentor de uma das melhores magias de cura do jogo. Em outras palavras, quase todo mundo é autossuficiente, tirando proveito de forma excepcional de suas habilidades. Por exemplo, Nagi Shishiouka controla gravidade e pode ignorar penhascos e voar, Agito Yuuki pode saltar dimensões em espaços apertados, atravessando paredes, enquanto alguém como Zenji maeda por copiar status e absorver buffs. Sendo bem sincero, existem tantas habilidades e variações de um para outro que eu poderia focar apenas nisso, desconstruindo a excelência desse sistema, principalmente quando lembramos que a mecânica de traidores, vai sabotar nosso time varias vezes, nos forçando a deletar justamente o personagem que estamos a focar, mas eis a maior sacada da lancarse.
Quando um companheiro seu é deletado, ele deixa para trás a já mencionada pedra do destino, que guarda consigo todas as habilidades liberadas até então por aquele personagem. Tal matéria pode ser equipada por qualquer membro do seu grupo, e caso ele tenha afinidade, não só ele herdará habilidades únicas de quem foi deletado, como também um novo golpe, por exemplo, se Sho pegar a matéria de Agito, ele simplesmente pode começar a disparar tiros de revolver que desaparecem e aparecem em outro lugar aleatoriamente.
É surreal falar isso, pois nos vivemos em constante paranoia sobre o nosso time ser desmontado, mas essa mecânica de perda e ganho rapidamente se torna empolgante, incentivando improvisações constante de um andar para o outro, tornando as batalhas cada vez mais estratégicas e elevando o que para mim, se provou um dos melhores sistemas de combate de sua geração mesclando elementos de jogos de estratégia por turno como Valkyria chronicles com algumas convenções de RPG em um pacote um pouco mais condensado.
Assim como seus primos estratégicos, mapas são apresentados com antecedência para que decida quais são os 6 personagens mais apropriados para aquela situação, enquanto a movimentação e alcance de cada são pré-definidos.
Fora os tradicionais HP e MP, lost dimenson trouxe consigo uma barra de sanidade, sempre iniciada no 100% e reduzida gradativamente quando recebemos dano ou ativamos alguma habilidade especial, mas sua principal função é a sustentabilidade de uma mecânica chamada de Defer, uma habilidade pertencente a todos os membros de seu grupo capaz de reativar a movimentação de seus companheiros. Para impedir do sistema ser quebrado, cada personagem só pode ativa-la uma vez por turno, e quem já se movimentou uma vez não pode fazer uso dela, também é bom frisar que cada Defer consome uma quantidade considerável de sua sanidade e que quando ela for zerada tal personagem entrará em um modo Berserker, recuperando todo seu HP, recebendo boosts consideráveis de status e se tornando incapaz de distinguir aliados de inimigos, mas como é de se esperar, você pode usar isso em seu favor, criando um personagem monstruoso e isolando-o no modo berserker próximo de um chefe, digamos que poucos resistem tamanha violência.
Seus mapas também são bem interessantes, mudando de estilos de um andar para o outro e sendo relativamente grandes, com obstáculos e portas para lhe atrapalhar, mas ao mesmo tempo os mesmos conseguem ser levemente claustrofóbicos e frenéticos, graças a fragmentação de seus companheiros e a agressividade de seus inimigos, ou seja se você não atacar no primeiro turno, eles irão conseguir isso.  Devido a esse estilo mais agressivo, posicionamento e planejamento se tornam o foco do combate, principalmente quando percebemos a presença da mecânica de assistência, ou seja, se você iniciar um ataque com um companheiro seu próximo, e ele tiver esse mesmo inimigo em seu alcance, vocês iniciarão um golpe em dupla, trio e assim por diante, apenas tome cuidado, os inimigos arquitetam seus movimentos muito bem e 1 hit K.O. é comum.
Infelizmente, assim como a historia teve seus problemas, existem algumas mecânicas idiotas ou subdesenvolvidas, o sistema de afinidade, responsável por liberar finais e explicar mais sobre os personagens é arcaico e estranhamente remanescente de jogos como Vanguard Bandits, enquanto a forma com que você descobre os traidores é um misto de boas ideias com péssimas.

Por exemplo, ao fim de cada confronto, Sho (o personagem central), usa suas habilidades pecognitivas para checar se existe um suspeito no grupo, mostrando múltiplas frases diferentes ao mesmo tempo, algumas vem grifadas, outra não e as vezes, somos recebidos com um grito de “TRIATOR!”. Esse gripo revela a existência de um suspeito no seu grupo.
Todo andar tem 3 suspeitos, forçando uma rotação frequente do grupo, mas antes de gritarem Grind, não se preocupe, Lost Dimension estraçalha essa noção com um excelente sistema de XP coletivo, deixando até o mais desprezado do seu grupo pronto para o confronto e incentivando essa constante rotação não por obrigação, mas por curiosidade.
Para facilitar nosso trabalho de detetive, nos podemos marcar os suspeitos em um menu secundário, permitindo uma aproximação mais bruta, mas ainda assim, divertida.
Infelizmente a forma com que confirmamos é péssima, pois ao fim de missões de história nós somos apresentados aos Vision Points, ou VP.
Esses pontos são utilizados para Sho investigar o coração dos suspeitos e descobri se ele é ou não o traidor do andar, onde somos entregues a um minigame desajeitado onde seguimos essas vozes até encontrar nosso companheiro e ele fugir... ótimo... repita esse tormento mais duas vezes e só então descobriremos se ele é ou o traidor, e na maioria dos casos é bem provável que não seja.
Mas para não fechar de forma negativa, a votação é simplista, mas divertida.  Como nossos companheiros tem vontade própria, eles esporadicamente procuram Sho, o líder do grupo para dar sua opinião, tentar manipula-lo ou simplesmente perguntar quem eles devem votar, logo, nos temos um controle total sobre quem vai ser deletado e comicamente, além de ser possível chegar ao final com menos personagem ou até mesmo apenas com traidores, nós também podemos fazer Sho ser deletado, garantindo um game over bem cartunesco.
No fim, ele é um jogo único que como um quebra cabeça, as peças isoladas não fazem muito sentido, mas quanto juntas, nos entregam uma bela imagem apesar de suas pequenas fissuras.
Ignorar suas falhas seria tolice, mas lost dimension tem algo que muitos jogos de hoje em dia não têm: Alma. Ele visivelmente tinha uma visão e quando consegue atingi-la é brilhante, um jogo digno de ser apreciado por qualquer fã de rpgs orientais, se não pelas suas decisões incomuns e bizarras, que seja pelo seu sistema de combate espetacular... E hey, sejamos sinceros por um minuto, qualquer jogo que consegue implementar todas as suas mecânicas em sua história, entre elas uma aleatória merece nosso respeito. XD

Pros & Cons


+ Variedade enorme entre cada personagem.
+ Excelente sistema de combate.
+ Historia central interessante.
+ Elenco principal surpreendentemente agradável.
+ Sistema de traidor é excelente, alterando de uma campanha para outra, forçando adaptabilidade.
+ Uso de consistência ludonarrativa para explicar o que acontece in game sempre será digna de aplausos.
- Escrita inconstante, com diálogos secundários sendo um repetitivos
- George Jackman
- Gráficos decepcionantes mesmo para o psvita, e alguns problemas técnicos como queda de frame rate.
- Historia um pouco confusa, desordenada e que só começa a se explicar propriamente no new game + pode ser um problema para algumas pessoas.
- Mini-game para descobrir o traidor é um estorvo.



Bom frisar que é meio resumido, no queria deixar o post muito longo e no vídeo que eu fiz tinha mais detalhes sobre a historia, constante mudança dos traidores entre outros detalhes como preço do jogo e etc 8X

No tópico: Onimusha: Warlords - Guia de troféus

Ontem, 02:29

E aí, tudo bem?

Vai querer participar do Master Champs (MGA)?

Pode responder direto neste post que já vejo aqui e incluo, ok?

Abs.

 

Um tudo bem para alguém que acabou de fugir de um hospital nunca é legal hahahua

Mas enfim, valeu gabriel e não, não vou quer participar.
Não sou muito apegado a essas competições e faço os guias mais para ajudar ou divulgar algum jogo ao invés de competir XD


No tópico: [myPSt] Novo Metal Slug está em desenvolvimento

16 abril 2019 - 10:58

Metal slug é só amor!

Aquela versão 3d? Aquilo é completamente tosco!

 

concordo, só não cheguei a detesta-lo como esperava 8X


No tópico: [TG] FromSoftware, é hora de fazer algo diferente

16 abril 2019 - 10:11

Quando lançam sempre o mesmo estilo a galera reclama que está muito repetitivo e o estúdio precisa inovar.....Quando lançam um novo estilo a galera reclama que o estúdio perdeu a essência e deveria retornar as origens.....

 

 

Eduh, pelo menos as reclamações que eu vi (reais) foram em outros pontos, e em sua maioria... yeah, são validas... jogo é um pouco esquizofrênico, surpreendentemente desbalanceado e indeciso sobre seu design.

Por exemplo, ele é um híbrido de stealth, action rpg e hack'n slash, três subgêneros famosos por entrar em colisão um com o outro, e as consequenciais disso foram um Stealth funcional, mas com uma inteligência artificial bem burra e aleatória para isso, um dano inesperadamente elevado e desbalanceado, combates sendo exigido frequentemente mas não tendo variação e um grind bem esquisito onde itens, dinheiro e loot não tem propósito.

É um jogo bem esquisito e da pra ver a km de distancia sempre que alguém virou o volante para mudar de Tenchu para Souls.