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[Meio Bit] Para diretor da Ubisoft, falta alma à indústria de games



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22 respostas neste tópico

#21 LucasIIGD

  •  lucas_bast@hotmail.com
  • Nome:Lucas...XD

Postado 07 outubro 2018 - 10:02

Eu jogo por diversão e alguns jogos contribuiriam muito para o meu caráter.

Acho que ele está se referindo ao Fifa, CoD, Fortnite e multiplayers em geral, só pode. De fato eles não visam ensinar nada, mas como disseram aí em cima, videogame é entretenimento e a indústria de jogos vai dar exatamente o que as pessoas querem.

Talvez seja por isso que não gosto muito desses jogos, particularmente gosto de me envolver com os personagens, vivenciar seus erros, acertos, comportamentos e atitudes. Um jogo com uma boa história sempre me prende.

A verdade é que tem jogos para todos os tipos e gostos, tem RPGs com otimas histórias e farms, tem jogos de esportes, jogos de corrida, garapas que só servem para nos dar troféus, tem os polemicos telltale, tem novels, tem os jogos de tiro, enfim, vai do gosto de cada um.

Falar que os jogos estão sem alma é totalmente desnecessário e uma grande mentira, você só precisa saber procurar o que você gosta. Videogame não é aprendizado é diversão, agora se rolar uma lição de moral, tá valendo, mas isso não deve ser obrigatório.

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#22 WhBlaze

Postado 07 outubro 2018 - 10:40

Eu jogo por diversão e alguns jogos contribuiriam muito para o meu caráter.

Acho que ele está se referindo ao Fifa, CoD, Fortnite e multiplayers em geral, só pode. De fato eles não visam ensinar nada, mas como disseram aí em cima, videogame é entretenimento e a indústria de jogos vai dar exatamente o que as pessoas querem.

Talvez seja por isso que não gosto muito desses jogos, particularmente gosto de me envolver com os personagens, vivenciar seus erros, acertos, comportamentos e atitudes. Um jogo com uma boa história sempre me prende.

A verdade é que tem jogos para todos os tipos e gostos, tem RPGs com otimas histórias e farms, tem jogos de esportes, jogos de corrida, garapas que só servem para nos dar troféus, tem os polemicos telltale, tem novels, tem os jogos de tiro, enfim, vai do gosto de cada um.

Falar que os jogos estão sem alma é totalmente desnecessário e uma grande mentira, você só precisa saber procurar o que você gosta. Videogame não é aprendizado é diversão, agora se rolar uma lição de moral, tá valendo, mas isso não deve ser obrigatório.

Nem, ele esta se referindo a mudança de tom da indústria na geração passada e subsequente o fato de que jogos hoje em dia são puramente entretenimento e metidos a esporte.

 

Tipo, no final da geração 32 bits o japão deu inicio a uma fase mais artística nos video games, com jogos tendo maior foco em narrativa, tendo desenvolvimento de personagens, enredos e uma mensagem junto deles, quase como a transição do cinema como pura diversão para arte. Esse movimento explodiu na geração 128 bits, criando jogos mais abstratos como shadows of colossus & Ico, obras legitimamente não ortodoxas e estranhas como Shenmue e até mesmo magna opus da simplicidade bem escrita, capazes de evocar sentimentos incomuns nessa indústria e nos prender de uma forma anormal a uma serie legitimamente arcaica (Insira o dragon quest que bem desejar nessa lacuna, mas nesse caso eu estou me referindo ao VIII XD), ou seja, diversão não era necessariamente o principal foco de vários desses jogos artísticos, o que nos levou a bater bota com críticos de cinemas para sermos considerados arte, algo que pelo menos em minha opinião deviamos ter continuado a tentar, verdade seja dita, muitos dos jogos que o pessoal aplaude como historias fantásticas do japão são legitimamente mal escritas quando postas em uma lupa critica, enquanto os do ocidente são visivelmente parasitas oportunistas que roubam ideias de outros lugares e rezam para ninguém notar (as vezes ate diálogos) mas hey, era um começo.

 

Passado essa geração, dois inimigos naturais dessa visão meio que se sobressaíram, a nintendo (Que abertamente não suportava isso e sempre considerou seus vídeo games brinquedos, criticando jogadores de rpg, ridicularizando os jogos e ate mesmo dizendo que video games são brinquedos e quem não acha isso é burro ou sem noção \8) se recuperou com o Wii e a Microsoft emplacou o 360 que por um bom tempo, foi o mais popular, e como um console americano, era maio óbvio que eles iam empurrar sua visão original (cujo qual eles conceberam) de mercado e bom, eles são jogos, eles não precisam ser muito mais que divertidos.
Consequentemente o japão minguou, usa se tornou o mercado mais importante "por muito" (agora sendo necessário triunfar lá para se sobreviver), onllne finalmente emplacou, fps se tornou o gênero mais popular e essa visão morreu para focarmos mais em um aspecto comercial e midiático.

Ainda existem resquícios do passado como Flower, Flow, Journey (os três da mesma empresa), valkyria chronicles (já que eu to jogando mais uma de suas sequencias desengonçadas), qualquer projeto da vanillaware, hellblade (Que eu não gosto, mas yeah, é artístico e queria fazer algo) e assim por diante, assim como existem aqueles oportunistas que tentam recriar essas experiências apenas por ter visto elas triunfarem, já pensando em lucros, mas isso não vem ao caso, o que vem é que em geral, jogos hoje em dia são construidos única e exclusivamente com uma visão mercadológica e midiática, de conseguir sucesso rápido, pegar uns trocados e obviamente, não se importar muito com o futuro dessa franquia, que com um pouco de cuidado, poderia se tornar algo perpetuo, simbólico, icônico e amado por milhões de pessoas que acabam tendo laços afetivos pessoais e pesados com algum momento, ao invés de um simples "dude, aquele chefe era difícil"

O que me choca nessa alegação do sujeito da ubi é que ele falou isso como se a ubisoft tivesse feito parte desse movimento, sendo que... dude, só existem três empresas grandes que não fizeram parte desse movimento artístico em algum momento de sua vida, a Actvison, Nintendo e comicamente, ubisoft, que das três é a mais eficiente em drenar jogos, atira-los no fogo e subsequentemente, abandona-los com o pretexto de que "outro jogo matou a franquia, não nós o.o".
É como se eles estivessem se escorando na frustração de Michel Ansel e o fato de que em algum momento, eles lançaram valiant hearts & child of light para dizer "dude, nos sempre apoiamos algo mais artístico"
So fucking weird...


PS: Só para não ser mal interpretado.
Eu não critiquei nada e nem sou a favor de jogos serem focados única e exclusivamente nesse lado mais artístico, abstrato ou focado em narrativa.

Assim como cinema, existe espaço para absolutamente tudo nessa indústria e um dos meus generos favoritos é beat'n up, que pode ser facilmente descrito como um "comando para matar", sem neurônios, maluco, barulhento, hilário, divertido bagaraio apesar de um pouco estúpido demais e repetitivo para qualquer pessoa lúcida que quer ver algo serio uahuhauhauha


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#23 Evildead_br

Postado 07 outubro 2018 - 12:15

Um dos melhores jogos de terror q já joguei.

Tomei muito susto com o primeiro jogo...







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